Bullying: o que é e como lidar?

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A nossa contribuição para a PumpKin, aqui fica um excerto do artigo:

Dia 20 de Outubro assinala-se o Dia Mundial do Combate ao Bullying.

Nesta data tão importante, partilhamos este texto do Portugal Bullying, cuja mensagem não podemos deixar de sublinhar. Pais e professores podem encontrar neste portal material para descarregar e poder ser utilizado pelas escolas, numa forma de promover a consciência entre as abobrinhas.

Hoje é o dia mundial de combate ao Bullying.

Sabemos o que o Bullying é? Fazemos ideia das consequências do bullying? Sabemos distinguir um agressor de uma vítima? Conseguimos traçar perfis tipo para cada um deles?

A todas estas questões provavelmente todos dizemos que sim, pois de Bullying já todos percebemos, já todos, de uma forma ou de outra, ouvimos falar, sabemos o que é e até já lermos sobre, por isso, essa história do Bullying outra vez?…

Sim, outra vez. Pois falar de Bullying é muito mais que isto. Por vezes esta palavra, carregada de um simbolismo negativo, de uma banalização perigosa, faz com que desvalorizemos questões que necessitam de ser pensadas, olhadas e revisadas.

Falar de tudo isto é falar de nós, do que sentimos, do que vivemos, do que nos motiva, do que nos alegra, entristece, enfim é falar dos nossos sentimentos mais profundos, é conectarmo-nos com as emoções, pois sem emoção não funcionamos, ou melhor, podemos funcionar, mas convenhamos, não é a mesma coisa.

Somos seres de emoções, somos seres de razão, somos seres de contradição, mas somos seres de paixão

Continua…

Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola

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Grupo de psicólogos lança o Portal Bullying para ajudar os alunos a romperem o silêncio e contarem as agressões de outros colegas

Entre André e Ricardo há um pacto de silêncio. O acordo entre os dois colegas da mesma escola não é formal, mas cada um cumpre a sua parte. André entrega as moedas que traz de casa e Ricardo não o persegue nem o ameaça à saída do balneário. Como a maioria das vítimas de bullying nas escolas portuguesas, André não conta a ninguém que fica aterrorizado sempre que a campainha toca e chega a hora do recreio. André e Ricardo são nomes fictícios usados para descrever um dos padrões mais comuns de bullying em meio escolar identificado por psicólogos e psiquiatras da adolescência e da infância – o segredo entre a vítima e o agressor.

Confessar aos pais ou aos professores as ameaças e humilhações de outros colegas é algo que poucas crianças conseguem, e foi por isso que a clínica de psicologia Psicronos criou o Portal Bullying. O site www.portalbullying.com.pt foi lançado esta semana e convida crianças e adolescentes a partilharem as suas experiências num chat de conversação.

Do outro lado do monitor está um psicólogo que responde em tempo real a todas as dúvidas. “Temos uma equipa de 20 técnicos que se encontram em sete cidades do país e tentam ajudar as crianças vítimas de bullying”, explica Tânia Paias, coordenadora do projecto. Além de fazerem aconselhamento, os psicólogos procuram encaminhar os alunos para os serviços sociais mais adequados na sua área de residência. Cada atendimento é feito com o máximo de sigilo para não intimidar nem afugentar quem procura ajuda: “Os psicólogos garantem a confidencialidade para que os utilizadores se sintam o menor desconforto possível ao contar as agressões que sofrem na escola.”

Por vezes o chat estará offline porque os 20 psicólogos que asseguram o funcionamento do portal não conseguem garantir fazê-lo em permanência: “Os técnicos acumulam este serviço com a sua profissão, logo a disponibilidade não será total”, avisa Tânia Paias. Nesses casos, a criança ou o adolescente deixa uma mensagem no chat e obtém a garantia de que haverá uma resposta “o mais depressa possível”.

Oferecer ajuda às vítimas de violência escolar é uma das prioridades, mas o Portal Bullying tem outros objectivos a cumprir a médio e longo prazo: “Os testemunhos recolhidos pelos nossos técnicos vão servir também para criar uma base de dados que permita avaliar a dimensão que este problema tem junto da população escolar em Portugal.” Diagnosticar o fenómeno em cada estabelecimento de ensino irá permitir aos psicólogos recolher e divulgar essa informação junto dos professores e dos directores das escolas: “Queremos usar o portal para dotar as escolas de instrumentos que permitam construir os seus próprios programas de prevenção, adaptados às características dos seus alunos”, conta Tânia Paias.

 

Catulo, K.
Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola
Bibliografia: Catulo, K. (2010). Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola.
i jornal, p.26.

Outubro mês da prevenção ao Bullying

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Outubro mês da prevenção ao Bullying – Concurso

Este é um movimento que nasceu em 2006 nos Estados Unidos pela PACER’s e teve como propósito recordar que é necessária uma ação efetiva para prevenir o bullying e que a mobilização de todos fará a diferença “THE END OF BULLYING BEGINS WITH YOU”

Promover boas relações entre os jovens, e fomentar um ambiente mais saudável nas escolas é nossa preocupação, por isso o PORTALBULLYING.COM.PT – centro de ajuda online, fundado em janeiro de 2010, junta-se a esta iniciativa e disponibiliza uma série de material que pode ser utilizado pelos agrupamentos de escolas do país.

Se em Outubro da América importamos o Hallowen, porque não importar o mês da Prevenção ao Bullying e a partir daqui encetar todo um leque de atividades preventivas e de promoção da boas relações escolares?

O portalbullying irá disponibilizar cartazes, flyer´s, sugerirá livros para leitura orientada, disponibilizará histórias motivacionais, e irá promover um concurso que terá como objetivo principal estimular a criatividade dos jovens e torná-los mais conscientes e voluntários.

Não podemos dissociar o bullying da vertente online, pelo que, neste concurso, apelamos a uma adequada utilização das novas tecnologias. Sabendo que as redes sociais são parte integrante da vida dos jovens e um motor imediato de divulgação da informação, todo o material recebido terá de ser enviado por email, e as votações decorrerão no facebook do portalbullying

 

Formulário de Inscrição

Ciclo de estudos da turma (obrigatório)

Contactos

Clique aqui para aceitar as condições.

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Dia Mundial da prevenção ao Bullying

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Prevenção ao Bullying

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Prevenção ao Bullying, e quero aqui deixar algumas ferramentas para educadores, professores, técnicos e pais encetarem um diálogo à volta desta temática.

Mas antes, e para enquadrar a minha escolha pelos livros, deixo-vos aqui um artigo que escrevi para o blog Janela Clínica, em 26 de agosto de 2009:

“A MORTE DO PATO DONALD – avô conta-me uma história

A propósito deste tema lembrei-me de um artigo que li há algum tempo na revista Pública do Expresso do Dr. Daniel Sampaio. O artigo iniciava com uma pequena resenha a outro artigo “Os 25 mitos da Pediatria” no qual também se podia ler algumas inovações para pais e professores, mas Daniel Sampaio quis acrescentar a profunda mudança ocorrida nestes últimos anos e intitula o seu artigo como: A MORTE DO PATO DONALD

Depois de alguma procura consegui encontrar o artigo e transcrevo aqui alguns items que me parecem fulcrais para o assunto em questão.

“O quotidiano da criança mudou. Hoje vão cedo para a creche e não brincam na rua, o peluche caiu em desuso e o Pato Donald morreu. Um menino dos nossos dias que aprendeu a ler não se entretém com uma revista de quadradinhos do Tio Patinhas, como acontecia com os seus pais, até porque só com dificuldade a encontrará nas bancas. Mickey e Minnie, Donald e Margarida, Pateta e Clarabela são “casais” do passado, seres assexuados que só tinham sobrinhos (quem seriam os pais) e se entretinham com estórias que hoje nos parecem inverosímeis. O mundo de hoje é outro: telemóvel e computador, Game-Boy e Play-Station são utilizados com grande à-vontade por crianças pequenas…Tudo está diferente…Morreu o Pato Donald, viva o Pokémon!
A verdade é que nunca, como agora, se tornou tão importante o papel dos adultos junto dos mais novos: com tanta informação rápida, com as imagens a entrarem nas nossas casas deixando dúvidas sobre o que é real e virtual, com o mundo tão imprevisível e por vezes perigoso, apalavra dos familiares é cada vez mais relevante. Pela simples razão que é única e insubstituível: jamais um jogo eléctrónico ou uma pesquisa na internet substituirá a afectividade da narrativa do avô ou a palavra afectuosa de um pai…As crianças precisam de estimular a imaginação e de encontrar segurança na sua relação com os adultos mais importantes, os seus familiares. As famílias já não são três gerações à volta de uma lareira, mas continuam a ser o espaço emocional mais importante para os mais novos.”

Ora na relação que se estabelece entre criança-adulto-livro aparecem laços afectivos muito fortes e a cumplicidade da leitura permite-nos viver a experiência de compartilhar os sentimentos e as emoções que os livros nos proporcionam.

A emoção age principalmente na segurança das crianças, base de todo o desenvolvimento e é preciso dar e criar oportunidades para a expressão das emoções e sentimentos, para que a criança os reconheça e elabora, ora os livros, as narrativas, proporcionam tudo isto, já que são poderosos clarificadores de significados, permitem organizar o real e conceitos como bem/mal; bonito/feio; justo/injusto.

Plãtão refere que o valor educativo das histórias exerce um fascínio sobre a mente das crianças e Betelheim afirma que estas têm uma forte influência e ajudam na reconstrução das dimensões mais profundas do sentir e do pensar. ”

De 2009 para 2017 e mais específicamente para sinalizar o dia de hoje, sugerimos-lhe alguns livros que pode utilizar como mote para a prevenção e promoção das boas relações entre as crianças e jovens.

Especialmente para as faixas etárias do pré-escolar e primeiro ciclo deixamos-lhe alguns exemplos de livros que servirão muito bem o propósito:

Orelhas de Borboleta

Perigoso

Amor Monstro

Uma bicicleta à chuva, que também é recomendada para 5º e 6º ano

Todos eles tocam a diferença, a sensibilização para as características individuas de cada um, mas alertam para a necessidade de olhar mais além, do visual, do preconceito, do desconhecido.

São leituras que valem a pena e que ajudam os mais pequenos e os mais graúdos também.

 

Bullying Escolar

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Bullying Escolar

Bullying Escolar, esteja atento.

Bullying Escolar, atualmente é falar de violência escolar. O termo bullying foi cunhado por Dan Olweus numa das suas investigações sobre tendências suicidas em adolescentes. Bullying é toda a violência não física, todo o tipo de agressão e condutas verbais, desde os simples insultos, a fazer piadas e gozar com a criança, o uso de alcunhas cruéis, ridicularizar, etc.. Bullying é uma forma de pressão social que acarreta, por vezes, traumas muito importantes na vida dos alunos que são sujeitos diariamente a este tipo de maus-tratos.

A escola é um dos contextos em que o Bullying mais se faz sentir uma vez que se encontram num mesmo espaço muitas crianças e que se torna difícil para os adultos vigiarem todos os comportamentos e intervirem atempadamente. Num estudo recente, a Margarida Gaspar de Matos e colaboradores apuraram que 57.5% dos alunos entre os 11 e os 16 anos estão envolvidos em comportamentos provocatórios. O Bullying, ocorre como qualquer outra forma de assédio ou maltrato. É perpetrado, habitualmente, por crianças que têm, por qualquer motivo, mais força ou poder do que a vítima; o agressor acusa a vítima de ser responsável pelo abuso e maltrato a que foi sujeita. A vitima muitas vezes sente-se verdadeiramente responsável pelo que aconteceu, a culpa é dela, por ser feia, gorda, fraca, etc..

Esta forma de violência passa, na maior parte das vezes, despercebida aos olhos dos pais, dos professores e da sociedade em geral. A vítima de bullying pode sofrer este tipo de maltrato durante muito tempo sem que ninguém perceba o que se está a passar. O agressor exerce uma enorme pressão, incutindo medo e ameaçando retaliar para que a vitima se mantenha em silêncio. Muitas vezes, os pais e os professores só notam que se está a passar alguma coisa grave quando observam os efeitos dos danos desta pressão, que se manifestam sob a forma de fobia à escola, baixo rendimento escolar, depressão e doenças psicossomáticas.
Observarmos este tipo de problemas numa criança ou num jovem não significa que ele esteja a ser vítima de bullying, há muitas outras razões possíveis; mas ser vítima de bullying é uma hipótese a investigar com seriedade. O bullying deve ser travado o mais rapidamente possível.
A vítima de bullying deve ser apoiada por um psicólogo porque apresentará, com toda a certeza, um sofrimento psíquico importante. O agressor também deve ser acompanhado porque o exercício persistente e continuado de bullying é revelador de um enorme mal-estar interno. O autor de bullying vê a violência como uma forma de alcançar poder.

Ler artigo completo EstejaAtentoAoBullyingEscolar.pdf (139 descarregamentos)

Por Tânia Paias e Ana Almeida

Votação Retomada

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Caros participantes, está oficialmente aberto o período de votações para o concurso decorrido – Outubro mês da prevenção ao Bullying.

Para que o teu trabalho seja seleccionado, o mesmo deve conter o máximo de comentários.

Avisa os teus pais, amigos, colegas e professores para participarem neste evento que visa sensibilizar e educar as pessoas para a temática da prevenção ao Bullying.

Acedam ao site portalbullying.com.pt/concurso

O período de votações vai de 21 de Novembro a 3 de Dezembro.

Violência encarada com normalidade entre os jovens

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A maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar “sempre existiu e continuará a existir” e encaram com “pessimismo e resignação” o fenómeno, o que torna difícil uma intervenção eficaz e deixa pouca esperança à sua erradicação. São estas as principais conclusões de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Granada, em Espanha, e que foi coordenada, entre outros, pela investigadora portuguesa Ana Maria Tomás Almeida, da Universidade do Minho.

Ler mais em: https://www.publico.pt/

Vencedores do concurso

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Vencedor Bullying

Vencedores do concurso
“Outubro mês da prevenção ao Bullying”

No mês de Outubro lançamos um desafio às escolas sobre prevenção ao Bullying e, foi com enorme satisfação que recebemos de todo o país as várias propostas nas diferentes categorias (Vídeo, Fotografia/ilustração, Frases e Poema).

Hoje deixamos a lista dos vencedores do concurso

 

Categoria Vídeo

Categoria Fotografia/ilustração

Categoria Frases

Categoria Poema

Parabéns a todos!

Unesco lançará orientações para governos sobre luta contra homofobia nas escolas em 2012

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Em 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) vai lançar um documento com orientações a governos de todo o mundo para o enfrentamento da homofobia em ambiente escolar. O bullying contra estudantes LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais) foi tema de uma reunião promovida pela entidade esta semana no Rio de Janeiro, com a presença de especialistas de 25 países.

Ler mais em: Globo.com

OUTUBRO – mês da prevenção ao BULLYING

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Inicia-se hoje o mês de sensibilização para a Prevenção e Combate ao Bullying.

 

“Bullying isn´t a problem that makes headlines every day, but every day it touches the lives of people all across the country.”

                                                                                          Barack Obama

A verdade é que este não é um assunto do qual se fale todos os dias, mas sim, todos os dias alguém se sente incomodado, importunado, incompreendido e incapaz de reagir.

O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar, porque as crianças e adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares mais susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Aliado à reduzida tolerância à frustração, o que faz com que rapidamente se aborreçam, se cansem e se irritem, os jovens ativam emoções que os predispõem para uma resposta agressiva.

Se pensarmos que uma das principais tarefas da adolescência é a identificação e criação de relações com os pares, como ficarão estes jovens mais susceptíveis?

Não será nosso dever, auxiliar quer os que percebemos mais susceptíveis, quer os que percebemos que possuem pouca resistência à frustração?

Claro que sim, e é aqui que o papel dos pares entra. Se fomentarmos nos jovens a capacidade de serem atentos às necessidades dos outros, de serem capazes de decifrar os diálogos internos e a comunicação simples, estaremos a fomentar uma vida mais democrática, justa e saudável.

Portanto, aproveite o mote deste mês e trabalhe nas suas escolas, em casa com os seus filhos e ou educandos, sobrinhos, netos e junte-se a nós.

Participe no concurso que vamos estar a promover ao longo deste mês.

” A melhor forma de suavizar o ódio é temperá-lo com amor”

 

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