Outubro mês da prevenção ao Bullying

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Outubro mês da prevenção ao Bullying – Concurso

Este é um movimento que nasceu em 2006 nos Estados Unidos pela PACER’s e teve como propósito recordar que é necessária uma ação efetiva para prevenir o bullying e que a mobilização de todos fará a diferença “THE END OF BULLYING BEGINS WITH YOU”

Promover boas relações entre os jovens, e fomentar um ambiente mais saudável nas escolas é nossa preocupação, por isso o PORTALBULLYING.COM.PT – centro de ajuda online, fundado em janeiro de 2010, junta-se a esta iniciativa e disponibiliza uma série de material que pode ser utilizado pelos agrupamentos de escolas do país.

Se em Outubro da América importamos o Hallowen, porque não importar o mês da Prevenção ao Bullying e a partir daqui encetar todo um leque de atividades preventivas e de promoção da boas relações escolares?

O portalbullying irá disponibilizar cartazes, flyers, sugerirá livros para leitura orientada, disponibilizará histórias motivacionais, e irá promover um concurso que terá como objetivo principal estimular a criatividade dos jovens e torná-los mais conscientes e voluntários.

Não podemos dissociar o bullying da vertente online, pelo que, neste concurso, apelamos a uma adequada utilização das novas tecnologias. Sabendo que as redes sociais são parte integrante da vida dos jovens e um motor imediato de divulgação da informação, todo o material recebido terá de ser enviado por email, e as votações decorrerão no facebook do portalbullying

Formulário de Inscrição

    Ciclo de estudos da turma (obrigatório)

    Contactos

    Clique aqui para aceitar as condições.

    Votação Retomada

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    Caros participantes, está oficialmente aberto o período de votações para o concurso decorrido – Outubro mês da prevenção ao Bullying.

    Para que o teu trabalho seja seleccionado, o mesmo deve conter o máximo de comentários.

    Avisa os teus pais, amigos, colegas e professores para participarem neste evento que visa sensibilizar e educar as pessoas para a temática da prevenção ao Bullying.

    Acedam ao site portalbullying.com.pt/concurso

    O período de votações vai de 21 de Novembro a 3 de Dezembro.

    Vítimas de bullying não denunciam

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    Vítimas de bullying

    Vítimas de bullying não denunciam violência por medo de retaliação

    Apesar de no último ano lectivo as escolas terem apoiado 166 vítimas de violência escolar, a maioria não a denuncia «por medo de retaliacões», explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias. Em resposta a este fenómeno, o Governo aprovou a sua criminalização.

    Irritabilidade extrema, dores de cabeça e barriga, falta de vontade de ir à escola, apatia e desinteresse pelas actividades de que habitualmente se gostava são alguns sintomas que podem denunciar situacões de bullying e a que os pais devem estar atentos, explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias.

    Em termos gerais, bullying é «todo o acto intencional e continuado que pretenda humilhar, denegrir e intimidar colegas, produzindo um desequilíbrio de poder entre agressor e vítima», acrescenta a especialista, que sublinha que o tipo de ‘violência’ mais frequente é a ameaça física.

    Apesar de no último ano lectivo as escolas terem acompanhado 166 vítimas de bullying, a maioria das crianças não denuncia «por medo de retaliacões». «O receio de sofrerem novas ameacas e humilhacões, aliado ao medo da exposição, reforça a ideia de que não vale a pena denunciar.» A psicóloga lembra o que lhe disse um aluno: «Prefiro continuar a ser vítima do que todos saberem que já fui vítima de bullying

    Não podemos esquecer que esta violência deixa graves sequelas nas vítimas ao afectar a sua relacão com terceiros e reduzir o sentimento de confiança. No entanto, também é importante intervir na vertente dos agressores, sendo preciso «consciencializá-los e responsabilizá-los». De salientar que o canal Nickelodeon tem uma campanha de alerta contra o bullying que disponibiliza um número de apoio gratuito para as crianças: 116 111.

    Jovens preferem manter-se como vítimas do que expor a sua situação

    Fonte: Destak 29-10-2010

    Autora: PATRÍCIA SUSANO FERREIRA

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    Romper com falsas crenças

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    A tolerância e aceitação para com o que foge à norma, ao que se está habituado, é a melhor forma de prevenir a violência entre pares.
    Apoiar para libertar as falsas crenças é crescer para um mundo mais saudável, mais compreensivo e naturalmente mais alegre.

    Porque teremos nós que educar as nossas crianças para os conceitos que são tradicionalmente aceites pela sociedade vigente. As nossas emoções, os nossos sentimentos não se regem por estatutos sociais, por etnias, por diferentes tons de pele, pois debaixo de tudo isto somos pessoas que possuem as mesmas necessidade básicas.

    Necessidades estas de ditam a forma como nos iremos sentir e pensar, pois se educarmos para a igualdade, para a tolerância e para a compreensão, certamente teremos crianças mais iguais, sendo que a máxima sempre foi e sempre será, “todos iguais, todos diferentes”. Aqui quando digo crianças mais iguais, refiro-me à aceitação da diferença do outro como sinal da sua própria individualidade/condição, o que seja, mas que isso não a diferencie das vivências supostas para a sua idade.

    Num mundo que muda a uma velocidade estonteante, mudemos também as nossas crenças, atitudes e forma como educamos os nossos filhos, educandos e alunos.

    Necessitamos de mais crianças e jovens que se defendam, que defendam os outros e que se posicionem como igual ao outro, sem que este igual tenha que se referir ao mesmo tom de pele, aos mesmos gostos, interesses, estilos de vestir, pois é na diversidade que aprendemos a olhar sem criticar, sem julgar e sem retaliar.

    Os jovens, que “sofrem” muito pelo contágio social, se deixem contagiar por atitudes como estas 🙂

    Unesco lançará orientações para governos sobre luta contra homofobia nas escolas em 2012

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    homofobia-escolas

    Em 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) vai lançar um documento com orientações a governos de todo o mundo para o enfrentamento da homofobia em ambiente escolar. O bullying contra estudantes LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais) foi tema de uma reunião promovida pela entidade esta semana no Rio de Janeiro, com a presença de especialistas de 25 países.

    Ler mais em: Globo.com

    Medidas de segurança têm de começar com os pais

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    CONFAP e CNIP consideram que donos das armas devem ser responsabilizados e há que averiguar possível caso de ‘bullying’.

    As associações de pais defendem que os encarregados de educação também devem ser responsabilizados por situações de violência, como a que aconteceu ontem no Externato Carvalho Araújo, em Braga.

    Ler mais em: http://www.dn.pt/

    Violência Saudável

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    violencia-saudavel

    Violência Saudável, capacidade de gerir, controlar e canalizar.

    Para se puder desenvolver um clima de não-violência é necessário assumir, em primeiro lugar, que a violência é um impulso natural nos seres humanos, como em muitos outros mamíferos, natural e até saudável. Não devemos desejar erradicar a violência porque isso seria impossível, mas compreendê-la e encontrar formas cada vez mais adequadas de a expressar. A capacidade de gerir adequadamente o impulso agressivo depende, em grande parte, da maturidade emocional. A questão determinante não está na existência da violência, mas na incapacidade de a gerir, controlar e canalizar.

    O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar porque na escola as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Contudo é preciso não esquecer os enormes danos provocados pelo exercício da violência contra amigos, colegas de rua e familiares próximos, como irmãos e primos. Nestes contextos as crianças são frequentemente torturadas por autênticos carrascos da usa idade.

    Ler artigo completo em: [download id=”1506″]

    De Ana Almeida
    Psicóloga Clínica
    Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica

    Tenho Medo de ir à Escola? – Prevenir o Bullying e o Cyberbullying

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    Um evento online sobre cyberbullying com oradores de todos os Continentes

    Coisas de miúdos??

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    Todos precisamos agir contra o maltrato entre jovens

    O Bullying, muitas vezes é associado a coisas de miúdos, e na maior parte dos casos, é por isso mesmo, banalizado, ignorado e incompreendido…

    Um vídeo que integrou o mês da prevenção e combate ao Bullying na América, foi levado a cabo numa cadeia de fast food, em que foi feito um paralelismo entre uma agressão a um hambúrguer e uma agressão a um jovem, levada a cabo por um grupo de “amigos”, realçou que 95% das pessoas reclamavam mais facilmente o estado do hambúrger, do que a humilhação a que o jovem estava a ser sujeito.

    It´s not Okay. O que reclamamos em primeiro lugar???Todos precisamos agir contra o maltrato entre jovens

    Publicado por PortalBullying em Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

    Mesmo que fosse perceptível no rosto de muitos o desagrado, o incómodo, pouco ou nada fizeram, para além de olhar e provavelmente internamente reprovar o acto, mas não é desta forma que conseguimos alterar os comportamentos mais nocivos, não é nem deve ser este o caminho…

    É mais fácil não fazer nada, mas que caminho é este? Que sociedade estamos a criar, que legado deixamos aos nossos filhos, aos que olham para nós como um exemplo a seguir.

    O vídeo que aqui vimos, coloca a tónica numa pequena percentagem de pessoas que se insurgem, que agem, que fazem a sua parte para defender o jovem e para mostrar aos que estão a agredir que o caminho não é esse. Se formos coniventes com a violência os jovens irão continuar a acreditar que esta é um meio para atingir um fim, agora se a reprovarmos, se nos mostrarmos, em toda e qualquer situação e circunstância contra, então talvez esta cultura de violência, de humilhação possa ser entendida como algo desagradável, como algo a não repetir.

    O vídeo que o portalbullying lançou no dia 20 deste mês pretende mostrar exatamente que as nossas atitudes fazem a diferença e que não nos basta apenas observar, há que agir, há que mudar

    Portanto, vamos ajudar?????

    veja ou reveja o vídeo:

    Muda de atitude e combate o Bullying

    Preparar os miúdos para o regresso à escola.

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    Conhecimentos académicos e segurança emocional: como preparar os miúdos para a escola!

     

    Setembro, esse mês tão desejado e temido. Para a maioria das pessoas Setembro enceta em si uma dualidade de sentimentos, se por um lado é um mês com temperaturas mais amenas (bem convidativas para quem saiu de um Agosto soalheiro e tórrido), por outro significa regressar à “normalidade” sendo esta aqui entendida como o retomar da vida que levávamos antes das férias. Horas de levantar e deitar mais rigorosas, lides da casa, comida, filhos com escola à porta…

    Agosto já lá foi  e é preciso retomar; guardamos os bons momentos passados com a família, com os amigos, as experiências acumuladas, e lá vamos nós, rumo a mais um ano, sim, mais um ano, pois todos os pais, com filhos em idade escolar, regem-se mais pelo ano letivo, do que propriamente pelo ano civil.

    Mas nem sempre é fácil retomar a vida que levávamos antes das férias; como acordar miúdos que estão agora habituados a levantar, na melhor das hipóteses, as 10h da manhã? Como torna-los mais activos, quando nas férias nada faziam, ou fartavam-se de fazer actividades de exterior e em casa apenas queriam ir para o sofá…. Não é por acaso que se diz que precisamos de férias das férias, mas quando os miúdos estão meses neste modo, como retomar?

    O segredo, ou melhor, a maneira mais fácil, é a gradual. A cada dia vamos progressivamente deitando mais cedo, acordando mais cedo, relembrando certos afazeres diários, participando mais nas tarefas domésticas, redistribuindo as funções de cada um em casa, dando uma vista de olhos pelo material escolar, o que dá para aproveitar, o que temos que renovar, o que é impreterível adquirir e, aos poucos, começamos a falar uma linguagem mais escolar.

    Para a maioria das crianças e jovens, estes meses de férias deixaram lá bem no fundo os conhecimentos adquiridos, o que é natural, mas alguns deles sentem a necessidade de reavivar os conteúdos anteriormente abordados para que, assim que a escola recomece, se sintam mais dentro das temáticas, outros jovens nem tanto, pelo que, se considera que o seu filho deveria dar uma vista de olhos na matéria anteriormente lecionada, ensine-lhe estratégias lúdicas, prazerosas, para que esta tarefa seja sentida como agradável e não aborrecida.

    Não é difícil perceber que sem vontade tudo fica mais complexo, e o tempo gasto não rende, então mais vale pensar em maneiras alternativas de apresentar os conteúdos. Seja criativo e invente palavras cruzadas com a matéria que se quer reavivar, faça charadas acerca das temáticas em apreço, utilize jogos como o sudoku, brincadeiras com números, multiplicações, divisões utilizando as referências deles; agarre nas experiências que tiveram nas férias, nos desenhos animados nas séries que têm estado a ver,… enfim, traga um pouco das vivências dos miúdos e crie momentos de aprendizagem divertidos.

    Para os mais pequenos pode realizar atividade simples, como fazer um bolo e solicitar que ajudem nas quantidades, pedir-lhes que vão à despensa buscar os ingredientes (para além de os implicar na leitura dos rótulos, estão a ajudar na organização espacial, pois uma despensa pode ser um verdadeiro enigma para quem não está habituado ao lugar das coisas; orientações como à direita de, atrás de, à frente, mais acima, mais abaixo… pode parecer pouco, mas acabam por ajudar a orientar), depois de confecionado podem cortá-lo às fatias e brincar com as parcelas. Pode, inclusive, fazer um lanche com as personagens que foram abordadas na escola, nas localizações mais importantes, nas margens dos rios…, enfim criar todo um enredo baseado nas aquisições prévias dos miúdos e que agora vale relembrar.

    Se uma criança sentir divertimento nas aprendizagens, tudo se torna mais fácil. E assim, está também a aumentar o seu nível de confiança, pois uma criança que sente que domina o assunto torna-se mais capaz de lidar com as situações e até mesmo com o imprevisto, pois aprenderá que se se empenhar, se se interessar pelas coisas saberá e daqui retirará a lição que ninguém nasce ensinado, e se hoje não soubermos, mas formos procurar, amanhã já saberemos.

    Um certo grau de insegurança é natural, mas limitarmo-nos a aprender pelo receio de errar deixa de ser natural, pois faz-nos acreditar que só podemos responder, arriscar, quando dominamos tudo. Princípio totalmente errado, uma vez que o erro é um momento de aprendizagem e não uma falha.

    E não podemos deixar que os nossos filhos iniciem o ano letivo inseguros, temerosos e hesitantes. Se anteriormente falámos de renovar conteúdos académicos, agora urge falar na segurança emocional, na renovação dos laços de confiança com o próprio e com os outros, pois nem sempre o regresso à escola é sentido como prazeroso, como a oportunidade de recordar as longas conversas com os amigos, para contar as aventuras das férias, as idas ao bar, ao pátio… Para alguns a escola pode ser sentida como deveras ameaçadora, e nós pais, teremos consciência disso? Será que nos apercebemos de como funciona o nosso filho na escola?

    Bem sabemos que as crianças e adolescentes podem assumir diferentes posturas na escola e em casa e estas até se podem tornar contrárias, mas saberemos nós, enquanto pais e encarregados de educação, ajudá-los? Conseguiremos estar ao nível das suas expectativas, ou simplesmente detetar quando algo não está a ir pelo melhor caminho? Saberemos iniciar uma conversação de forma clara e precisa, sem deitar tudo a perder (entenda-se aqui como aquela janela de oportunidade, aquela porta entreaberta que os jovens por vezes nos dão)?

    De facto, nem sempre é fácil abordar temáticas complexas com os filhos, na maior parte das vezes os pais não sabem como, e os filhos fogem a sete pés. Aproveite estes dias que medeiam o início da escola e, tranquilamente, vá abordando as relações escolares, as facilidades ou dificuldades do regresso. Fomente no seu filho a capacidade de falar, de se emocionar, de gostar ou detestar, de mostrar a forma como concebe a vida, o que lhe é mais difícil de pensar, sentir e expressar, mas também o que lhe é mais fácil de comunicar. Perceba nele o que mais o irrita nos outros, o que o faz aproximar-se ou afastar-se de alguém, pergunte-lhe que características um amigo tem que ter, diga qual o seu conceito de amizade. Fale-lhe das suas próprias experiências, mostre-lhe que os conceitos mudam, que a amizade evolui, que as pessoas mudam, diga-lhe que podemos pertencer a diferentes grupos, que é natural que não gostemos de todos, assim como também é natural que nem todos gostem de nós, mas que isto não pode nem deverá ser motivo para encetarmos planos para nos vingarmos, para rebaixarmos ou deixarmo-nos rebaixar.

    Mostre-lhe que nem tudo são rosas, mas que podemos evitar os espinhos por meio da forma como pensamos e agimos. Fale-lhe das novas tecnologias, e não negue que estas vieram para ficar, pelo contrário, integre-as na rotina dos seus filhos, e aprenda mais acerca delas. Pergunte-lhes que novas redes andam por aí, tente saber o que lhe agrada mais em cada uma, o que lhe agrada menos, perceba se o seu filho sabe os perigos associados à navegação, e como se proteger.

    Se for mantendo este tipo de diálogo com o seu filho/educando, estará a preparar o terreno e se mais tarde, com o decorrer das aulas, houver alguma dificuldade, alguma complicação, eles terão maior abertura para o questionar, para lhe solicitar ajuda.

    Não se esqueça que os seus filhos/educandos pensam de maneira diferente da sua e se mostrar uma atitude repressora e crítica, a tal janela de oportunidade que eles abriram, fecha-se num instante, portanto mais vale perceber como estes funcionam, como pensam, por onde navegam e depois tentar mostrar o melhor caminho, a melhor forma de se desenvencilharem das dificuldades.

    Bom regresso às aulas!

     

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