Prevenir o bullying é que está o ganho

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Prevenir o bullying

Prevenir o bullying.

Prevenir o bullying é que está o ganho, já o velho ditado assim o dizia. E de facto, no dia em que se alerta para a necessidade de combater o bullying (20 de Outubro), vale a pena trocar algumas ideias.

Não, o Bullying não é uma coisa de crianças, e também não é normal e não nos dá mais força, pelo contrário, faz com que nas mais variadas situações nos sintamos mais fracos e incapazes. O que nos dá de mais é raiva, agressividade e desconfiança.

E sim, podemos prevenir e combater o bullying todos os dias e nas mais variadas situações. Por vezes destituímo-nos deste tipo de funções por acharmos que não é nada connosco, pelo facto de não tocar diretamente aos nossos filhos, por acharmos que estes se saberão desenvencilhar, e acima de tudo por acharmos que hoje em dia é que se dá demasiada atenção a estes assuntos. Ora, nada mais errado. Este assunto é sério e merece todo o respeito e envolvimento da comunidade.

Bullying não é e não pode ser encarado como mais um conflito entre os colegas, estes sim, são saudáveis e produzem crescimento, pois permitem-nos perceber o nosso espaço, o espaço do outro e conduzir a um crescimento pessoal e social. O bullying, pelo contrário, promove uma agressividade interna, um sentimento de solidão e uma sensação de que ninguém se importa connosco. Ora isto em nada serve para um crescimento saudável. Agora se nos focarmos nas divergências, nos constrangimentos, nas diferentes posturas que cada um assume e na maneira como o nosso filho com isso lida, aí sim, estaremos a ajudar. Em pequenas conversas com os nossos filhos, encarregandos, alunos, estaremos em condições de nos inteirar do seu nível de comunicação, das suas fragilidades, dificuldades, frustrações e exigências.

É, sempre foi, e sempre será um fator de proteção, a comunicação, pelo que devemos usar e abusar desta ferramenta. Portanto comunique com o seu filho, não se esqueça de lhe mostrar as suas emoções, pois estas servirão como espelho, como contentor e como motor de aprendizagem.

Por vezes, enquanto pais, tentamos proteger os nossos filhos das emoções mais negativas, mas é importante que eles as compreendam e saibam com elas lidar, pois de uma forma ou de outra, estas surgirão. É claro que não é preciso detalhar a raiz dos nossos problemas, para não os invadirmos, mas é importante que eles percebam que por vezes também temos dias maus, que nos aborrecemos com algumas pessoas, que nos sentimos tristes, zangados, mas que sabemos elaborar essas emoções e dar-lhes um desfeche, isto é, processamo-las, integramo-las e seguimos em frente.

Isto dá segurança e traquejo emocional e é isto que nós precisamos criar nos jovens. Este é um tempo de aumentar a sua liberdade, mas igualmente um tempo de criar uma rede, como aquelas que os trapezistas possuem como segurança. É claro que o que se pretende é que os próprios se vão adaptando, tal como quando o trapezista vai fazer o seu número nunca estará a pensar que vai cair, mas se olhar e vir a rede, esta funcionará como a alavanca que desencadeará uma maior segurança e estabilidade. E é isto que se pretende com os jovens.

Os pais são a rede dos filhos e a comunicação positiva é o fator determinante. Esta começa desde cedo, ainda quando as nossas crianças são muito pequenas. Se, a par e passo do seu crescimento, formos acompanhando as suas brincadeiras, a maneira como interpelam os bonecos, como progressivamente vão relatando e reproduzindo o dia-a-dia, dá-nos material deveras importante para conduzir a educação dos nossos filhos. O pré-escolar é pródigo em comportamentos e uma fase determinante para auxiliarmos no desenvolvimento e na estabilidade emocional.

Por isso aproveite para questionar o educador do seu filho acerca do relacionamento entre as crianças, inteire-se da maneira como o seu filho reage perante uma oposição dos colegas, de uma exclusão do grupo, de uma zanga. Queira saber se tem um amigo preferencial, se gosta de brincadeiras mais ativas, se prefere ficar no seu canto,… estas são questões fundamentais e que se não tivermos essa informação, estamos a perder um momento chave do desenvolvimento infantil.

As crianças vão crescendo e novos desafios se impõem, portanto, acompanhar a par e passo o crescimento emocional torna-se imperioso pois, por norma, a modalidade comportamental da criança acompanha-a e no primeiro ciclo novos desafios e constrangimentos podem surgir.

Lembre-se que cada ciclo escolar enceta uma panóplia de emoções, sensações e desafios, sabendo-se que na pré-adolescência e adolescência tudo assume proporções maiores. Por isso, criar uma comunicação saudável e positiva de base, serve de fator de proteção contra esta fase mais conturbada.

Saber como o nosso filho vê o mundo, como os que o rodeiam o percecionam, como funcionam em conjunto, como pensam no futuro, como projetam a sua vida, como falam dos outros, qual a sensibilidade para bens comuns, deve constar do conhecimento que os pais possuem dos seus filhos, pois só assim estaremos em condições de os auxiliar nas suas necessidades e de combater o bullying.

A sua presença na escola é igualmente importante, participe nas atividades que a escola promove, seja presença assídua e ativa e colabore com projetos que promovam o bem-estar dos jovens e da comunidade em geral.

Inteire-se da vida dos jovens, dos seus hábitos e costumes e aprenda mais sobre as redes sociais. Explique-lhes a consequência de certos comportamentos, elucide-os dos perigos das redes sociais, mostre-lhes vídeos e apresente-lhes alguns conteúdos úteis no aprofundamento destas temáticas, não negue o uso que os jovens fazem da internet. Só para ter uma ideia, a utilização da internet é superior ao uso da televisão, o que nos mostra que os hábitos estão a mudar, assim como o Snapchat é a rede social preferida pelos jovens, batendo o Facebook e o Instagram.

No dia de hoje reflita sobre todos estes conteúdos e agarre a possibilidade que o tempo outonal favorece e reúna toda a família aproveitando para dialogar, para promover tempo de qualidade e de diversão e até para encetar novos assuntos e novas formas de comunicar.

Lembre-se, mais vale prevenir que remediar.

Fonte: pumpkin.pt

Data: 30 Out 2016

Barack Obama partilha que foi vitima de bullying na infância.

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O presidente Barack Obama, durante a conferencia realizada na Casa Branca, confessou que foi vítima de bullying durante a infância por ter “grandes orelhas” e nome incomum.

“Bullying isn’t a problem that makes headlines every day, but every day it touches the lives of people all across the country,” 

O presidente dos EUA lembrou ainda que, segundo as últimas estatísticas, um terço dos estudantes do ensino secundário reportaram casos de bullying no passado ano lectivo.

AOS PROFESSORES E AOS PAIS/PROFESSORES

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Porque não são só os alunos que estão de parabéns!

Aos docentes e aos pais/encarregados de educação, que também estiveram debaixo de provação emocional.

Deixamo-vos aqui um forte agradecimento, mas também uma chamada de atenção.

Analisem as  vossas emoções e recordem as competências que foram, ao longo destes meses, pondo em prática e ativem-nas todos os dias.

Se sentirem que os recursos foram todos usados e que as baterias estão completamente descarregadas, não hesitem em pedir ajuda.  Cuidar de vós é agora uma prioridade, se não se puderam dar a devida atenção  nestes últimos tempos, aproveitem esta fase de um maior abrandamento nas exigências externas, e dediquem-se aos vossos recursos internos.

As Aventuras da Julieta em…Casa

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Neste episódio a Julieta chama a atenção para novas realidades, nunca esquecendo que somos pessoas de relações.

Bullying Escolar

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Bullying Escolar

Bullying Escolar, esteja atento.

Bullying Escolar, atualmente é falar de violência escolar. O termo bullying foi cunhado por Dan Olweus numa das suas investigações sobre tendências suicidas em adolescentes. Bullying é toda a violência não física, todo o tipo de agressão e condutas verbais, desde os simples insultos, a fazer piadas e gozar com a criança, o uso de alcunhas cruéis, ridicularizar, etc.. Bullying é uma forma de pressão social que acarreta, por vezes, traumas muito importantes na vida dos alunos que são sujeitos diariamente a este tipo de maus-tratos.

A escola é um dos contextos em que o Bullying mais se faz sentir uma vez que se encontram num mesmo espaço muitas crianças e que se torna difícil para os adultos vigiarem todos os comportamentos e intervirem atempadamente. Num estudo recente, a Margarida Gaspar de Matos e colaboradores apuraram que 57.5% dos alunos entre os 11 e os 16 anos estão envolvidos em comportamentos provocatórios. O Bullying, ocorre como qualquer outra forma de assédio ou maltrato. É perpetrado, habitualmente, por crianças que têm, por qualquer motivo, mais força ou poder do que a vítima; o agressor acusa a vítima de ser responsável pelo abuso e maltrato a que foi sujeita. A vitima muitas vezes sente-se verdadeiramente responsável pelo que aconteceu, a culpa é dela, por ser feia, gorda, fraca, etc..

Esta forma de violência passa, na maior parte das vezes, despercebida aos olhos dos pais, dos professores e da sociedade em geral. A vítima de bullying pode sofrer este tipo de maltrato durante muito tempo sem que ninguém perceba o que se está a passar. O agressor exerce uma enorme pressão, incutindo medo e ameaçando retaliar para que a vitima se mantenha em silêncio. Muitas vezes, os pais e os professores só notam que se está a passar alguma coisa grave quando observam os efeitos dos danos desta pressão, que se manifestam sob a forma de fobia à escola, baixo rendimento escolar, depressão e doenças psicossomáticas.
Observarmos este tipo de problemas numa criança ou num jovem não significa que ele esteja a ser vítima de bullying, há muitas outras razões possíveis; mas ser vítima de bullying é uma hipótese a investigar com seriedade. O bullying deve ser travado o mais rapidamente possível.
A vítima de bullying deve ser apoiada por um psicólogo porque apresentará, com toda a certeza, um sofrimento psíquico importante. O agressor também deve ser acompanhado porque o exercício persistente e continuado de bullying é revelador de um enorme mal-estar interno. O autor de bullying vê a violência como uma forma de alcançar poder.

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Por Tânia Paias e Ana Almeida

Violência. Raparigas estão mais agressivas e população menos tolerante a agressões

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Constança e Marta põem-se em posição de ataque. Marta conta até três e começa a esbofetear um rapaz que está encostado a uma parede. Os amigos riem-se da sua falta de força e Constança decide mostrar como se faz. Fecha a mão em punho e diz: “Isto é que é força.” A partir daí, as duas vão trocando a posição de comando, perante o incentivo de um grupo de colegas. Mais murros, mais bofetadas e até joelhadas nos órgãos genitais. São 13 minutos de agressões transformadas em filme e que foram divulgadas nas redes sociais na noite de terça-feira. Antes de ser eliminado do YouTube, site que proíbe conteúdo concebido para “assediar, intimidar ou ameaçar”, contava com mais de 1,5 milhões de visualizações. As reacções de indignação não se fizeram esperar e o jovem agredido ganhou nome e até uma página de apoio no Facebook. “Todos pelo Jorge Oliveira” contava ontem à noite com mais de 8 mil likes e centenas de mensagens de apoio ao estudante da Escola Secundária Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz.

Agressão no feminino Apesar de o vídeo ter sido divulgado esta semana, a agressão aconteceu em Junho do ano passado e teve lugar numa zona residencial da cidade e não dentro da escola, como as primeiras notícias sobre o caso davam a entender. Com duas raparigas a liderar, o grupo fica completo com, pelo menos, mais seis adolescentes, identificados pela PSP, que vão surgindo durante o vídeo a incentivar a agressão.

Para a coordenadora do Portal Bullying, Tânia Paias, este tipo de comportamento vem contrariar o que é comum entre raparigas: a exclusão e a violência verbal. “O sexo feminino não é tão dado à violência física como os rapazes, mas cada vez mais vemos caso de raparigas como agressoras”, esclarece a psicóloga, adiantando que este comportamento mostra uma forma distorcida de “afirmação perante o sexo oposto”.

Ler mais em: ionline

Fontes de Inspiração, John Cena surpreende os fãs

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John Cena surpreende os fãs

Todos os jovens necessitam de fontes de inspiração, por isso é que o nosso trabalho se assume como fundamental. Permitir transformar a tristeza, o desamparo, a solidão e o lado mais difícil da vida, em força para nos impulsionarmos em direcção ao futuro e rumo à melhoria da nossa vida, é e deve sempre ser a nossa máxima.

assistam ao vídeo e comovam-se:)

John Cena Reacts

I’m not crying…you are crying…Thanks to John Cena and his fans for opening up and sharing their experience.

Publicado por Cricket Wireless em Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

Cyberbullying

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Cyberbullying
Cyberbullying

Cyberbullying, o que é?

Cyberbullying supõe o uso e difusão de informação difamatória em formato electrónico através dos meios de comunicação como correio electrónico, mensagens (texto e multimédia), redes sociais, publicação de vídeos e fotografias em plataformas electrónicas de difusão de conteúdos, de um indivíduo ou grupo que pretende, deliberadamente, e de forma repetitiva causar mal estar noutro.

Na era tecnológia, do HI5, FaceBook, MySpace, Twitter, da Sociedade da informação e do Conhecimento deparamo-nos com graves delitos cometidos virtualmente. Para além da ajuda preciosa que estas ferramentas nos proporcionam, tornaram-se também elas numa poderosa arma destrutiva, eficaz na humilhação e destruição da imagem social.

Na conferência mundial sobre a Sociedade da Informação adquiriu-se um compromisso de utilização, partilha e conhecimento proporcionado pelas novas tecnologias para que todos os povos pudessem alcançar o seu pleno potencial e concretizar metas e objectivos de desenvolvimento. Mas o uso indevido das novas tecnologias faz com que nos cheguem inúmeros delitos informáticos conduzindo a uma elevada percentagem de casos de violência online; o Cyberbullying que remete para um tipo particular de violência, aquela que é perpetrada em torno das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação).

Um estudo levado a cabo por Berkowitz põe em evidência que as TIC estão na origem de muitas situações violentas.

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Violência encarada com normalidade entre os jovens

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A maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar “sempre existiu e continuará a existir” e encaram com “pessimismo e resignação” o fenómeno, o que torna difícil uma intervenção eficaz e deixa pouca esperança à sua erradicação. São estas as principais conclusões de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Granada, em Espanha, e que foi coordenada, entre outros, pela investigadora portuguesa Ana Maria Tomás Almeida, da Universidade do Minho.

Ler mais em: https://www.publico.pt/

Coordenador do Tribunal de Menores de Lisboa diz que “bullying” devia ter lei própria

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O coordenador do Tribunal de Família e Menores de Lisboa, Celso Manata, defendeu esta quarta-feira que o “bullying” (perseguição e humilhação continuada, normalmente em contexto escolar) devia ter uma norma específica.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

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