Rúbrica Pandémica, Conta – me um conto – Histórias com sentido

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Conta – me um conto – Histórias com sentido

O GRANDE LIVRO DOS SUPERPODERES

Editora Bizancio

Material de Prevenção e Combate ao Bullying

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bullying-outubro

Num mês dedicado à prevenção, e quase quase a chegar o dia Mundial de Combate ao Bullying, reunimos uma série de material para impressão.

Sensibilizar os jovens, é fazer-lhes chegar informação, é ajudá-los a pensar, é mobilizá-los por uma causa.

Este material pode ser usado nas escolas, mas nas casas particulares também, no quarto dos jovens….

No quarto? poderão pensar!

Sim…, se nos quartos existe espaço para o poster do ídolo, da pessoa ou imagem que de alguma forma é uma fonte de inspiração, de veneração para o jovem, porque não também colocar um cartaz desta índole, com algo que lhes sirva de inspiração, uma onda motivadora, para que, a cada dia, a cada hora, recorde o que ainda pode fazer para ser melhor pessoa (para si e para os outros). Uma pequena chamada de atenção para como se deve comportar, o que pode e deve fazer, mas também o que não pode e não ver realizar, e acima de tudo, como se deve proteger.

Amanhã, 20 de Outubro – Dia Mundial de Combate ao Bullying, deixamos-lhe este desafio. Imprima estes cartazes e sensibilize para esta causa:

Descarregue-os em O TEU ESPAÇO

 

 

Pergunte aos seus filhos: os pais são bondosos?

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Sea Sunsets Lifestyle Beach Happiness Family

Pois é, o mês das castanhas, da jeropiga, do verão de S. Martinho, já está de saída. Este que é um mês, por norma, fresco, mas com um par de dias em que o sol desponta e nos dá uma temperatura ideal para brincar de vendedores de castanhas e realizar 1001 atividades de exterior, vai agora descansar para chegar outro mês igualmente encantador. Se em novembro impera a lenda de S. Martinho e todos os valores a esta associado, Dezembro, com a sua época natalícia, aponta no mesmo sentido. Se nestes meses vivemos impregnados de conceitos que apelam à partilha e à bondade, porque não agarrar nestas temáticas e aproveitar para nos deleitarmos aos serões em torno destes valores tão nobres.

Agarrar nas lendas, nas épocas festivas, para desenvolver conversas em família, é um bem inestimável para a felicidade familiar. Reunirmo-nos em torno de um tema, olharmos para ele por entre os olhos de cada um dos membros, é de uma riqueza enorme, pois de forma simples e divertida, podemos ver como são os nossos filhos, o que pensam e como verbalizam o que sentem.

Se por vezes, nesta árdua tarefa de educador, ficamos confusos e sem saber se o que estamos a fazer é o mais acertado; imaginem os nossos filhos. Por isso, nada melhor que falar, nada melhor que nos questionarmos constantemente, pois é através de que progredimos e nos tornamos, a cada dia, melhores pessoas, melhores educadores, e melhores famílias. Pois então, e se novembro e dezembro nos trazem a bondade e a partilha, porque não começam por partilhar as suas dúvidas?

Provavelmente as maiores interrogações das famílias prendem-se com o dar o melhor exemplo, com a transmissão destes valores, com o saber se estarão a conseguir incutir o conceito de bondade e partilha de forma adequada, se serão capazes de fazer com que se descentrem da sua visão egoísta e individual. E acima de tudo, se estarão a fazer com que estes entendam a real dimensão das coisas e saibam ser ativos, passivos quando necessário, defensores, protetores, mas também guerreiros. 

Se todas estas dúvidas nos assolam, como esclarecê-las?

Através da partilha de experiências, é claro.

Podemos perguntar aos nossos filhos o que é para eles significa a palavra bondade e partilha;

se consideram que os seus pais são bondosos;

se acham que poderiam mudar algo para que fossem mais bondosos;

se gostariam que alguém fosse mais bondoso para eles;

se sabem ser bondosos, mas também defensores dos seus direitos e deveres…

Por entre estas pequenas questões podemos encontrar grandes ideias e acima de tudo grandiosas perspetivas e formas única de sentir as coisas. É que nem sempre os nossos filhos sentem e vêm as coisas da mesma forma que nós, aliás são raras as vezes em que isso acontece, e quase sempre, com a correria diária que a vida nos imprime, esquecemo-nos de aceder ao seu mundo interno e à sua peculiar forma de pensar a realidade.

Aproveite então e conte lendas, agarre nos dias temáticos e façam tertúlias caseiras, brinquem ao faz de conta, troquem de posições. Sejam os filhos e os vossos filhos os pais e façam as coisas acontecer. Vão ver que se vão surpreender com a forma como os vossos filhos consideram a tarefa de ser pai, e talvez se surpreenderão com a posição de ser filho, de ter aquela idade… e de fazer de um acontecimento simples, um problema daqueles.

Todos nós já tivemos aquela idade e se a ela voltarmos, bem sabemos o quão difícil pode ser…

Por isso, aproveite estes momentos que cada mês nos traz e reúna a família e debata as temáticas a eles associadas de forma descontraída e divertida. São estes momentos que tornam as famílias únicas e o local onde nos sentimos seguros e confiantes. Do qual temos inevitavelmente que sair, mas para onde apetece sempre voltar.

 

Fonte: pumpkin.pt

Data: 21 Out 2016

Tânias Paias explica o que é Cyberbullying.

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Tânia Paias fala sobre Cyberbullying no programa “A Tarde é a sua”.

 

TOTTO – Outubro Prevenção ao Bullying

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Outubro é o mês de prevenção ao Bullying e como já é hábito, temos material novo para divulgares na tua escola.

Para teres acesso ao novo material de prevenção da TOTTO na tua Escola, entra em contacto connosco através do email tania.paias@portalbullying.com.pt

Boas aulas.

Violência Saudável

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Violência Saudável, capacidade de gerir, controlar e canalizar.

Para se puder desenvolver um clima de não-violência é necessário assumir, em primeiro lugar, que a violência é um impulso natural nos seres humanos, como em muitos outros mamíferos, natural e até saudável. Não devemos desejar erradicar a violência porque isso seria impossível, mas compreendê-la e encontrar formas cada vez mais adequadas de a expressar. A capacidade de gerir adequadamente o impulso agressivo depende, em grande parte, da maturidade emocional. A questão determinante não está na existência da violência, mas na incapacidade de a gerir, controlar e canalizar.

O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar porque na escola as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Contudo é preciso não esquecer os enormes danos provocados pelo exercício da violência contra amigos, colegas de rua e familiares próximos, como irmãos e primos. Nestes contextos as crianças são frequentemente torturadas por autênticos carrascos da usa idade.

Ler artigo completo em: [download id=”1506″]

De Ana Almeida
Psicóloga Clínica
Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica

Coisas de miúdos??

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Todos precisamos agir contra o maltrato entre jovens

O Bullying, muitas vezes é associado a coisas de miúdos, e na maior parte dos casos, é por isso mesmo, banalizado, ignorado e incompreendido…

Um vídeo que integrou o mês da prevenção e combate ao Bullying na América, foi levado a cabo numa cadeia de fast food, em que foi feito um paralelismo entre uma agressão a um hambúrguer e uma agressão a um jovem, levada a cabo por um grupo de “amigos”, realçou que 95% das pessoas reclamavam mais facilmente o estado do hambúrger, do que a humilhação a que o jovem estava a ser sujeito.

It´s not Okay. O que reclamamos em primeiro lugar???Todos precisamos agir contra o maltrato entre jovens

Publicado por PortalBullying em Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

Mesmo que fosse perceptível no rosto de muitos o desagrado, o incómodo, pouco ou nada fizeram, para além de olhar e provavelmente internamente reprovar o acto, mas não é desta forma que conseguimos alterar os comportamentos mais nocivos, não é nem deve ser este o caminho…

É mais fácil não fazer nada, mas que caminho é este? Que sociedade estamos a criar, que legado deixamos aos nossos filhos, aos que olham para nós como um exemplo a seguir.

O vídeo que aqui vimos, coloca a tónica numa pequena percentagem de pessoas que se insurgem, que agem, que fazem a sua parte para defender o jovem e para mostrar aos que estão a agredir que o caminho não é esse. Se formos coniventes com a violência os jovens irão continuar a acreditar que esta é um meio para atingir um fim, agora se a reprovarmos, se nos mostrarmos, em toda e qualquer situação e circunstância contra, então talvez esta cultura de violência, de humilhação possa ser entendida como algo desagradável, como algo a não repetir.

O vídeo que o portalbullying lançou no dia 20 deste mês pretende mostrar exatamente que as nossas atitudes fazem a diferença e que não nos basta apenas observar, há que agir, há que mudar

Portanto, vamos ajudar?????

veja ou reveja o vídeo:

Muda de atitude e combate o Bullying

Violência encarada com normalidade entre os jovens

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A maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar “sempre existiu e continuará a existir” e encaram com “pessimismo e resignação” o fenómeno, o que torna difícil uma intervenção eficaz e deixa pouca esperança à sua erradicação. São estas as principais conclusões de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Granada, em Espanha, e que foi coordenada, entre outros, pela investigadora portuguesa Ana Maria Tomás Almeida, da Universidade do Minho.

Ler mais em: https://www.publico.pt/

À Volta dos Livros

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Ana Daniela Soares conversa com Tânia Paias autora do livro – “Tenho medo de ir à escola”

Fonte: http://www.rtp.pt/play/p312/e144546/a-volta-dos-livros

Mães foram as que mais ligaram para a linha de apoio

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A linha criada há um ano pela Associação Nacional de Professores (ANP) para apoiar vítimas de bullying (violência sobre alunos praticada pelos colegas) recebeu maioritariamente chamadas de mães e do distrito de Lisboa.

Ler mais em: http://www.rtp.pt/

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