Uma história com final feliz

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Uma história de bullying

Uma história de bullying com final feliz

Uma história de bullying homofóbico através do youtube. O vídeo que, segundo o autor, foi gravado às quatro da madrugada, mostra um rapaz comovido com o bullying de que era alvo na escola – por ser homossexual – e que relata através de uma espécie de legendas em folhas de papel. Na descrição do vídeo, no YouTube, conta como a sua história teve um final feliz

Ler mais em:http://visao.sapo.pt/

Histórias Motivacionais

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Sabes que podes fazer a diferença na vida de alguém?

Nunca te aconteceu precisares de ouvir as palavras certas, no momento certo, para te ligares às tuas emoções positivas e a partir daí encaminhares a tua vida noutra direção?

Sabes que isso é possível, não é?

Então, aquilo que te propomos é que te tornes um inspirador e inspires a vida de alguém.

E o melhor de tudo isto é que não necessitas de fazer grande coisa, basta dares um pouco do teu tempo, uma palavra amiga, um gesto agradável, um sorriso contagiante, um “vai correr tudo bem”, um “eu olho por ti”, um “eu estou aqui para te ajudar”… para o sol voltar a nascer para alguém.

Sim, o sol voltar a nascer, pois quem sente a escola com um espaço desagradável, que mete medo, com receio de que algo possa acontecer, só vê nuvens bem cinzentas e carregadas, e nessa altura até se esquece que apesar de não se ver, o sol está atrás dessas nuvens.

Não te esqueças que é bastante fácil compreendermos o que os outros estão a sentir, basta parares um pouco, ouvires o que o outro te diz e ligares-te a uma emoção que seja igual àquela que a pessoa está a sentir naquele momento…

Inspira-te, conta-nos a tua história e ajuda a inspirar os outros.

As Aventuras da Julieta…em Casa

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Episódio II

Já sabem que semanalmente trazemos novos episódios. Porque a Julieta representa o que se passa no país, reforçamos que se quiserem ver a vossa realidade aqui retratada, enviem-nos para

tania.paias@portalbullying.com.pt

Esta é uma parceria entre o portalbullying e a Editora Alfarroba, que tem as ilustrações a seu cargo.

Votação Retomada

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Caros participantes, está oficialmente aberto o período de votações para o concurso decorrido – Outubro mês da prevenção ao Bullying.

Para que o teu trabalho seja seleccionado, o mesmo deve conter o máximo de comentários.

Avisa os teus pais, amigos, colegas e professores para participarem neste evento que visa sensibilizar e educar as pessoas para a temática da prevenção ao Bullying.

Acedam ao site portalbullying.com.pt/concurso

O período de votações vai de 21 de Novembro a 3 de Dezembro.

Prevenir o bullying é que está o ganho

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Prevenir o bullying

Prevenir o bullying.

Prevenir o bullying é que está o ganho, já o velho ditado assim o dizia. E de facto, no dia em que se alerta para a necessidade de combater o bullying (20 de Outubro), vale a pena trocar algumas ideias.

Não, o Bullying não é uma coisa de crianças, e também não é normal e não nos dá mais força, pelo contrário, faz com que nas mais variadas situações nos sintamos mais fracos e incapazes. O que nos dá de mais é raiva, agressividade e desconfiança.

E sim, podemos prevenir e combater o bullying todos os dias e nas mais variadas situações. Por vezes destituímo-nos deste tipo de funções por acharmos que não é nada connosco, pelo facto de não tocar diretamente aos nossos filhos, por acharmos que estes se saberão desenvencilhar, e acima de tudo por acharmos que hoje em dia é que se dá demasiada atenção a estes assuntos. Ora, nada mais errado. Este assunto é sério e merece todo o respeito e envolvimento da comunidade.

Bullying não é e não pode ser encarado como mais um conflito entre os colegas, estes sim, são saudáveis e produzem crescimento, pois permitem-nos perceber o nosso espaço, o espaço do outro e conduzir a um crescimento pessoal e social. O bullying, pelo contrário, promove uma agressividade interna, um sentimento de solidão e uma sensação de que ninguém se importa connosco. Ora isto em nada serve para um crescimento saudável. Agora se nos focarmos nas divergências, nos constrangimentos, nas diferentes posturas que cada um assume e na maneira como o nosso filho com isso lida, aí sim, estaremos a ajudar. Em pequenas conversas com os nossos filhos, encarregandos, alunos, estaremos em condições de nos inteirar do seu nível de comunicação, das suas fragilidades, dificuldades, frustrações e exigências.

É, sempre foi, e sempre será um fator de proteção, a comunicação, pelo que devemos usar e abusar desta ferramenta. Portanto comunique com o seu filho, não se esqueça de lhe mostrar as suas emoções, pois estas servirão como espelho, como contentor e como motor de aprendizagem.

Por vezes, enquanto pais, tentamos proteger os nossos filhos das emoções mais negativas, mas é importante que eles as compreendam e saibam com elas lidar, pois de uma forma ou de outra, estas surgirão. É claro que não é preciso detalhar a raiz dos nossos problemas, para não os invadirmos, mas é importante que eles percebam que por vezes também temos dias maus, que nos aborrecemos com algumas pessoas, que nos sentimos tristes, zangados, mas que sabemos elaborar essas emoções e dar-lhes um desfeche, isto é, processamo-las, integramo-las e seguimos em frente.

Isto dá segurança e traquejo emocional e é isto que nós precisamos criar nos jovens. Este é um tempo de aumentar a sua liberdade, mas igualmente um tempo de criar uma rede, como aquelas que os trapezistas possuem como segurança. É claro que o que se pretende é que os próprios se vão adaptando, tal como quando o trapezista vai fazer o seu número nunca estará a pensar que vai cair, mas se olhar e vir a rede, esta funcionará como a alavanca que desencadeará uma maior segurança e estabilidade. E é isto que se pretende com os jovens.

Os pais são a rede dos filhos e a comunicação positiva é o fator determinante. Esta começa desde cedo, ainda quando as nossas crianças são muito pequenas. Se, a par e passo do seu crescimento, formos acompanhando as suas brincadeiras, a maneira como interpelam os bonecos, como progressivamente vão relatando e reproduzindo o dia-a-dia, dá-nos material deveras importante para conduzir a educação dos nossos filhos. O pré-escolar é pródigo em comportamentos e uma fase determinante para auxiliarmos no desenvolvimento e na estabilidade emocional.

Por isso aproveite para questionar o educador do seu filho acerca do relacionamento entre as crianças, inteire-se da maneira como o seu filho reage perante uma oposição dos colegas, de uma exclusão do grupo, de uma zanga. Queira saber se tem um amigo preferencial, se gosta de brincadeiras mais ativas, se prefere ficar no seu canto,… estas são questões fundamentais e que se não tivermos essa informação, estamos a perder um momento chave do desenvolvimento infantil.

As crianças vão crescendo e novos desafios se impõem, portanto, acompanhar a par e passo o crescimento emocional torna-se imperioso pois, por norma, a modalidade comportamental da criança acompanha-a e no primeiro ciclo novos desafios e constrangimentos podem surgir.

Lembre-se que cada ciclo escolar enceta uma panóplia de emoções, sensações e desafios, sabendo-se que na pré-adolescência e adolescência tudo assume proporções maiores. Por isso, criar uma comunicação saudável e positiva de base, serve de fator de proteção contra esta fase mais conturbada.

Saber como o nosso filho vê o mundo, como os que o rodeiam o percecionam, como funcionam em conjunto, como pensam no futuro, como projetam a sua vida, como falam dos outros, qual a sensibilidade para bens comuns, deve constar do conhecimento que os pais possuem dos seus filhos, pois só assim estaremos em condições de os auxiliar nas suas necessidades e de combater o bullying.

A sua presença na escola é igualmente importante, participe nas atividades que a escola promove, seja presença assídua e ativa e colabore com projetos que promovam o bem-estar dos jovens e da comunidade em geral.

Inteire-se da vida dos jovens, dos seus hábitos e costumes e aprenda mais sobre as redes sociais. Explique-lhes a consequência de certos comportamentos, elucide-os dos perigos das redes sociais, mostre-lhes vídeos e apresente-lhes alguns conteúdos úteis no aprofundamento destas temáticas, não negue o uso que os jovens fazem da internet. Só para ter uma ideia, a utilização da internet é superior ao uso da televisão, o que nos mostra que os hábitos estão a mudar, assim como o Snapchat é a rede social preferida pelos jovens, batendo o Facebook e o Instagram.

No dia de hoje reflita sobre todos estes conteúdos e agarre a possibilidade que o tempo outonal favorece e reúna toda a família aproveitando para dialogar, para promover tempo de qualidade e de diversão e até para encetar novos assuntos e novas formas de comunicar.

Lembre-se, mais vale prevenir que remediar.

Fonte: pumpkin.pt

Data: 30 Out 2016

Vítimas de bullying não denunciam

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Vítimas de bullying

Vítimas de bullying não denunciam violência por medo de retaliação

Apesar de no último ano lectivo as escolas terem apoiado 166 vítimas de violência escolar, a maioria não a denuncia «por medo de retaliacões», explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias. Em resposta a este fenómeno, o Governo aprovou a sua criminalização.

Irritabilidade extrema, dores de cabeça e barriga, falta de vontade de ir à escola, apatia e desinteresse pelas actividades de que habitualmente se gostava são alguns sintomas que podem denunciar situacões de bullying e a que os pais devem estar atentos, explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias.

Em termos gerais, bullying é «todo o acto intencional e continuado que pretenda humilhar, denegrir e intimidar colegas, produzindo um desequilíbrio de poder entre agressor e vítima», acrescenta a especialista, que sublinha que o tipo de ‘violência’ mais frequente é a ameaça física.

Apesar de no último ano lectivo as escolas terem acompanhado 166 vítimas de bullying, a maioria das crianças não denuncia «por medo de retaliacões». «O receio de sofrerem novas ameacas e humilhacões, aliado ao medo da exposição, reforça a ideia de que não vale a pena denunciar.» A psicóloga lembra o que lhe disse um aluno: «Prefiro continuar a ser vítima do que todos saberem que já fui vítima de bullying

Não podemos esquecer que esta violência deixa graves sequelas nas vítimas ao afectar a sua relacão com terceiros e reduzir o sentimento de confiança. No entanto, também é importante intervir na vertente dos agressores, sendo preciso «consciencializá-los e responsabilizá-los». De salientar que o canal Nickelodeon tem uma campanha de alerta contra o bullying que disponibiliza um número de apoio gratuito para as crianças: 116 111.

Jovens preferem manter-se como vítimas do que expor a sua situação

Fonte: Destak 29-10-2010

Autora: PATRÍCIA SUSANO FERREIRA

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Romper com falsas crenças

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A tolerância e aceitação para com o que foge à norma, ao que se está habituado, é a melhor forma de prevenir a violência entre pares.
Apoiar para libertar as falsas crenças é crescer para um mundo mais saudável, mais compreensivo e naturalmente mais alegre.

Porque teremos nós que educar as nossas crianças para os conceitos que são tradicionalmente aceites pela sociedade vigente. As nossas emoções, os nossos sentimentos não se regem por estatutos sociais, por etnias, por diferentes tons de pele, pois debaixo de tudo isto somos pessoas que possuem as mesmas necessidade básicas.

Necessidades estas de ditam a forma como nos iremos sentir e pensar, pois se educarmos para a igualdade, para a tolerância e para a compreensão, certamente teremos crianças mais iguais, sendo que a máxima sempre foi e sempre será, “todos iguais, todos diferentes”. Aqui quando digo crianças mais iguais, refiro-me à aceitação da diferença do outro como sinal da sua própria individualidade/condição, o que seja, mas que isso não a diferencie das vivências supostas para a sua idade.

Num mundo que muda a uma velocidade estonteante, mudemos também as nossas crenças, atitudes e forma como educamos os nossos filhos, educandos e alunos.

Necessitamos de mais crianças e jovens que se defendam, que defendam os outros e que se posicionem como igual ao outro, sem que este igual tenha que se referir ao mesmo tom de pele, aos mesmos gostos, interesses, estilos de vestir, pois é na diversidade que aprendemos a olhar sem criticar, sem julgar e sem retaliar.

Os jovens, que “sofrem” muito pelo contágio social, se deixem contagiar por atitudes como estas 🙂

Preparar os miúdos para o regresso à escola.

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Conhecimentos académicos e segurança emocional: como preparar os miúdos para a escola!

 

Setembro, esse mês tão desejado e temido. Para a maioria das pessoas Setembro enceta em si uma dualidade de sentimentos, se por um lado é um mês com temperaturas mais amenas (bem convidativas para quem saiu de um Agosto soalheiro e tórrido), por outro significa regressar à “normalidade” sendo esta aqui entendida como o retomar da vida que levávamos antes das férias. Horas de levantar e deitar mais rigorosas, lides da casa, comida, filhos com escola à porta…

Agosto já lá foi  e é preciso retomar; guardamos os bons momentos passados com a família, com os amigos, as experiências acumuladas, e lá vamos nós, rumo a mais um ano, sim, mais um ano, pois todos os pais, com filhos em idade escolar, regem-se mais pelo ano letivo, do que propriamente pelo ano civil.

Mas nem sempre é fácil retomar a vida que levávamos antes das férias; como acordar miúdos que estão agora habituados a levantar, na melhor das hipóteses, as 10h da manhã? Como torna-los mais activos, quando nas férias nada faziam, ou fartavam-se de fazer actividades de exterior e em casa apenas queriam ir para o sofá…. Não é por acaso que se diz que precisamos de férias das férias, mas quando os miúdos estão meses neste modo, como retomar?

O segredo, ou melhor, a maneira mais fácil, é a gradual. A cada dia vamos progressivamente deitando mais cedo, acordando mais cedo, relembrando certos afazeres diários, participando mais nas tarefas domésticas, redistribuindo as funções de cada um em casa, dando uma vista de olhos pelo material escolar, o que dá para aproveitar, o que temos que renovar, o que é impreterível adquirir e, aos poucos, começamos a falar uma linguagem mais escolar.

Para a maioria das crianças e jovens, estes meses de férias deixaram lá bem no fundo os conhecimentos adquiridos, o que é natural, mas alguns deles sentem a necessidade de reavivar os conteúdos anteriormente abordados para que, assim que a escola recomece, se sintam mais dentro das temáticas, outros jovens nem tanto, pelo que, se considera que o seu filho deveria dar uma vista de olhos na matéria anteriormente lecionada, ensine-lhe estratégias lúdicas, prazerosas, para que esta tarefa seja sentida como agradável e não aborrecida.

Não é difícil perceber que sem vontade tudo fica mais complexo, e o tempo gasto não rende, então mais vale pensar em maneiras alternativas de apresentar os conteúdos. Seja criativo e invente palavras cruzadas com a matéria que se quer reavivar, faça charadas acerca das temáticas em apreço, utilize jogos como o sudoku, brincadeiras com números, multiplicações, divisões utilizando as referências deles; agarre nas experiências que tiveram nas férias, nos desenhos animados nas séries que têm estado a ver,… enfim, traga um pouco das vivências dos miúdos e crie momentos de aprendizagem divertidos.

Para os mais pequenos pode realizar atividade simples, como fazer um bolo e solicitar que ajudem nas quantidades, pedir-lhes que vão à despensa buscar os ingredientes (para além de os implicar na leitura dos rótulos, estão a ajudar na organização espacial, pois uma despensa pode ser um verdadeiro enigma para quem não está habituado ao lugar das coisas; orientações como à direita de, atrás de, à frente, mais acima, mais abaixo… pode parecer pouco, mas acabam por ajudar a orientar), depois de confecionado podem cortá-lo às fatias e brincar com as parcelas. Pode, inclusive, fazer um lanche com as personagens que foram abordadas na escola, nas localizações mais importantes, nas margens dos rios…, enfim criar todo um enredo baseado nas aquisições prévias dos miúdos e que agora vale relembrar.

Se uma criança sentir divertimento nas aprendizagens, tudo se torna mais fácil. E assim, está também a aumentar o seu nível de confiança, pois uma criança que sente que domina o assunto torna-se mais capaz de lidar com as situações e até mesmo com o imprevisto, pois aprenderá que se se empenhar, se se interessar pelas coisas saberá e daqui retirará a lição que ninguém nasce ensinado, e se hoje não soubermos, mas formos procurar, amanhã já saberemos.

Um certo grau de insegurança é natural, mas limitarmo-nos a aprender pelo receio de errar deixa de ser natural, pois faz-nos acreditar que só podemos responder, arriscar, quando dominamos tudo. Princípio totalmente errado, uma vez que o erro é um momento de aprendizagem e não uma falha.

E não podemos deixar que os nossos filhos iniciem o ano letivo inseguros, temerosos e hesitantes. Se anteriormente falámos de renovar conteúdos académicos, agora urge falar na segurança emocional, na renovação dos laços de confiança com o próprio e com os outros, pois nem sempre o regresso à escola é sentido como prazeroso, como a oportunidade de recordar as longas conversas com os amigos, para contar as aventuras das férias, as idas ao bar, ao pátio… Para alguns a escola pode ser sentida como deveras ameaçadora, e nós pais, teremos consciência disso? Será que nos apercebemos de como funciona o nosso filho na escola?

Bem sabemos que as crianças e adolescentes podem assumir diferentes posturas na escola e em casa e estas até se podem tornar contrárias, mas saberemos nós, enquanto pais e encarregados de educação, ajudá-los? Conseguiremos estar ao nível das suas expectativas, ou simplesmente detetar quando algo não está a ir pelo melhor caminho? Saberemos iniciar uma conversação de forma clara e precisa, sem deitar tudo a perder (entenda-se aqui como aquela janela de oportunidade, aquela porta entreaberta que os jovens por vezes nos dão)?

De facto, nem sempre é fácil abordar temáticas complexas com os filhos, na maior parte das vezes os pais não sabem como, e os filhos fogem a sete pés. Aproveite estes dias que medeiam o início da escola e, tranquilamente, vá abordando as relações escolares, as facilidades ou dificuldades do regresso. Fomente no seu filho a capacidade de falar, de se emocionar, de gostar ou detestar, de mostrar a forma como concebe a vida, o que lhe é mais difícil de pensar, sentir e expressar, mas também o que lhe é mais fácil de comunicar. Perceba nele o que mais o irrita nos outros, o que o faz aproximar-se ou afastar-se de alguém, pergunte-lhe que características um amigo tem que ter, diga qual o seu conceito de amizade. Fale-lhe das suas próprias experiências, mostre-lhe que os conceitos mudam, que a amizade evolui, que as pessoas mudam, diga-lhe que podemos pertencer a diferentes grupos, que é natural que não gostemos de todos, assim como também é natural que nem todos gostem de nós, mas que isto não pode nem deverá ser motivo para encetarmos planos para nos vingarmos, para rebaixarmos ou deixarmo-nos rebaixar.

Mostre-lhe que nem tudo são rosas, mas que podemos evitar os espinhos por meio da forma como pensamos e agimos. Fale-lhe das novas tecnologias, e não negue que estas vieram para ficar, pelo contrário, integre-as na rotina dos seus filhos, e aprenda mais acerca delas. Pergunte-lhes que novas redes andam por aí, tente saber o que lhe agrada mais em cada uma, o que lhe agrada menos, perceba se o seu filho sabe os perigos associados à navegação, e como se proteger.

Se for mantendo este tipo de diálogo com o seu filho/educando, estará a preparar o terreno e se mais tarde, com o decorrer das aulas, houver alguma dificuldade, alguma complicação, eles terão maior abertura para o questionar, para lhe solicitar ajuda.

Não se esqueça que os seus filhos/educandos pensam de maneira diferente da sua e se mostrar uma atitude repressora e crítica, a tal janela de oportunidade que eles abriram, fecha-se num instante, portanto mais vale perceber como estes funcionam, como pensam, por onde navegam e depois tentar mostrar o melhor caminho, a melhor forma de se desenvencilharem das dificuldades.

Bom regresso às aulas!

 

Agressões em Escolas

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Queridas Manhãs

 

Agressões em Escolas com Hernâni Carvalho e Tânia Paias no programa da SIC – Queridas Manhãs.

As Aventuras da Julieta em…Casa

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Neste episódio a Julieta chama a atenção para novas realidades, nunca esquecendo que somos pessoas de relações.

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