Violência Saudável

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Violência Saudável, capacidade de gerir, controlar e canalizar.

Para se puder desenvolver um clima de não-violência é necessário assumir, em primeiro lugar, que a violência é um impulso natural nos seres humanos, como em muitos outros mamíferos, natural e até saudável. Não devemos desejar erradicar a violência porque isso seria impossível, mas compreendê-la e encontrar formas cada vez mais adequadas de a expressar. A capacidade de gerir adequadamente o impulso agressivo depende, em grande parte, da maturidade emocional. A questão determinante não está na existência da violência, mas na incapacidade de a gerir, controlar e canalizar.

O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar porque na escola as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Contudo é preciso não esquecer os enormes danos provocados pelo exercício da violência contra amigos, colegas de rua e familiares próximos, como irmãos e primos. Nestes contextos as crianças são frequentemente torturadas por autênticos carrascos da usa idade.

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De Ana Almeida
Psicóloga Clínica
Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica

Dia escolar da não-violência e da educação pela paz

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Hoje comemora-se o Dia Escolar da Não-Violência e da Educação.

Esta data visa alertar para a necessidade de sensibilizar para uma educação para a PAZ, SOLIDARIEDADE E RESPEITO MÚTUO.

Este dia foi escolhido por ter sido a data em que Mahatma Gandhi foi assassinado.

Do seu legado, podemos hoje recordar:

“Não existe um caminho para a Paz. A Paz é o caminho”

Neste dia é importante sensibilizar as nossas crianças e jovens, e toda a comunidade em geral, para a Solidariedade, Compaixão, Diferença, Amizade,…

É um dia especial, mas teremos que fazer deste dia uma realidade nas nossas vidas, no que a estas realidades toca, todos os dias devem ser dias especiais.

É importante ativar consciências, é preciso ativar o associativismo, é preciso unir estes jovens e não deixar que o papel passivo dos observadores, a sua dificuldade em se colocarem no lugar do outro, validem, ou sirvam de argumento para agredir.

A explosão de raiva que por vezes emerge no efeito grupo deve levar a uma profunda análise do contexto social e do nosso papel enquanto educadores e cidadãos.

 

 

Compreender que a raiva, a agressividade e a zanga existe, mas canalizá-las para outros fins, que não sejam a sua gratuita expressão, é fundamental e aí o desporto escolar, os clubes, as associações desportivos e os centros de treinos, poderão ter um papel fundamental.

Ativar empatia, compaixão e capacidade reflexiva torna-se cada vez mais urgente.

Educarmos para a cidadania, para a solidariedade e para um adequado uso das redes sociais é imperioso.

Serão estas as premissas que irão promover uma sociedade mais justa, mais capaz e mais interventiva.

É fundamental, portanto, que se trabalhe desde cedo, prevenindo, evitando, consciencializando e amparando os nossos jovens.

Municípios, apostem na prevenção.
Agrupamentos, criem condições.
Pais e encarregados de educação, participem.

Juntos faremos a diferença

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