Violência. Raparigas estão mais agressivas e população menos tolerante a agressões

0

Constança e Marta põem-se em posição de ataque. Marta conta até três e começa a esbofetear um rapaz que está encostado a uma parede. Os amigos riem-se da sua falta de força e Constança decide mostrar como se faz. Fecha a mão em punho e diz: “Isto é que é força.” A partir daí, as duas vão trocando a posição de comando, perante o incentivo de um grupo de colegas. Mais murros, mais bofetadas e até joelhadas nos órgãos genitais. São 13 minutos de agressões transformadas em filme e que foram divulgadas nas redes sociais na noite de terça-feira. Antes de ser eliminado do YouTube, site que proíbe conteúdo concebido para “assediar, intimidar ou ameaçar”, contava com mais de 1,5 milhões de visualizações. As reacções de indignação não se fizeram esperar e o jovem agredido ganhou nome e até uma página de apoio no Facebook. “Todos pelo Jorge Oliveira” contava ontem à noite com mais de 8 mil likes e centenas de mensagens de apoio ao estudante da Escola Secundária Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz.

Agressão no feminino Apesar de o vídeo ter sido divulgado esta semana, a agressão aconteceu em Junho do ano passado e teve lugar numa zona residencial da cidade e não dentro da escola, como as primeiras notícias sobre o caso davam a entender. Com duas raparigas a liderar, o grupo fica completo com, pelo menos, mais seis adolescentes, identificados pela PSP, que vão surgindo durante o vídeo a incentivar a agressão.

Para a coordenadora do Portal Bullying, Tânia Paias, este tipo de comportamento vem contrariar o que é comum entre raparigas: a exclusão e a violência verbal. “O sexo feminino não é tão dado à violência física como os rapazes, mas cada vez mais vemos caso de raparigas como agressoras”, esclarece a psicóloga, adiantando que este comportamento mostra uma forma distorcida de “afirmação perante o sexo oposto”.

Ler mais em: ionline

Marcelo Rebelo de Sousa recomenda “Tenho medo de ir à Escola”

0
marcelo-rebelo-sousa-recomenda
Marcelo Rebelo de Sousa Recomenda livro, "Tenho medo de ir à escola"

Marcelo Rebelo de Sousa recomenda o livro de Tânia Paias “Tenho medo de ir à Escola

Fogo à Peça – Bullying com Tânia Paias

0

A convidada de Alexandre Honrado para esta edição é Tânia Paias que nos vem falar do Bullying e do seu livro “Tenho Medo de Ir à Escola”.

À Volta dos Livros

0

Ana Daniela Soares conversa com Tânia Paias autora do livro – “Tenho medo de ir à escola”

Fonte: http://www.rtp.pt/play/p312/e144546/a-volta-dos-livros

O seu filho não quer ir à escola? Atenção porque pode ser vítima de bullying

0
Radio Renascença

Bullying é descrito como uma “agressão” que acontece no âmbito escolar e junto dos mais novos, mas a realidade tem demonstrado que este fenómeno ultrapassa os muros das escolas e pode chegar às universidades.

Já ouviu o seu filho dizer que não quer ir à escola? Nota que ele anda mais revoltado e com tendências para se isolar? Então talvez deva prestar atenção, porque ele pode estar a ser vítima de bullying. Um fenómeno muitas vezes silencioso, que se espalha além do recinto escolar, e que conta com o contributo das novas tecnologias.

Fonte: Radio Renascença

Prova Oral – Bullying com Tânia Paias

0
prova-oral-bullying-tania-paias
Prova Oral com Tânia Paias

Fernando Alvim convida Tânia Paias para o programa Prova Oral. O mote para esta conversa é sobre “Tenho medo de ir à escola”. A autora Tânia Paias, Psicólogo de profissão e diretora do PortalBullying escreveu este livro recorrendo a casos reais para tenta dar respostas concretas às dúvidas que assaltam pais, educadores e os próprios jovens. Afinal, o bullying é algo muito real e sérioe não podemos fechar os olhos – é preciso atuar.

Fonte: Prova Oral

Uma história com final feliz

0
uma-historia-de-bullying
Uma história de bullying

Uma história de bullying com final feliz

Uma história de bullying homofóbico através do youtube. O vídeo que, segundo o autor, foi gravado às quatro da madrugada, mostra um rapaz comovido com o bullying de que era alvo na escola – por ser homossexual – e que relata através de uma espécie de legendas em folhas de papel. Na descrição do vídeo, no YouTube, conta como a sua história teve um final feliz

Ler mais em:http://visao.sapo.pt/

Unesco lançará orientações para governos sobre luta contra homofobia nas escolas em 2012

0
homofobia-escolas

Em 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) vai lançar um documento com orientações a governos de todo o mundo para o enfrentamento da homofobia em ambiente escolar. O bullying contra estudantes LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais) foi tema de uma reunião promovida pela entidade esta semana no Rio de Janeiro, com a presença de especialistas de 25 países.

Ler mais em: Globo.com

Barack Obama partilha que foi vitima de bullying na infância.

0

O presidente Barack Obama, durante a conferencia realizada na Casa Branca, confessou que foi vítima de bullying durante a infância por ter “grandes orelhas” e nome incomum.

“Bullying isn’t a problem that makes headlines every day, but every day it touches the lives of people all across the country,” 

O presidente dos EUA lembrou ainda que, segundo as últimas estatísticas, um terço dos estudantes do ensino secundário reportaram casos de bullying no passado ano lectivo.

Bullying Escolar

0
bullying-escolar
Bullying Escolar

Bullying Escolar, esteja atento.

Bullying Escolar, atualmente é falar de violência escolar. O termo bullying foi cunhado por Dan Olweus numa das suas investigações sobre tendências suicidas em adolescentes. Bullying é toda a violência não física, todo o tipo de agressão e condutas verbais, desde os simples insultos, a fazer piadas e gozar com a criança, o uso de alcunhas cruéis, ridicularizar, etc.. Bullying é uma forma de pressão social que acarreta, por vezes, traumas muito importantes na vida dos alunos que são sujeitos diariamente a este tipo de maus-tratos.

A escola é um dos contextos em que o Bullying mais se faz sentir uma vez que se encontram num mesmo espaço muitas crianças e que se torna difícil para os adultos vigiarem todos os comportamentos e intervirem atempadamente. Num estudo recente, a Margarida Gaspar de Matos e colaboradores apuraram que 57.5% dos alunos entre os 11 e os 16 anos estão envolvidos em comportamentos provocatórios. O Bullying, ocorre como qualquer outra forma de assédio ou maltrato. É perpetrado, habitualmente, por crianças que têm, por qualquer motivo, mais força ou poder do que a vítima; o agressor acusa a vítima de ser responsável pelo abuso e maltrato a que foi sujeita. A vitima muitas vezes sente-se verdadeiramente responsável pelo que aconteceu, a culpa é dela, por ser feia, gorda, fraca, etc..

Esta forma de violência passa, na maior parte das vezes, despercebida aos olhos dos pais, dos professores e da sociedade em geral. A vítima de bullying pode sofrer este tipo de maltrato durante muito tempo sem que ninguém perceba o que se está a passar. O agressor exerce uma enorme pressão, incutindo medo e ameaçando retaliar para que a vitima se mantenha em silêncio. Muitas vezes, os pais e os professores só notam que se está a passar alguma coisa grave quando observam os efeitos dos danos desta pressão, que se manifestam sob a forma de fobia à escola, baixo rendimento escolar, depressão e doenças psicossomáticas.
Observarmos este tipo de problemas numa criança ou num jovem não significa que ele esteja a ser vítima de bullying, há muitas outras razões possíveis; mas ser vítima de bullying é uma hipótese a investigar com seriedade. O bullying deve ser travado o mais rapidamente possível.
A vítima de bullying deve ser apoiada por um psicólogo porque apresentará, com toda a certeza, um sofrimento psíquico importante. O agressor também deve ser acompanhado porque o exercício persistente e continuado de bullying é revelador de um enorme mal-estar interno. O autor de bullying vê a violência como uma forma de alcançar poder.

Ler artigo completo [download id=”1483″]

Por Tânia Paias e Ana Almeida

A não perder