Votação Retomada

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Caros participantes, está oficialmente aberto o período de votações para o concurso decorrido – Outubro mês da prevenção ao Bullying.

Para que o teu trabalho seja seleccionado, o mesmo deve conter o máximo de comentários.

Avisa os teus pais, amigos, colegas e professores para participarem neste evento que visa sensibilizar e educar as pessoas para a temática da prevenção ao Bullying.

Acedam ao site portalbullying.com.pt/concurso

O período de votações vai de 21 de Novembro a 3 de Dezembro.

As Aventuras da Julieta em…Casa

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Neste episódio a Julieta chama a atenção para novas realidades, nunca esquecendo que somos pessoas de relações.

Coordenador do Tribunal de Menores de Lisboa diz que “bullying” devia ter lei própria

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O coordenador do Tribunal de Família e Menores de Lisboa, Celso Manata, defendeu esta quarta-feira que o “bullying” (perseguição e humilhação continuada, normalmente em contexto escolar) devia ter uma norma específica.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

Rir com os outros, e não dos outros

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Hoje comemora-se o dia internacional do Riso.

E rir é das melhores coisas para a nossa saúde, melhora o nosso humor, a nossa atenção e contribui para uma vida mais leve e livre.

Rir aproxima as pessoas, torna-nos mais criativos e abertos e naturalmente mais predispostos para querer conhecer outros, para socializar.

Neste dia internacional do riso, e daqui em diante, que sejamos mais capazes de rir com os outros e não dos outros.

Se nos aproximarmos dos outros de forma genuína, sem julgar nem interpretar, o sorriso fácil virá, a vida mais simples será e um sem fim de alegrias acontecerá 🙂

 

Contas-me uma história?

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Vamos fazer um apelo ao teu lado criativo, e em conjunto vamos editar um livro que mostra as nossas vidas por estes dias.

Em primeiro lugar deixamos-te esta imagem para que a pintes da forma que mais gostares.

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Em segundo lugar pedimos-te, com a ajudo dos teus pais, se achares necessário, que contes uma história para esta imagem, mas a viver os tempos que estamos a viver, ou seja, esta imagem mostra a nossa amizade, o carinho, o abraço, o estarmos a conviver todos muito próximos uns dos outros. Mas esta proximidade não é agora possível, aliás, agora este afastamento é um ato de amor, mas não é por isso que deixamos de gostar de carinhos, de ter afeto pelos outros, de os querer abraçar de estar ao pé deles, de mostrar a nossa amizade.

Pedimos-te então que escrevas uma história de como continuas a mostrar afeto pelos teus amigos, de como é estar em casa, de como te sentes, e do que precisas para ficares bem e do que podes dar/dizer aos outros para que fiquem bem também. Podes criar também ilustrações, ou somente pintar este desenho, ou apenas uma personagem deste desenho, o que quiseres.

No final envia-nos o teu trabalho e nós iremos compilá-lo e criar um e-book.

Envia para tania.paias@portalbullying.com.pt

Ficamos à espera das tuas aventuras.

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Dia Mundial da prevenção ao Bullying

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Prevenção ao Bullying

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Prevenção ao Bullying, e quero aqui deixar algumas ferramentas para educadores, professores, técnicos e pais encetarem um diálogo à volta desta temática.

Mas antes, e para enquadrar a minha escolha pelos livros, deixo-vos aqui um artigo que escrevi para o blog Janela Clínica, em 26 de agosto de 2009:

“A MORTE DO PATO DONALD – avô conta-me uma história

A propósito deste tema lembrei-me de um artigo que li há algum tempo na revista Pública do Expresso do Dr. Daniel Sampaio. O artigo iniciava com uma pequena resenha a outro artigo “Os 25 mitos da Pediatria” no qual também se podia ler algumas inovações para pais e professores, mas Daniel Sampaio quis acrescentar a profunda mudança ocorrida nestes últimos anos e intitula o seu artigo como: A MORTE DO PATO DONALD

Depois de alguma procura consegui encontrar o artigo e transcrevo aqui alguns items que me parecem fulcrais para o assunto em questão.

“O quotidiano da criança mudou. Hoje vão cedo para a creche e não brincam na rua, o peluche caiu em desuso e o Pato Donald morreu. Um menino dos nossos dias que aprendeu a ler não se entretém com uma revista de quadradinhos do Tio Patinhas, como acontecia com os seus pais, até porque só com dificuldade a encontrará nas bancas. Mickey e Minnie, Donald e Margarida, Pateta e Clarabela são “casais” do passado, seres assexuados que só tinham sobrinhos (quem seriam os pais) e se entretinham com estórias que hoje nos parecem inverosímeis. O mundo de hoje é outro: telemóvel e computador, Game-Boy e Play-Station são utilizados com grande à-vontade por crianças pequenas…Tudo está diferente…Morreu o Pato Donald, viva o Pokémon!
A verdade é que nunca, como agora, se tornou tão importante o papel dos adultos junto dos mais novos: com tanta informação rápida, com as imagens a entrarem nas nossas casas deixando dúvidas sobre o que é real e virtual, com o mundo tão imprevisível e por vezes perigoso, apalavra dos familiares é cada vez mais relevante. Pela simples razão que é única e insubstituível: jamais um jogo eléctrónico ou uma pesquisa na internet substituirá a afectividade da narrativa do avô ou a palavra afectuosa de um pai…As crianças precisam de estimular a imaginação e de encontrar segurança na sua relação com os adultos mais importantes, os seus familiares. As famílias já não são três gerações à volta de uma lareira, mas continuam a ser o espaço emocional mais importante para os mais novos.”

Ora na relação que se estabelece entre criança-adulto-livro aparecem laços afectivos muito fortes e a cumplicidade da leitura permite-nos viver a experiência de compartilhar os sentimentos e as emoções que os livros nos proporcionam.

A emoção age principalmente na segurança das crianças, base de todo o desenvolvimento e é preciso dar e criar oportunidades para a expressão das emoções e sentimentos, para que a criança os reconheça e elabora, ora os livros, as narrativas, proporcionam tudo isto, já que são poderosos clarificadores de significados, permitem organizar o real e conceitos como bem/mal; bonito/feio; justo/injusto.

Plãtão refere que o valor educativo das histórias exerce um fascínio sobre a mente das crianças e Betelheim afirma que estas têm uma forte influência e ajudam na reconstrução das dimensões mais profundas do sentir e do pensar. ”

De 2009 para 2017 e mais específicamente para sinalizar o dia de hoje, sugerimos-lhe alguns livros que pode utilizar como mote para a prevenção e promoção das boas relações entre as crianças e jovens.

Especialmente para as faixas etárias do pré-escolar e primeiro ciclo deixamos-lhe alguns exemplos de livros que servirão muito bem o propósito:

Orelhas de Borboleta

Perigoso

Amor Monstro

Uma bicicleta à chuva, que também é recomendada para 5º e 6º ano

Todos eles tocam a diferença, a sensibilização para as características individuas de cada um, mas alertam para a necessidade de olhar mais além, do visual, do preconceito, do desconhecido.

São leituras que valem a pena e que ajudam os mais pequenos e os mais graúdos também.

 

Dia Mundial da Saúde Mental

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Cuide da sua Saúde

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Saúde Mental. Este dia nasceu pela mão da federação mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health) em 1992, com o intuito de promover um diálogo em torno da prevenção e uma oportunidade para aumentar o conhecimento público sobre saúde mental.

Pretende também colocar nas agendas políticas a importância da saúde mental.

A definição de saúde mental da Organização Mundial de Saúde (OMS) vai para além da ausência de transtornos mentais ou deficiências, e é entendida como um aspecto vinculado ao bem-estar, à qualidade de vida, à capacidade de amar, trabalhar e de se relacionar com os outros.

A mesma organização alerta para alguns riscos que podem colocar em causa a saúde mental dos indivíduos;

rápidas mudanças sociais,

condições de trabalho stressantes,

discriminação de género,

exclusão social,

estilo de vida não saudável,

violência e violação dos direitos humanos.

Promover a saúde mental deve ser considerada como uma das maiores preocupações dos indivíduos, comunidades e sociedade em geral.

Cuidar de nós, dos mais pequenos, dos que nos são próximos, dos que nos são mais distantes, cuidar do ambiente, enfim, cuidar… deve ser apanágio de todos.

Dotar os mais pequenos de uma robustez psicológica torna-se fundamental. Ensinar-lhes a empatia, ampliar o seu bem-estar, reduzir ao mínimo a sua exposição ao stress, deve ser a missão de todos.

Robustos emocionalmente somos mais fortes fisicamente, mais corporativos, mais empenhados, mais disponíveis e mais mentalmente sãos

Já cuidou da sua saúde mental hoje?

 

Internet Segura – Relações Virtuais

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Numa era altamente tecnológica, de profundas e rápidas mudanças, de potencialidades e perigos, estaremos preparados para os desafios que os nossos filhos/alunos trazem? Poderemos descartar o uso diário das novas tecnologias? Estaremos em condições de auxiliar nas suas dúvidas e anseios?

Os adolescentes despendem muitas horas frente ao computador, estão na internet, vivem ali e utilizam-na para variados fins, esta é uma ferramenta básica das relações sociais e de identidade, mas o uso indevido faz com que se transforme numa poderosa arma destrutiva, eficaz na humilhação e destruição da imagem social, traduzindo-se em situações de risco para os jovens.

Torna-se, portanto, imperativo fazer uma reflexão acerca desta temática e compreender os desafios que esta nova geração comporta, a complexidade das relações virtuais e saber como potenciar um adequado uso, conhecendo as suas potencialidades, os seus perigos, mas operando numa adequada gestão destas ferramentas.

Cabe-nos, enquanto pais, educadores, profissionais, conhecer o tipo de efeito que estas ações causam na vida dos jovens que com elas convivem diariamente, para poder fomentar atitudes positivas face ao respeito e à convivência no espaço Web, para que as redes sociais nas quais os jovens se inserem, sejam saudáveis e livres de violência.

Um dos grandes desafios para a humanidade é a compreensão da individualidade de cada um e do seu comportamento em grupo. Sabemos que, por mais que conheçamos uma pessoa na sua singularidade, o efeito grupo pode ampliar ou diminuir comportamentos e que é a leitura emocional que fazemos, no imediato, no aqui e no agora, que irá permitir refrear impulsos e adequar atitudes. Ora, na era tecnológica, como poderemos nós conhecer uma pessoa que se apresenta do lado de lá. Do lado de lá do computador, do lado de lá do mundo; como conhecemos o lado mais íntimo de alguém que está presente todos os dias no nosso lar, mas com quem ainda não tivemos qualquer contacto face a face?

Porventura alguns, talvez os mais céticos, dirão que tal não é possível, mas o que dirão os mais novos? Como encetam eles relações? Como convivem nos dias de hoje?

É possível dizer-lhes que este tipo de relação não existe? Estaremos nós em condições de proibir tais façanhas? Na realidade estas relações existem sim, na realidade elas vieram para ficar e a sua não aceitação, a sua negligência, só vai dificultar a natural discussão familiar entre comportamentos adaptativos, desejados e, acima de tudo, não promoverá uma aproximação entre gerações.

Para prevenir temos que saber qual a realidade dos jovens, como pensam e se comportam. Só por esta via estaremos em condições de ativar consciências e alterar comportamentos. Compreender as relações adolescentes, os avanços tecnológicos e estar disponível para aceitar novas visões é um caminho para a mudança, para a integração e para o futuro.

A essência humana é relacional, mas que existem profundas alterações na sociedade que justificam um olhar mais atento, e um foco distinto, é inegável. As relações virtuais são profundamente diferentes das relações presenciais, e esta profunda alteração que a internet promoveu, para além de convidar à conversa, convida à livre agressão, aos discursos inflamados, violentos (discurso do ódio) e as suas consequências podem ser devastadoras. Como conseguiremos comunicar com tanta maledicência, com tamanha violência?

Hoje somos mais críticos e, se por um lado, a crítica é motor de desenvolvimento, por outro, esta aguça a violência; então o problema certamente reside na forma como se critica, na forma como comunicamos e nos meios que utilizamos para chegar a um fim.

Tânia Paias

Diretora Portalbullying

www.portalbullying.com.pt

Paias, T. (2014). Tenho medo de ir à escola. Lisboa: Esfera dos livros

O músico João Só fala do projeto “Deixa O Bullying Só”

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“Deixa O Bullying Só” no Diário da Manhã da TVI

João Só fala do projeto “Deixa o bullying só”, que vai inspirar cada um a criar o seu próprio hino anti-bullying. Este projeto conta com a participação de Nuno Markl.

“Quando fui desafiado a participar neste projeto aceitei de imediato. Já fiz muito voluntariado com miúdos desta idade (…) e achei que, como músico e artista, tinha mais do que obrigação de contribuir com a minha arte para combater o bullying”, disse à agência Lusa João Só.

As Aventuras da Julieta..em Casa

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Episódio V

Estes pequenos textos convidam a momentos de reflexão familiar e ao treino da gestão emocional em tempos de pandemia.

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