Romper com falsas crenças

0

A tolerância e aceitação para com o que foge à norma, ao que se está habituado, é a melhor forma de prevenir a violência entre pares.
Apoiar para libertar as falsas crenças é crescer para um mundo mais saudável, mais compreensivo e naturalmente mais alegre.

Porque teremos nós que educar as nossas crianças para os conceitos que são tradicionalmente aceites pela sociedade vigente. As nossas emoções, os nossos sentimentos não se regem por estatutos sociais, por etnias, por diferentes tons de pele, pois debaixo de tudo isto somos pessoas que possuem as mesmas necessidade básicas.

Necessidades estas de ditam a forma como nos iremos sentir e pensar, pois se educarmos para a igualdade, para a tolerância e para a compreensão, certamente teremos crianças mais iguais, sendo que a máxima sempre foi e sempre será, “todos iguais, todos diferentes”. Aqui quando digo crianças mais iguais, refiro-me à aceitação da diferença do outro como sinal da sua própria individualidade/condição, o que seja, mas que isso não a diferencie das vivências supostas para a sua idade.

Num mundo que muda a uma velocidade estonteante, mudemos também as nossas crenças, atitudes e forma como educamos os nossos filhos, educandos e alunos.

Necessitamos de mais crianças e jovens que se defendam, que defendam os outros e que se posicionem como igual ao outro, sem que este igual tenha que se referir ao mesmo tom de pele, aos mesmos gostos, interesses, estilos de vestir, pois é na diversidade que aprendemos a olhar sem criticar, sem julgar e sem retaliar.

Os jovens, que “sofrem” muito pelo contágio social, se deixem contagiar por atitudes como estas 🙂

Sabes ser AMIGO?

0
erica-santos

Já alguma vez te perguntaste, ou se perguntou também, enquanto adulto, que tenta conduzir/orientar as amizades do seu filho/educando, sobre o que é ser amigo?

Considera que o conceito de amizade é igual nas diferentes idades?

Nem por sombras… Dizemos-lhe…

Então vale a pena indagar acerca do significado deste conceito, e para além de aprofundar a sua definição por entre as diferentes idades, importa perceber como cada criança e jovem o concebe individualmente.

É que muitas vezes a raiz da questão reside aqui, no facto de pensarmos e agirmos de uma maneira e de inconscientemente esperarmos o mesmo tipo de comportamento no outro.

Se isto não acontece….PRONTO…está aberto o caminho para nos desiludirmos, para ficarmos tristes e desapontados com o outro, validando este sentimento através do pensamento “Se gostasse de mim, ou se eu fosse importante, não me teria feito ou dito isto, pois eu nunca seria capaz de lhe fazer o mesmo”.

E o pior de tudo isto é que na maior parte das vezes sentimos apenas, e não verbalizamos. E ao somente sentir e nada dizer, estamos a abrir uma fenda na nossa segurança, estabilidade emocional e a promover sentimentos ambivalentes para com o outro, e acima de tudo para connosco.

E são estes sentimentos contraditórios que nos levam a estar atentos aos comportamentos dos outros e, ao mesmo tempo, nos fazem obter respostas confirmatórias para as nossas suspeitas de “pouca amizade” por parte dos outros.

Então, o que devemos dizer e fazer?

Acima de tudo, comunicar. Expressar as nossas emoções e as nossas sensações ajuda a que o outro nos compreenda melhor e a que nós também possamos compreender melhor o outro.

Por vezes as diferenças de atitude não são reflexo de que não se gosta do outro, simplesmente que não se tomou em consideração como o outro se poderia sentir, por não se pensar da mesma forma…

Daí que seja fundamentar desmontar todo este cenário que começou a ganhar espaço na nossa mente.

Já o velho ditado popular dizia: “A falar é que a gente se entende.”

Boas conversações 🙂

(creditos da imagem – Érica Santos – vencedora do concurso mês da Prevenção e Combate ao Bullying, no ano letivo 2017/2018)

Histórias Motivacionais

0

Sabes que podes fazer a diferença na vida de alguém?

Nunca te aconteceu precisares de ouvir as palavras certas, no momento certo, para te ligares às tuas emoções positivas e a partir daí encaminhares a tua vida noutra direção?

Sabes que isso é possível, não é?

Então, aquilo que te propomos é que te tornes um inspirador e inspires a vida de alguém.

E o melhor de tudo isto é que não necessitas de fazer grande coisa, basta dares um pouco do teu tempo, uma palavra amiga, um gesto agradável, um sorriso contagiante, um “vai correr tudo bem”, um “eu olho por ti”, um “eu estou aqui para te ajudar”… para o sol voltar a nascer para alguém.

Sim, o sol voltar a nascer, pois quem sente a escola com um espaço desagradável, que mete medo, com receio de que algo possa acontecer, só vê nuvens bem cinzentas e carregadas, e nessa altura até se esquece que apesar de não se ver, o sol está atrás dessas nuvens.

Não te esqueças que é bastante fácil compreendermos o que os outros estão a sentir, basta parares um pouco, ouvires o que o outro te diz e ligares-te a uma emoção que seja igual àquela que a pessoa está a sentir naquele momento…

Inspira-te, conta-nos a tua história e ajuda a inspirar os outros.

OUTUBRO – mês da prevenção ao BULLYING

0
bullying-outubro

Inicia-se hoje o mês de sensibilização para a Prevenção e Combate ao Bullying.

 

“Bullying isn´t a problem that makes headlines every day, but every day it touches the lives of people all across the country.”

                                                                                          Barack Obama

A verdade é que este não é um assunto do qual se fale todos os dias, mas sim, todos os dias alguém se sente incomodado, importunado, incompreendido e incapaz de reagir.

O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar, porque as crianças e adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares mais susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Aliado à reduzida tolerância à frustração, o que faz com que rapidamente se aborreçam, se cansem e se irritem, os jovens ativam emoções que os predispõem para uma resposta agressiva.

Se pensarmos que uma das principais tarefas da adolescência é a identificação e criação de relações com os pares, como ficarão estes jovens mais susceptíveis?

Não será nosso dever, auxiliar quer os que percebemos mais susceptíveis, quer os que percebemos que possuem pouca resistência à frustração?

Claro que sim, e é aqui que o papel dos pares entra. Se fomentarmos nos jovens a capacidade de serem atentos às necessidades dos outros, de serem capazes de decifrar os diálogos internos e a comunicação simples, estaremos a fomentar uma vida mais democrática, justa e saudável.

Portanto, aproveite o mote deste mês e trabalhe nas suas escolas, em casa com os seus filhos e ou educandos, sobrinhos, netos e junte-se a nós.

Participe no concurso que vamos estar a promover ao longo deste mês.

” A melhor forma de suavizar o ódio é temperá-lo com amor”

 

Decretada 3ª Idade ao Facebook

0

 

Qual a proximidade que temos com as redes sociais mais utilizadas pelas crianças e jovens?

Qual o conhecimento que possuímos acerca da variedade de plataformas que existem?

São os nossos filhos digitais? Será que não as utilizam de todo?

Estas são questões que se nos devem afigurar e sobre as quais devemos pensar.

Imbuídos deste espírito feliz e de exploração das emoções mais básicas que se fez sentir um pouco pelas redes sociais (dia do pai e dia da felicidade), importa trazer para a conversação o uso que os jovens fazem destas plataformas, o impacto que estas possuem nas suas vidas e a diferença entre o conhecimento de pais e filhos.

Se estes são conteúdos amplamente disseminados, não estão de todo clarificados. E para um exercício parental mais saudável e feliz, importa perceber as diferenças que existem face ao uso entre jovens e adultos.

Se é certo que existe uma utilização massiva das redes sociais por parte de crianças/jovens/adultos/seniores, o certo também é que ela difere quanto ao seu conteúdo, forma, intensidade, proliferação e obviamente plataforma utilizada.

Se há uns anos atrás, num artigo que li do professor Daniel Sampaio, com um título eloquente –  A Morte do Pato Donald – referindo-se às profundas mudanças ocorridas nos últimos tempos, à quase extinção dos livros aos quadradinhos, à sua substituição pelos ecrãs – Viva o Pokémon – e ao menor investimento nas brincadeiras ao ar livre, colocando assim a tónica na alteração do paradigma familiar, hoje, passados quase dez anos, (não sei ao certo se este artigo era do ano de 2009, mas sei que escrevi acerca disso em agosto de 2009 (recuperarei em breve esse artigo)) estamos noutra era, as novas tecnologias são uma realidade na vida de qualquer criança e as redes sociais são uma realidade na vida dos jovens.

Fazendo uma analogia com o título do professora Daniel Sampaio – A morte do Pato Donald – Viva ao Pokémon, hoje podemos decretar a morte ao Facebook e celebrar a vida do Insta e do Twitter (entre outras).

O Facebook foi a primeira grande plataforma social que recolheu grande simpatia e utilizadores, mas hoje já não está seguramente na sua lista de preferências dos mais jovens. Aliás, ela até é catalogada “para os avós“, como tantas vezes ouço dizer.

Importa então saber quais as redes sociais preferidas dos mais novos, a forma como estas operam, o que lá se vai passando, e qual o grau de utilização.

O conhecimento e o diálogo em torno destas temáticas urge e se se torna difícil proibir, o que poderemos fazer é condicionar, limitar, sempre com base na comunicação, na abertura e no diálogo simples e emotivo.

Quando refiro que não estamos mais na era de proibir, quero dizer que apesar de em casa não permitirmos que os nossos filhos possuam esta ou aquela conta, esta ou aquela rede, estes podem a elas aceder na escola, na casa dos colegas, nos grupos a que pertencem, no meio onde passam mais tempo do seu dia-a-dia.

Portanto, melhor do que fazer de conta que elas não existem, é perceber quais são, o que permitem e como funcionam.

Perguntem aos vossos filhos as diversidades de plataformas sociais que existem, as profissões que estes almejam e como estes vêem o futuro.

Provavelmente surpreender-se-ão !

Agressões em Escolas

0

Queridas Manhãs

 

Agressões em Escolas com Hernâni Carvalho e Tânia Paias no programa da SIC – Queridas Manhãs.

Internet Segura – Relações Virtuais

0

Numa era altamente tecnológica, de profundas e rápidas mudanças, de potencialidades e perigos, estaremos preparados para os desafios que os nossos filhos/alunos trazem? Poderemos descartar o uso diário das novas tecnologias? Estaremos em condições de auxiliar nas suas dúvidas e anseios?

Os adolescentes despendem muitas horas frente ao computador, estão na internet, vivem ali e utilizam-na para variados fins, esta é uma ferramenta básica das relações sociais e de identidade, mas o uso indevido faz com que se transforme numa poderosa arma destrutiva, eficaz na humilhação e destruição da imagem social, traduzindo-se em situações de risco para os jovens.

Torna-se, portanto, imperativo fazer uma reflexão acerca desta temática e compreender os desafios que esta nova geração comporta, a complexidade das relações virtuais e saber como potenciar um adequado uso, conhecendo as suas potencialidades, os seus perigos, mas operando numa adequada gestão destas ferramentas.

Cabe-nos, enquanto pais, educadores, profissionais, conhecer o tipo de efeito que estas ações causam na vida dos jovens que com elas convivem diariamente, para poder fomentar atitudes positivas face ao respeito e à convivência no espaço Web, para que as redes sociais nas quais os jovens se inserem, sejam saudáveis e livres de violência.

Um dos grandes desafios para a humanidade é a compreensão da individualidade de cada um e do seu comportamento em grupo. Sabemos que, por mais que conheçamos uma pessoa na sua singularidade, o efeito grupo pode ampliar ou diminuir comportamentos e que é a leitura emocional que fazemos, no imediato, no aqui e no agora, que irá permitir refrear impulsos e adequar atitudes. Ora, na era tecnológica, como poderemos nós conhecer uma pessoa que se apresenta do lado de lá. Do lado de lá do computador, do lado de lá do mundo; como conhecemos o lado mais íntimo de alguém que está presente todos os dias no nosso lar, mas com quem ainda não tivemos qualquer contacto face a face?

Porventura alguns, talvez os mais céticos, dirão que tal não é possível, mas o que dirão os mais novos? Como encetam eles relações? Como convivem nos dias de hoje?

É possível dizer-lhes que este tipo de relação não existe? Estaremos nós em condições de proibir tais façanhas? Na realidade estas relações existem sim, na realidade elas vieram para ficar e a sua não aceitação, a sua negligência, só vai dificultar a natural discussão familiar entre comportamentos adaptativos, desejados e, acima de tudo, não promoverá uma aproximação entre gerações.

Para prevenir temos que saber qual a realidade dos jovens, como pensam e se comportam. Só por esta via estaremos em condições de ativar consciências e alterar comportamentos. Compreender as relações adolescentes, os avanços tecnológicos e estar disponível para aceitar novas visões é um caminho para a mudança, para a integração e para o futuro.

A essência humana é relacional, mas que existem profundas alterações na sociedade que justificam um olhar mais atento, e um foco distinto, é inegável. As relações virtuais são profundamente diferentes das relações presenciais, e esta profunda alteração que a internet promoveu, para além de convidar à conversa, convida à livre agressão, aos discursos inflamados, violentos (discurso do ódio) e as suas consequências podem ser devastadoras. Como conseguiremos comunicar com tanta maledicência, com tamanha violência?

Hoje somos mais críticos e, se por um lado, a crítica é motor de desenvolvimento, por outro, esta aguça a violência; então o problema certamente reside na forma como se critica, na forma como comunicamos e nos meios que utilizamos para chegar a um fim.

Tânia Paias

Diretora Portalbullying

www.portalbullying.com.pt

Paias, T. (2014). Tenho medo de ir à escola. Lisboa: Esfera dos livros

Dia escolar da não-violência e da educação pela paz

0

Hoje comemora-se o Dia Escolar da Não-Violência e da Educação.

Esta data visa alertar para a necessidade de sensibilizar para uma educação para a PAZ, SOLIDARIEDADE E RESPEITO MÚTUO.

Este dia foi escolhido por ter sido a data em que Mahatma Gandhi foi assassinado.

Do seu legado, podemos hoje recordar:

“Não existe um caminho para a Paz. A Paz é o caminho”

Neste dia é importante sensibilizar as nossas crianças e jovens, e toda a comunidade em geral, para a Solidariedade, Compaixão, Diferença, Amizade,…

É um dia especial, mas teremos que fazer deste dia uma realidade nas nossas vidas, no que a estas realidades toca, todos os dias devem ser dias especiais.

É importante ativar consciências, é preciso ativar o associativismo, é preciso unir estes jovens e não deixar que o papel passivo dos observadores, a sua dificuldade em se colocarem no lugar do outro, validem, ou sirvam de argumento para agredir.

A explosão de raiva que por vezes emerge no efeito grupo deve levar a uma profunda análise do contexto social e do nosso papel enquanto educadores e cidadãos.

 

 

Compreender que a raiva, a agressividade e a zanga existe, mas canalizá-las para outros fins, que não sejam a sua gratuita expressão, é fundamental e aí o desporto escolar, os clubes, as associações desportivos e os centros de treinos, poderão ter um papel fundamental.

Ativar empatia, compaixão e capacidade reflexiva torna-se cada vez mais urgente.

Educarmos para a cidadania, para a solidariedade e para um adequado uso das redes sociais é imperioso.

Serão estas as premissas que irão promover uma sociedade mais justa, mais capaz e mais interventiva.

É fundamental, portanto, que se trabalhe desde cedo, prevenindo, evitando, consciencializando e amparando os nossos jovens.

Municípios, apostem na prevenção.
Agrupamentos, criem condições.
Pais e encarregados de educação, participem.

Juntos faremos a diferença

Vida de adolescente

0

Muito do meu trabalho é passado a escutar jovens. Esses seres  que muitas vezes são apelidados de mal educados, de inúteis, e de tantos outros adjectivos que não abonam a seu favor, passam um mau bocado, ai isso passam.

Uma família com um adolescente em casa é uma família que necessita de se reinventar. A infância já passou, e levou consigo todo o encantamento da vida, e surgiu uma fase mais escura, negra, que expôs uma série de realidades mais complexas e difíceis. Esta é uma fase delicada na vida da família.

Não é simples para quem a vive na 1ª pessoa e também não é simples para quem a vive na 3ª pessoa, pois em qualquer das posições existem danos colaterais, mas estes seres em crescimento são os que estão mais expostos e menos preparados.

Muitas famílias se queixam de dificuldades na comunicação, de entendimento, de diferenças tão grandes entre cada um dos membros, que complica qualquer diálogo.

Mas para podermos estar em posição de perceber o que se passa temos inevitavelmente que ouvir a problemática dos jovens, temos que descortinar os seus pensamentos, que os orientar nesse seu mundo interno e temos que os guiar para que não sucumbam ao mundo externo.

Digo-vos, não é pêra doce, mas é de uma riqueza inestimável.

O adulto frequentemente se esquece de como foi ser adolescente, muitos até querem esquecer esse período da vida, tal não foi o reboliço que causou, mas é importante que o lembremos, que o tragamos para o presente, para mais facilmente nos elucidar dos comportamentos que os adolescentes assumem.

Primeiro que tudo importa perceber o quão diferentes os jovens podem ser, apesar de por vezes parecerem tão iguais, um “rebanho” como outro dia alguém os apelidou. Em segundo, que a cada dia passam por provas complexas, tão complexas, que escapam ao olhar mais desatento.

O que por vezes parece tão simples para o comum dos mortais adultos, ou até para outro qualquer jovem, que se sinta adaptado, seguro e confiante, para aquele que  sente que todos os dias é posto à prova, que todos os dias mergulha em angústias, que todos os dias sente níveis de ansiedade dilacerantes, o simples acto de ter que se dirigir a um estranho, olhá-lo nos olhos e falar, é uma tarefa árdua, extremamente árdua.

Estes jovens vivem amargurados, incompreendidos e sentem-se sempre prestes a explodir.

Normalmente são apelidados de mal educados, os pais sentem vergonha porque quando chegam ao pé dos seus amigos não falam, não olham, e naturalmente estes pensarão o que os amigos estarão a achar da educação que lhes estão a dar, mas se aprofundarmos mais estas questões, perceberemos que muitos jovens sentem uma ansiedade tão grande, que este exercício tão simples, é uma verdadeira prova de “vida”, e não, não são mal educados, sentem-se ou estão desadaptados, e isto é grave, muito grave.

Jovens que se sentem distantes de tudo e de todos, jovens que não se sentem seguros em lado nenhum, que não gostam de dar nas vistas (o que não é de todo mau), mas quando para eles o dar nas vistas é ter que falar, isso sim, é grave.

Isto mostra o sofrimento em que estes jovens estão…

Rir com os outros, e não dos outros

0

Hoje comemora-se o dia internacional do Riso.

E rir é das melhores coisas para a nossa saúde, melhora o nosso humor, a nossa atenção e contribui para uma vida mais leve e livre.

Rir aproxima as pessoas, torna-nos mais criativos e abertos e naturalmente mais predispostos para querer conhecer outros, para socializar.

Neste dia internacional do riso, e daqui em diante, que sejamos mais capazes de rir com os outros e não dos outros.

Se nos aproximarmos dos outros de forma genuína, sem julgar nem interpretar, o sorriso fácil virá, a vida mais simples será e um sem fim de alegrias acontecerá 🙂

 

A não perder