Cyberbullying

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Cyberbullying

Cyberbullying, o que é?

Cyberbullying supõe o uso e difusão de informação difamatória em formato electrónico através dos meios de comunicação como correio electrónico, mensagens (texto e multimédia), redes sociais, publicação de vídeos e fotografias em plataformas electrónicas de difusão de conteúdos, de um indivíduo ou grupo que pretende, deliberadamente, e de forma repetitiva causar mal estar noutro.

Na era tecnológia, do HI5, FaceBook, MySpace, Twitter, da Sociedade da informação e do Conhecimento deparamo-nos com graves delitos cometidos virtualmente. Para além da ajuda preciosa que estas ferramentas nos proporcionam, tornaram-se também elas numa poderosa arma destrutiva, eficaz na humilhação e destruição da imagem social.

Na conferência mundial sobre a Sociedade da Informação adquiriu-se um compromisso de utilização, partilha e conhecimento proporcionado pelas novas tecnologias para que todos os povos pudessem alcançar o seu pleno potencial e concretizar metas e objectivos de desenvolvimento. Mas o uso indevido das novas tecnologias faz com que nos cheguem inúmeros delitos informáticos conduzindo a uma elevada percentagem de casos de violência online; o Cyberbullying que remete para um tipo particular de violência, aquela que é perpetrada em torno das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação).

Um estudo levado a cabo por Berkowitz põe em evidência que as TIC estão na origem de muitas situações violentas.

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Bullying Escolar

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Bullying Escolar

Bullying Escolar, esteja atento.

Bullying Escolar, atualmente é falar de violência escolar. O termo bullying foi cunhado por Dan Olweus numa das suas investigações sobre tendências suicidas em adolescentes. Bullying é toda a violência não física, todo o tipo de agressão e condutas verbais, desde os simples insultos, a fazer piadas e gozar com a criança, o uso de alcunhas cruéis, ridicularizar, etc.. Bullying é uma forma de pressão social que acarreta, por vezes, traumas muito importantes na vida dos alunos que são sujeitos diariamente a este tipo de maus-tratos.

A escola é um dos contextos em que o Bullying mais se faz sentir uma vez que se encontram num mesmo espaço muitas crianças e que se torna difícil para os adultos vigiarem todos os comportamentos e intervirem atempadamente. Num estudo recente, a Margarida Gaspar de Matos e colaboradores apuraram que 57.5% dos alunos entre os 11 e os 16 anos estão envolvidos em comportamentos provocatórios. O Bullying, ocorre como qualquer outra forma de assédio ou maltrato. É perpetrado, habitualmente, por crianças que têm, por qualquer motivo, mais força ou poder do que a vítima; o agressor acusa a vítima de ser responsável pelo abuso e maltrato a que foi sujeita. A vitima muitas vezes sente-se verdadeiramente responsável pelo que aconteceu, a culpa é dela, por ser feia, gorda, fraca, etc..

Esta forma de violência passa, na maior parte das vezes, despercebida aos olhos dos pais, dos professores e da sociedade em geral. A vítima de bullying pode sofrer este tipo de maltrato durante muito tempo sem que ninguém perceba o que se está a passar. O agressor exerce uma enorme pressão, incutindo medo e ameaçando retaliar para que a vitima se mantenha em silêncio. Muitas vezes, os pais e os professores só notam que se está a passar alguma coisa grave quando observam os efeitos dos danos desta pressão, que se manifestam sob a forma de fobia à escola, baixo rendimento escolar, depressão e doenças psicossomáticas.
Observarmos este tipo de problemas numa criança ou num jovem não significa que ele esteja a ser vítima de bullying, há muitas outras razões possíveis; mas ser vítima de bullying é uma hipótese a investigar com seriedade. O bullying deve ser travado o mais rapidamente possível.
A vítima de bullying deve ser apoiada por um psicólogo porque apresentará, com toda a certeza, um sofrimento psíquico importante. O agressor também deve ser acompanhado porque o exercício persistente e continuado de bullying é revelador de um enorme mal-estar interno. O autor de bullying vê a violência como uma forma de alcançar poder.

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Por Tânia Paias e Ana Almeida

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