Marcelo Rebelo de Sousa recomenda “Tenho medo de ir à Escola”

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Marcelo Rebelo de Sousa Recomenda livro, "Tenho medo de ir à escola"

Marcelo Rebelo de Sousa recomenda o livro de Tânia Paias “Tenho medo de ir à Escola

Casos de violência juvenil repetem-se ao longo dos anos

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O caso do adolescente agredido na Figueira da Foz está longe de ser caso único. Nos últimos anos foram noticiados vários episódios de violência juvenil. Os últimos números do Ministério da Educação referem-se ao ano lectivo de 2012/2013, período em que foram reportados 726 atos contra a liberdade e a integridade física.

Ler mais: RTP

Vencedores do concurso

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Vencedor Bullying

Vencedores do concurso
“Outubro mês da prevenção ao Bullying”

No mês de Outubro lançamos um desafio às escolas sobre prevenção ao Bullying e, foi com enorme satisfação que recebemos de todo o país as várias propostas nas diferentes categorias (Vídeo, Fotografia/ilustração, Frases e Poema).

Hoje deixamos a lista dos vencedores do concurso

 

Categoria Vídeo

Categoria Fotografia/ilustração

Categoria Frases

Categoria Poema

Parabéns a todos!

#nobullyever

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O seu filho não quer ir à escola? Atenção porque pode ser vítima de bullying

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Radio Renascença

Bullying é descrito como uma “agressão” que acontece no âmbito escolar e junto dos mais novos, mas a realidade tem demonstrado que este fenómeno ultrapassa os muros das escolas e pode chegar às universidades.

Já ouviu o seu filho dizer que não quer ir à escola? Nota que ele anda mais revoltado e com tendências para se isolar? Então talvez deva prestar atenção, porque ele pode estar a ser vítima de bullying. Um fenómeno muitas vezes silencioso, que se espalha além do recinto escolar, e que conta com o contributo das novas tecnologias.

Fonte: Radio Renascença

Violência nas escolas retratada no teatro

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Violência nas escolas retratada em peça de teatro ‘Bullying’

A peça ‘Bullying’, inserida no Programa de Teatro para a Educação, num projecto desenvolvido pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, estreia amanhã na Escola Secundária de Tavira, num espectáculo que terá duas sessões, às 10h00 e às 14h00.

Ler mais em:http://www.cmjornal.pt/

Relações Virtuais

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Cyberbullying
Cyberbullying

Um dos maiores desafios com que nos temos deparado nestes último ano tem que ver com a entrada abrupta das novas formas de relacionamento casa adentro. A verdade é que a internet, as redes sociais e a tecnologia já faziam parte do nosso dia-a-dia e que as tecnologias são o caminho para o futuro, mas este rápido crescimento, que levou todos e todas de forma indiscriminada, conduziu a uma profunda reflexão e a uma necessidade de se saber mais, de se compreender o porquê, para que estejamos prontos para auxiliar as nossas crianças e adolescentes.

O que era expectável ter acontecido num par de anos, aconteceu de um dia para o outro sem que estivéssemos preparados, quer do ponto de vista tecnológico, quer mental. Os dados foram perentórios a afirmar/confirmar essa mudança/necessidade. Por exemplo, algumas estatísticas mostraram-nos que os vídeos aumentaram em 200%, assim como galopámos na senda tecnológica. O que era esperado acontecer daqui as uns anos, vimo-nos obrigados a acelerar para conseguir viver…

Fomos levados para casa, mas o trabalho também para lá foi, seguiu-se a escola, as festas de aniversário, os convívios com os familiares, os jantares com os amigos, tudo passou a ser online, e esta ferramenta foi extremamente útil e versátil, mas rapidamente se começaram a sentir dificuldades, pois não estávamos preparados para esta “invasão” e substituição de rotinas. Começou a ser frequente, no discurso de muitos pais, que não estavam a conseguir acompanhar/frenar certos ímpetos dos filhos, certas atitudes, certos desafios, certas conversações. A desfasagem entre conteúdos/conhecimentos/linguagem digital não pode ser um fosso, temos que investir na literacia digital para que sejamos capazes de acompanhar os constantes desafios.

A Internet é um mundo, que saibamos viver neste mundo da melhor forma, que os desafios que coloca às crianças e adolescentes sejam sempre acompanhados pelo adulto de referência. Há relacionamentos amorosos online? Há vícios online? Há roubos online? Há ódio online? Há perigo à espreita? Sim, sim, sim, sim e sim. O que fazer? Impedir o uso? Será a melhor solução? Claro que não, agora educar para uma visão mais consciente, para um uso responsável e para uma circulação mais saudável, esse sim, é o caminho.

Identidade Digital, Encriptação, IP, Pegada Digital, Fake News, Cyberbullying, Stalking, Sexting, Discurso do Ódio e por aí fora… são conceitos que devemos saber e transmitir.

Por uma internet mais seguro e por um relacionamento mais saudável.

O músico João Só fala do projeto “Deixa O Bullying Só”

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“Deixa O Bullying Só” no Diário da Manhã da TVI

João Só fala do projeto “Deixa o bullying só”, que vai inspirar cada um a criar o seu próprio hino anti-bullying. Este projeto conta com a participação de Nuno Markl.

“Quando fui desafiado a participar neste projeto aceitei de imediato. Já fiz muito voluntariado com miúdos desta idade (…) e achei que, como músico e artista, tinha mais do que obrigação de contribuir com a minha arte para combater o bullying”, disse à agência Lusa João Só.

Romper com falsas crenças

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A tolerância e aceitação para com o que foge à norma, ao que se está habituado, é a melhor forma de prevenir a violência entre pares.
Apoiar para libertar as falsas crenças é crescer para um mundo mais saudável, mais compreensivo e naturalmente mais alegre.

Porque teremos nós que educar as nossas crianças para os conceitos que são tradicionalmente aceites pela sociedade vigente. As nossas emoções, os nossos sentimentos não se regem por estatutos sociais, por etnias, por diferentes tons de pele, pois debaixo de tudo isto somos pessoas que possuem as mesmas necessidade básicas.

Necessidades estas de ditam a forma como nos iremos sentir e pensar, pois se educarmos para a igualdade, para a tolerância e para a compreensão, certamente teremos crianças mais iguais, sendo que a máxima sempre foi e sempre será, “todos iguais, todos diferentes”. Aqui quando digo crianças mais iguais, refiro-me à aceitação da diferença do outro como sinal da sua própria individualidade/condição, o que seja, mas que isso não a diferencie das vivências supostas para a sua idade.

Num mundo que muda a uma velocidade estonteante, mudemos também as nossas crenças, atitudes e forma como educamos os nossos filhos, educandos e alunos.

Necessitamos de mais crianças e jovens que se defendam, que defendam os outros e que se posicionem como igual ao outro, sem que este igual tenha que se referir ao mesmo tom de pele, aos mesmos gostos, interesses, estilos de vestir, pois é na diversidade que aprendemos a olhar sem criticar, sem julgar e sem retaliar.

Os jovens, que “sofrem” muito pelo contágio social, se deixem contagiar por atitudes como estas 🙂

Superprotecção dos jovens faz aumentar casos de bullying

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Superprotecção dos jovens faz aumentar casos de bullying, alerta psicóloga

Margarida Gaspar de Matos, professora da Faculdade de Motricidade Humana, disse, esta quarta-feira, à TSF, que o fenómeno do bullying aumenta devido à superprotecção dos mais novos.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

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