Casos de violência juvenil repetem-se ao longo dos anos

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O caso do adolescente agredido na Figueira da Foz está longe de ser caso único. Nos últimos anos foram noticiados vários episódios de violência juvenil. Os últimos números do Ministério da Educação referem-se ao ano lectivo de 2012/2013, período em que foram reportados 726 atos contra a liberdade e a integridade física.

Ler mais: RTP

Superprotecção dos jovens faz aumentar casos de bullying

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Superprotecção dos jovens faz aumentar casos de bullying, alerta psicóloga

Margarida Gaspar de Matos, professora da Faculdade de Motricidade Humana, disse, esta quarta-feira, à TSF, que o fenómeno do bullying aumenta devido à superprotecção dos mais novos.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

Cyberbullying

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Cyberbullying
Cyberbullying

Cyberbullying, o que é?

Cyberbullying supõe o uso e difusão de informação difamatória em formato electrónico através dos meios de comunicação como correio electrónico, mensagens (texto e multimédia), redes sociais, publicação de vídeos e fotografias em plataformas electrónicas de difusão de conteúdos, de um indivíduo ou grupo que pretende, deliberadamente, e de forma repetitiva causar mal estar noutro.

Na era tecnológia, do HI5, FaceBook, MySpace, Twitter, da Sociedade da informação e do Conhecimento deparamo-nos com graves delitos cometidos virtualmente. Para além da ajuda preciosa que estas ferramentas nos proporcionam, tornaram-se também elas numa poderosa arma destrutiva, eficaz na humilhação e destruição da imagem social.

Na conferência mundial sobre a Sociedade da Informação adquiriu-se um compromisso de utilização, partilha e conhecimento proporcionado pelas novas tecnologias para que todos os povos pudessem alcançar o seu pleno potencial e concretizar metas e objectivos de desenvolvimento. Mas o uso indevido das novas tecnologias faz com que nos cheguem inúmeros delitos informáticos conduzindo a uma elevada percentagem de casos de violência online; o Cyberbullying que remete para um tipo particular de violência, aquela que é perpetrada em torno das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação).

Um estudo levado a cabo por Berkowitz põe em evidência que as TIC estão na origem de muitas situações violentas.

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Rir com os outros, e não dos outros

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Hoje comemora-se o dia internacional do Riso.

E rir é das melhores coisas para a nossa saúde, melhora o nosso humor, a nossa atenção e contribui para uma vida mais leve e livre.

Rir aproxima as pessoas, torna-nos mais criativos e abertos e naturalmente mais predispostos para querer conhecer outros, para socializar.

Neste dia internacional do riso, e daqui em diante, que sejamos mais capazes de rir com os outros e não dos outros.

Se nos aproximarmos dos outros de forma genuína, sem julgar nem interpretar, o sorriso fácil virá, a vida mais simples será e um sem fim de alegrias acontecerá 🙂

 

Mães foram as que mais ligaram para a linha de apoio

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Young Lady Phone Female African Woman Black

A linha criada há um ano pela Associação Nacional de Professores (ANP) para apoiar vítimas de bullying (violência sobre alunos praticada pelos colegas) recebeu maioritariamente chamadas de mães e do distrito de Lisboa.

Ler mais em: http://www.rtp.pt/

Sintomas de Bullying, Filhos e Cadilhos – Tânia Paias

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Tânia Paias, Directora do PortalBullying foi convidada do programa Filhos & Cadilhos no Porto Canal. Sintomas de Bullying foi o tema em análise.

O músico João Só fala do projeto “Deixa O Bullying Só”

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“Deixa O Bullying Só” no Diário da Manhã da TVI

João Só fala do projeto “Deixa o bullying só”, que vai inspirar cada um a criar o seu próprio hino anti-bullying. Este projeto conta com a participação de Nuno Markl.

“Quando fui desafiado a participar neste projeto aceitei de imediato. Já fiz muito voluntariado com miúdos desta idade (…) e achei que, como músico e artista, tinha mais do que obrigação de contribuir com a minha arte para combater o bullying”, disse à agência Lusa João Só.

Decretada 3ª Idade ao Facebook

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Qual a proximidade que temos com as redes sociais mais utilizadas pelas crianças e jovens?

Qual o conhecimento que possuímos acerca da variedade de plataformas que existem?

São os nossos filhos digitais? Será que não as utilizam de todo?

Estas são questões que se nos devem afigurar e sobre as quais devemos pensar.

Imbuídos deste espírito feliz e de exploração das emoções mais básicas que se fez sentir um pouco pelas redes sociais (dia do pai e dia da felicidade), importa trazer para a conversação o uso que os jovens fazem destas plataformas, o impacto que estas possuem nas suas vidas e a diferença entre o conhecimento de pais e filhos.

Se estes são conteúdos amplamente disseminados, não estão de todo clarificados. E para um exercício parental mais saudável e feliz, importa perceber as diferenças que existem face ao uso entre jovens e adultos.

Se é certo que existe uma utilização massiva das redes sociais por parte de crianças/jovens/adultos/seniores, o certo também é que ela difere quanto ao seu conteúdo, forma, intensidade, proliferação e obviamente plataforma utilizada.

Se há uns anos atrás, num artigo que li do professor Daniel Sampaio, com um título eloquente –  A Morte do Pato Donald – referindo-se às profundas mudanças ocorridas nos últimos tempos, à quase extinção dos livros aos quadradinhos, à sua substituição pelos ecrãs – Viva o Pokémon – e ao menor investimento nas brincadeiras ao ar livre, colocando assim a tónica na alteração do paradigma familiar, hoje, passados quase dez anos, (não sei ao certo se este artigo era do ano de 2009, mas sei que escrevi acerca disso em agosto de 2009 (recuperarei em breve esse artigo)) estamos noutra era, as novas tecnologias são uma realidade na vida de qualquer criança e as redes sociais são uma realidade na vida dos jovens.

Fazendo uma analogia com o título do professora Daniel Sampaio – A morte do Pato Donald – Viva ao Pokémon, hoje podemos decretar a morte ao Facebook e celebrar a vida do Insta e do Twitter (entre outras).

O Facebook foi a primeira grande plataforma social que recolheu grande simpatia e utilizadores, mas hoje já não está seguramente na sua lista de preferências dos mais jovens. Aliás, ela até é catalogada “para os avós“, como tantas vezes ouço dizer.

Importa então saber quais as redes sociais preferidas dos mais novos, a forma como estas operam, o que lá se vai passando, e qual o grau de utilização.

O conhecimento e o diálogo em torno destas temáticas urge e se se torna difícil proibir, o que poderemos fazer é condicionar, limitar, sempre com base na comunicação, na abertura e no diálogo simples e emotivo.

Quando refiro que não estamos mais na era de proibir, quero dizer que apesar de em casa não permitirmos que os nossos filhos possuam esta ou aquela conta, esta ou aquela rede, estes podem a elas aceder na escola, na casa dos colegas, nos grupos a que pertencem, no meio onde passam mais tempo do seu dia-a-dia.

Portanto, melhor do que fazer de conta que elas não existem, é perceber quais são, o que permitem e como funcionam.

Perguntem aos vossos filhos as diversidades de plataformas sociais que existem, as profissões que estes almejam e como estes vêem o futuro.

Provavelmente surpreender-se-ão !

Dia escolar da não-violência e da educação pela paz

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Hoje comemora-se o Dia Escolar da Não-Violência e da Educação.

Esta data visa alertar para a necessidade de sensibilizar para uma educação para a PAZ, SOLIDARIEDADE E RESPEITO MÚTUO.

Este dia foi escolhido por ter sido a data em que Mahatma Gandhi foi assassinado.

Do seu legado, podemos hoje recordar:

“Não existe um caminho para a Paz. A Paz é o caminho”

Neste dia é importante sensibilizar as nossas crianças e jovens, e toda a comunidade em geral, para a Solidariedade, Compaixão, Diferença, Amizade,…

É um dia especial, mas teremos que fazer deste dia uma realidade nas nossas vidas, no que a estas realidades toca, todos os dias devem ser dias especiais.

É importante ativar consciências, é preciso ativar o associativismo, é preciso unir estes jovens e não deixar que o papel passivo dos observadores, a sua dificuldade em se colocarem no lugar do outro, validem, ou sirvam de argumento para agredir.

A explosão de raiva que por vezes emerge no efeito grupo deve levar a uma profunda análise do contexto social e do nosso papel enquanto educadores e cidadãos.

 

 

Compreender que a raiva, a agressividade e a zanga existe, mas canalizá-las para outros fins, que não sejam a sua gratuita expressão, é fundamental e aí o desporto escolar, os clubes, as associações desportivos e os centros de treinos, poderão ter um papel fundamental.

Ativar empatia, compaixão e capacidade reflexiva torna-se cada vez mais urgente.

Educarmos para a cidadania, para a solidariedade e para um adequado uso das redes sociais é imperioso.

Serão estas as premissas que irão promover uma sociedade mais justa, mais capaz e mais interventiva.

É fundamental, portanto, que se trabalhe desde cedo, prevenindo, evitando, consciencializando e amparando os nossos jovens.

Municípios, apostem na prevenção.
Agrupamentos, criem condições.
Pais e encarregados de educação, participem.

Juntos faremos a diferença

Fontes de Inspiração, John Cena surpreende os fãs

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John Cena surpreende os fãs

Todos os jovens necessitam de fontes de inspiração, por isso é que o nosso trabalho se assume como fundamental. Permitir transformar a tristeza, o desamparo, a solidão e o lado mais difícil da vida, em força para nos impulsionarmos em direcção ao futuro e rumo à melhoria da nossa vida, é e deve sempre ser a nossa máxima.

assistam ao vídeo e comovam-se:)

John Cena Reacts

I’m not crying…you are crying…Thanks to John Cena and his fans for opening up and sharing their experience.

Publicado por Cricket Wireless em Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

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