Prova Oral – Bullying com Tânia Paias

0
prova-oral-bullying-tania-paias
Prova Oral com Tânia Paias

Fernando Alvim convida Tânia Paias para o programa Prova Oral. O mote para esta conversa é sobre “Tenho medo de ir à escola”. A autora Tânia Paias, Psicólogo de profissão e diretora do PortalBullying escreveu este livro recorrendo a casos reais para tenta dar respostas concretas às dúvidas que assaltam pais, educadores e os próprios jovens. Afinal, o bullying é algo muito real e sérioe não podemos fechar os olhos – é preciso atuar.

Fonte: Prova Oral

Violência Saudável

0
violencia-saudavel

Violência Saudável, capacidade de gerir, controlar e canalizar.

Para se puder desenvolver um clima de não-violência é necessário assumir, em primeiro lugar, que a violência é um impulso natural nos seres humanos, como em muitos outros mamíferos, natural e até saudável. Não devemos desejar erradicar a violência porque isso seria impossível, mas compreendê-la e encontrar formas cada vez mais adequadas de a expressar. A capacidade de gerir adequadamente o impulso agressivo depende, em grande parte, da maturidade emocional. A questão determinante não está na existência da violência, mas na incapacidade de a gerir, controlar e canalizar.

O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar porque na escola as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Contudo é preciso não esquecer os enormes danos provocados pelo exercício da violência contra amigos, colegas de rua e familiares próximos, como irmãos e primos. Nestes contextos as crianças são frequentemente torturadas por autênticos carrascos da usa idade.

Ler artigo completo em: Violência Saudável (171 descarregamentos)

De Ana Almeida
Psicóloga Clínica
Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica

Histórias Motivacionais

0

Sabes que podes fazer a diferença na vida de alguém?

Nunca te aconteceu precisares de ouvir as palavras certas, no momento certo, para te ligares às tuas emoções positivas e a partir daí encaminhares a tua vida noutra direção?

Sabes que isso é possível, não é?

Então, aquilo que te propomos é que te tornes um inspirador e inspires a vida de alguém.

E o melhor de tudo isto é que não necessitas de fazer grande coisa, basta dares um pouco do teu tempo, uma palavra amiga, um gesto agradável, um sorriso contagiante, um “vai correr tudo bem”, um “eu olho por ti”, um “eu estou aqui para te ajudar”… para o sol voltar a nascer para alguém.

Sim, o sol voltar a nascer, pois quem sente a escola com um espaço desagradável, que mete medo, com receio de que algo possa acontecer, só vê nuvens bem cinzentas e carregadas, e nessa altura até se esquece que apesar de não se ver, o sol está atrás dessas nuvens.

Não te esqueças que é bastante fácil compreendermos o que os outros estão a sentir, basta parares um pouco, ouvires o que o outro te diz e ligares-te a uma emoção que seja igual àquela que a pessoa está a sentir naquele momento…

Inspira-te, conta-nos a tua história e ajuda a inspirar os outros.

Sabes ser AMIGO?

0
erica-santos

Já alguma vez te perguntaste, ou se perguntou também, enquanto adulto, que tenta conduzir/orientar as amizades do seu filho/educando, sobre o que é ser amigo?

Considera que o conceito de amizade é igual nas diferentes idades?

Nem por sombras… Dizemos-lhe…

Então vale a pena indagar acerca do significado deste conceito, e para além de aprofundar a sua definição por entre as diferentes idades, importa perceber como cada criança e jovem o concebe individualmente.

É que muitas vezes a raiz da questão reside aqui, no facto de pensarmos e agirmos de uma maneira e de inconscientemente esperarmos o mesmo tipo de comportamento no outro.

Se isto não acontece….PRONTO…está aberto o caminho para nos desiludirmos, para ficarmos tristes e desapontados com o outro, validando este sentimento através do pensamento “Se gostasse de mim, ou se eu fosse importante, não me teria feito ou dito isto, pois eu nunca seria capaz de lhe fazer o mesmo”.

E o pior de tudo isto é que na maior parte das vezes sentimos apenas, e não verbalizamos. E ao somente sentir e nada dizer, estamos a abrir uma fenda na nossa segurança, estabilidade emocional e a promover sentimentos ambivalentes para com o outro, e acima de tudo para connosco.

E são estes sentimentos contraditórios que nos levam a estar atentos aos comportamentos dos outros e, ao mesmo tempo, nos fazem obter respostas confirmatórias para as nossas suspeitas de “pouca amizade” por parte dos outros.

Então, o que devemos dizer e fazer?

Acima de tudo, comunicar. Expressar as nossas emoções e as nossas sensações ajuda a que o outro nos compreenda melhor e a que nós também possamos compreender melhor o outro.

Por vezes as diferenças de atitude não são reflexo de que não se gosta do outro, simplesmente que não se tomou em consideração como o outro se poderia sentir, por não se pensar da mesma forma…

Daí que seja fundamentar desmontar todo este cenário que começou a ganhar espaço na nossa mente.

Já o velho ditado popular dizia: “A falar é que a gente se entende.”

Boas conversações 🙂

(creditos da imagem – Érica Santos – vencedora do concurso mês da Prevenção e Combate ao Bullying, no ano letivo 2017/2018)

Fogo à Peça – Bullying com Tânia Paias

0

A convidada de Alexandre Honrado para esta edição é Tânia Paias que nos vem falar do Bullying e do seu livro “Tenho Medo de Ir à Escola”.

Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola

0

Grupo de psicólogos lança o Portal Bullying para ajudar os alunos a romperem o silêncio e contarem as agressões de outros colegas

Entre André e Ricardo há um pacto de silêncio. O acordo entre os dois colegas da mesma escola não é formal, mas cada um cumpre a sua parte. André entrega as moedas que traz de casa e Ricardo não o persegue nem o ameaça à saída do balneário. Como a maioria das vítimas de bullying nas escolas portuguesas, André não conta a ninguém que fica aterrorizado sempre que a campainha toca e chega a hora do recreio. André e Ricardo são nomes fictícios usados para descrever um dos padrões mais comuns de bullying em meio escolar identificado por psicólogos e psiquiatras da adolescência e da infância – o segredo entre a vítima e o agressor.

Confessar aos pais ou aos professores as ameaças e humilhações de outros colegas é algo que poucas crianças conseguem, e foi por isso que a clínica de psicologia Psicronos criou o Portal Bullying. O site www.portalbullying.com.pt foi lançado esta semana e convida crianças e adolescentes a partilharem as suas experiências num chat de conversação.

Do outro lado do monitor está um psicólogo que responde em tempo real a todas as dúvidas. “Temos uma equipa de 20 técnicos que se encontram em sete cidades do país e tentam ajudar as crianças vítimas de bullying”, explica Tânia Paias, coordenadora do projecto. Além de fazerem aconselhamento, os psicólogos procuram encaminhar os alunos para os serviços sociais mais adequados na sua área de residência. Cada atendimento é feito com o máximo de sigilo para não intimidar nem afugentar quem procura ajuda: “Os psicólogos garantem a confidencialidade para que os utilizadores se sintam o menor desconforto possível ao contar as agressões que sofrem na escola.”

Por vezes o chat estará offline porque os 20 psicólogos que asseguram o funcionamento do portal não conseguem garantir fazê-lo em permanência: “Os técnicos acumulam este serviço com a sua profissão, logo a disponibilidade não será total”, avisa Tânia Paias. Nesses casos, a criança ou o adolescente deixa uma mensagem no chat e obtém a garantia de que haverá uma resposta “o mais depressa possível”.

Oferecer ajuda às vítimas de violência escolar é uma das prioridades, mas o Portal Bullying tem outros objectivos a cumprir a médio e longo prazo: “Os testemunhos recolhidos pelos nossos técnicos vão servir também para criar uma base de dados que permita avaliar a dimensão que este problema tem junto da população escolar em Portugal.” Diagnosticar o fenómeno em cada estabelecimento de ensino irá permitir aos psicólogos recolher e divulgar essa informação junto dos professores e dos directores das escolas: “Queremos usar o portal para dotar as escolas de instrumentos que permitam construir os seus próprios programas de prevenção, adaptados às características dos seus alunos”, conta Tânia Paias.

 

Catulo, K.
Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola
Bibliografia: Catulo, K. (2010). Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola.
i jornal, p.26.

Cyberbullying

0
Cyberbullying
Cyberbullying

Cyberbullying, o que é?

Cyberbullying supõe o uso e difusão de informação difamatória em formato electrónico através dos meios de comunicação como correio electrónico, mensagens (texto e multimédia), redes sociais, publicação de vídeos e fotografias em plataformas electrónicas de difusão de conteúdos, de um indivíduo ou grupo que pretende, deliberadamente, e de forma repetitiva causar mal estar noutro.

Na era tecnológia, do HI5, FaceBook, MySpace, Twitter, da Sociedade da informação e do Conhecimento deparamo-nos com graves delitos cometidos virtualmente. Para além da ajuda preciosa que estas ferramentas nos proporcionam, tornaram-se também elas numa poderosa arma destrutiva, eficaz na humilhação e destruição da imagem social.

Na conferência mundial sobre a Sociedade da Informação adquiriu-se um compromisso de utilização, partilha e conhecimento proporcionado pelas novas tecnologias para que todos os povos pudessem alcançar o seu pleno potencial e concretizar metas e objectivos de desenvolvimento. Mas o uso indevido das novas tecnologias faz com que nos cheguem inúmeros delitos informáticos conduzindo a uma elevada percentagem de casos de violência online; o Cyberbullying que remete para um tipo particular de violência, aquela que é perpetrada em torno das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação).

Um estudo levado a cabo por Berkowitz põe em evidência que as TIC estão na origem de muitas situações violentas.

Artigo completo Cyberbullying (274 descarregamentos)

Uma história com final feliz

0
uma-historia-de-bullying
Uma história de bullying

Uma história de bullying com final feliz

Uma história de bullying homofóbico através do youtube. O vídeo que, segundo o autor, foi gravado às quatro da madrugada, mostra um rapaz comovido com o bullying de que era alvo na escola – por ser homossexual – e que relata através de uma espécie de legendas em folhas de papel. Na descrição do vídeo, no YouTube, conta como a sua história teve um final feliz

Ler mais em:http://visao.sapo.pt/

Romper com falsas crenças

0

A tolerância e aceitação para com o que foge à norma, ao que se está habituado, é a melhor forma de prevenir a violência entre pares.
Apoiar para libertar as falsas crenças é crescer para um mundo mais saudável, mais compreensivo e naturalmente mais alegre.

Porque teremos nós que educar as nossas crianças para os conceitos que são tradicionalmente aceites pela sociedade vigente. As nossas emoções, os nossos sentimentos não se regem por estatutos sociais, por etnias, por diferentes tons de pele, pois debaixo de tudo isto somos pessoas que possuem as mesmas necessidade básicas.

Necessidades estas de ditam a forma como nos iremos sentir e pensar, pois se educarmos para a igualdade, para a tolerância e para a compreensão, certamente teremos crianças mais iguais, sendo que a máxima sempre foi e sempre será, “todos iguais, todos diferentes”. Aqui quando digo crianças mais iguais, refiro-me à aceitação da diferença do outro como sinal da sua própria individualidade/condição, o que seja, mas que isso não a diferencie das vivências supostas para a sua idade.

Num mundo que muda a uma velocidade estonteante, mudemos também as nossas crenças, atitudes e forma como educamos os nossos filhos, educandos e alunos.

Necessitamos de mais crianças e jovens que se defendam, que defendam os outros e que se posicionem como igual ao outro, sem que este igual tenha que se referir ao mesmo tom de pele, aos mesmos gostos, interesses, estilos de vestir, pois é na diversidade que aprendemos a olhar sem criticar, sem julgar e sem retaliar.

Os jovens, que “sofrem” muito pelo contágio social, se deixem contagiar por atitudes como estas 🙂

Coisas de miúdos??

0

Todos precisamos agir contra o maltrato entre jovens

O Bullying, muitas vezes é associado a coisas de miúdos, e na maior parte dos casos, é por isso mesmo, banalizado, ignorado e incompreendido…

Um vídeo que integrou o mês da prevenção e combate ao Bullying na América, foi levado a cabo numa cadeia de fast food, em que foi feito um paralelismo entre uma agressão a um hambúrguer e uma agressão a um jovem, levada a cabo por um grupo de “amigos”, realçou que 95% das pessoas reclamavam mais facilmente o estado do hambúrger, do que a humilhação a que o jovem estava a ser sujeito.

It´s not Okay. O que reclamamos em primeiro lugar???Todos precisamos agir contra o maltrato entre jovens

Publicado por PortalBullying em Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

Mesmo que fosse perceptível no rosto de muitos o desagrado, o incómodo, pouco ou nada fizeram, para além de olhar e provavelmente internamente reprovar o acto, mas não é desta forma que conseguimos alterar os comportamentos mais nocivos, não é nem deve ser este o caminho…

É mais fácil não fazer nada, mas que caminho é este? Que sociedade estamos a criar, que legado deixamos aos nossos filhos, aos que olham para nós como um exemplo a seguir.

O vídeo que aqui vimos, coloca a tónica numa pequena percentagem de pessoas que se insurgem, que agem, que fazem a sua parte para defender o jovem e para mostrar aos que estão a agredir que o caminho não é esse. Se formos coniventes com a violência os jovens irão continuar a acreditar que esta é um meio para atingir um fim, agora se a reprovarmos, se nos mostrarmos, em toda e qualquer situação e circunstância contra, então talvez esta cultura de violência, de humilhação possa ser entendida como algo desagradável, como algo a não repetir.

O vídeo que o portalbullying lançou no dia 20 deste mês pretende mostrar exatamente que as nossas atitudes fazem a diferença e que não nos basta apenas observar, há que agir, há que mudar

Portanto, vamos ajudar?????

veja ou reveja o vídeo:

Muda de atitude e combate o Bullying

A não perder