Violência Saudável

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Violência Saudável, capacidade de gerir, controlar e canalizar.

Para se puder desenvolver um clima de não-violência é necessário assumir, em primeiro lugar, que a violência é um impulso natural nos seres humanos, como em muitos outros mamíferos, natural e até saudável. Não devemos desejar erradicar a violência porque isso seria impossível, mas compreendê-la e encontrar formas cada vez mais adequadas de a expressar. A capacidade de gerir adequadamente o impulso agressivo depende, em grande parte, da maturidade emocional. A questão determinante não está na existência da violência, mas na incapacidade de a gerir, controlar e canalizar.

O exercício da violência pode manifestar-se de forma particularmente intensa em contexto escolar porque na escola as crianças e os adolescentes têm a possibilidade de encontrar pares susceptíveis de se deixarem facilmente atormentar. Contudo é preciso não esquecer os enormes danos provocados pelo exercício da violência contra amigos, colegas de rua e familiares próximos, como irmãos e primos. Nestes contextos as crianças são frequentemente torturadas por autênticos carrascos da usa idade.

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De Ana Almeida
Psicóloga Clínica
Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica

O músico João Só fala do projeto “Deixa O Bullying Só”

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“Deixa O Bullying Só” no Diário da Manhã da TVI

João Só fala do projeto “Deixa o bullying só”, que vai inspirar cada um a criar o seu próprio hino anti-bullying. Este projeto conta com a participação de Nuno Markl.

“Quando fui desafiado a participar neste projeto aceitei de imediato. Já fiz muito voluntariado com miúdos desta idade (…) e achei que, como músico e artista, tinha mais do que obrigação de contribuir com a minha arte para combater o bullying”, disse à agência Lusa João Só.

Não Me Calo

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Hoje, no Dia Mundial de Combate ao Bullying divulgamos uma das histórias que integra um projeto que dois jovens decidiram levar a cabo:

O Projeto NÃO ME CALO

Esta é a história do João.

Para o João, a palavra gay nunca foi uma ofensa. Habituou-se a ouvi-la desde tenra idade, aquela em que ainda não é suposto ter-se contacto com a maldade das pessoas. Encarava esta palavra pacificamente porque a sua mãe o educou bem. Contudo, os colegas e conterrâneos do João tentavam rebaixá-lo repetidamente com injúrias como paneleiro, bicha, MARICAS ou mariconço.

Não foram raros os casos de assédio verbal, de empurrões nos intervalos e de material escolar roubado ou danificado. Também não foram raras as vezes em que o João chegava a casa e, por vergonha ou receio de represálias, se calava e fingia que estava tudo bem.

Mais grave ainda, aquele ambiente de opressão e ódio parecia ser completamente aceite por alguns professores e funcionários da sua escola, no Sardoal. Virava-se a cara e fechava-se um olho “porque era filho deste, filho daquela”. Perpetuava-se, assim, a desculpabilização e normalização daquele tipo de comportamentos ofensivos. Atualmente, muitos desses professores e funcionários ainda trabalham na escola antiga do João, mas ele tem esperança de que ela agora seja habitada por uma geração de alunos muito diferente daquela com a qual ele se cruzou na época.

A exposição a este tipo de ódio e maldade nos seus anos formativos mais importantes explica muitas das complicações que o João transportou para a vida adulta. Ele era um jovem altamente ansioso e dependente das expetativas dos outros; era acanhado, envergonhado e calado. Era-o porque o ambiente a que esteve exposto o ensinou a ser desconfiado, a procurar a maldade em cada gesto.

Hoje, o João conseguiu ver-se livre desses complexos e dessas companhias. Deixou florescer uma pessoa que ele acredita que sempre foi: aberta, dinâmica, interessada, (demasiado) faladora e que aprende, um pouco todos os dias, a ver a bondade antes da maldade.

Durante muito tempo, o João aceitou a negatividade que vinha daquelas ofensas. A superação desse ódio, que ele acredita ser fruto da ignorância típica de quem não teve uma boa educação, vem com o ignorar ou dar a cara por isso. Quando se aceita a ofensa com um sorriso e só se devolve educação e postura desarma-se o agressor: E DAÍ? Vem daí.

Dia Mundial da Saúde Mental

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Cuide da sua Saúde

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Saúde Mental. Este dia nasceu pela mão da federação mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health) em 1992, com o intuito de promover um diálogo em torno da prevenção e uma oportunidade para aumentar o conhecimento público sobre saúde mental.

Pretende também colocar nas agendas políticas a importância da saúde mental.

A definição de saúde mental da Organização Mundial de Saúde (OMS) vai para além da ausência de transtornos mentais ou deficiências, e é entendida como um aspecto vinculado ao bem-estar, à qualidade de vida, à capacidade de amar, trabalhar e de se relacionar com os outros.

A mesma organização alerta para alguns riscos que podem colocar em causa a saúde mental dos indivíduos;

rápidas mudanças sociais,

condições de trabalho stressantes,

discriminação de género,

exclusão social,

estilo de vida não saudável,

violência e violação dos direitos humanos.

Promover a saúde mental deve ser considerada como uma das maiores preocupações dos indivíduos, comunidades e sociedade em geral.

Cuidar de nós, dos mais pequenos, dos que nos são próximos, dos que nos são mais distantes, cuidar do ambiente, enfim, cuidar… deve ser apanágio de todos.

Dotar os mais pequenos de uma robustez psicológica torna-se fundamental. Ensinar-lhes a empatia, ampliar o seu bem-estar, reduzir ao mínimo a sua exposição ao stress, deve ser a missão de todos.

Robustos emocionalmente somos mais fortes fisicamente, mais corporativos, mais empenhados, mais disponíveis e mais mentalmente sãos

Já cuidou da sua saúde mental hoje?

 

Escolas deviam poder denunciar casos de bullying

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Vítimas de bullying

Escolas deviam poder denunciar casos de bullying, defende coordenador de tribunal de menores

O coordenador do Tribunal de Família e Menores de Lisboa defendeu, esta quinta-feira, que o bullying devia ser considerado um crime público, podendo as escolas denunciar os casos de perseguição e humilhação continuada ao Ministério Público.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

Violência. Raparigas estão mais agressivas e população menos tolerante a agressões

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Constança e Marta põem-se em posição de ataque. Marta conta até três e começa a esbofetear um rapaz que está encostado a uma parede. Os amigos riem-se da sua falta de força e Constança decide mostrar como se faz. Fecha a mão em punho e diz: “Isto é que é força.” A partir daí, as duas vão trocando a posição de comando, perante o incentivo de um grupo de colegas. Mais murros, mais bofetadas e até joelhadas nos órgãos genitais. São 13 minutos de agressões transformadas em filme e que foram divulgadas nas redes sociais na noite de terça-feira. Antes de ser eliminado do YouTube, site que proíbe conteúdo concebido para “assediar, intimidar ou ameaçar”, contava com mais de 1,5 milhões de visualizações. As reacções de indignação não se fizeram esperar e o jovem agredido ganhou nome e até uma página de apoio no Facebook. “Todos pelo Jorge Oliveira” contava ontem à noite com mais de 8 mil likes e centenas de mensagens de apoio ao estudante da Escola Secundária Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz.

Agressão no feminino Apesar de o vídeo ter sido divulgado esta semana, a agressão aconteceu em Junho do ano passado e teve lugar numa zona residencial da cidade e não dentro da escola, como as primeiras notícias sobre o caso davam a entender. Com duas raparigas a liderar, o grupo fica completo com, pelo menos, mais seis adolescentes, identificados pela PSP, que vão surgindo durante o vídeo a incentivar a agressão.

Para a coordenadora do Portal Bullying, Tânia Paias, este tipo de comportamento vem contrariar o que é comum entre raparigas: a exclusão e a violência verbal. “O sexo feminino não é tão dado à violência física como os rapazes, mas cada vez mais vemos caso de raparigas como agressoras”, esclarece a psicóloga, adiantando que este comportamento mostra uma forma distorcida de “afirmação perante o sexo oposto”.

Ler mais em: ionline

Vencedores do concurso

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Vencedor Bullying

Vencedores do concurso
“Outubro mês da prevenção ao Bullying”

No mês de Outubro lançamos um desafio às escolas sobre prevenção ao Bullying e, foi com enorme satisfação que recebemos de todo o país as várias propostas nas diferentes categorias (Vídeo, Fotografia/ilustração, Frases e Poema).

Hoje deixamos a lista dos vencedores do concurso

 

Categoria Vídeo

Categoria Fotografia/ilustração

Categoria Frases

Categoria Poema

Parabéns a todos!

Dia escolar da não-violência e da educação pela paz

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Hoje comemora-se o Dia Escolar da Não-Violência e da Educação.

Esta data visa alertar para a necessidade de sensibilizar para uma educação para a PAZ, SOLIDARIEDADE E RESPEITO MÚTUO.

Este dia foi escolhido por ter sido a data em que Mahatma Gandhi foi assassinado.

Do seu legado, podemos hoje recordar:

“Não existe um caminho para a Paz. A Paz é o caminho”

Neste dia é importante sensibilizar as nossas crianças e jovens, e toda a comunidade em geral, para a Solidariedade, Compaixão, Diferença, Amizade,…

É um dia especial, mas teremos que fazer deste dia uma realidade nas nossas vidas, no que a estas realidades toca, todos os dias devem ser dias especiais.

É importante ativar consciências, é preciso ativar o associativismo, é preciso unir estes jovens e não deixar que o papel passivo dos observadores, a sua dificuldade em se colocarem no lugar do outro, validem, ou sirvam de argumento para agredir.

A explosão de raiva que por vezes emerge no efeito grupo deve levar a uma profunda análise do contexto social e do nosso papel enquanto educadores e cidadãos.

 

 

Compreender que a raiva, a agressividade e a zanga existe, mas canalizá-las para outros fins, que não sejam a sua gratuita expressão, é fundamental e aí o desporto escolar, os clubes, as associações desportivos e os centros de treinos, poderão ter um papel fundamental.

Ativar empatia, compaixão e capacidade reflexiva torna-se cada vez mais urgente.

Educarmos para a cidadania, para a solidariedade e para um adequado uso das redes sociais é imperioso.

Serão estas as premissas que irão promover uma sociedade mais justa, mais capaz e mais interventiva.

É fundamental, portanto, que se trabalhe desde cedo, prevenindo, evitando, consciencializando e amparando os nossos jovens.

Municípios, apostem na prevenção.
Agrupamentos, criem condições.
Pais e encarregados de educação, participem.

Juntos faremos a diferença

Sofreu até se atirar ao rio

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‘Ele faltou à última aula da manhã. Quando saímos, encontrámo-lo num canto. Tinham-lhe batido. Durante a hora do almoço, voltaram a bater-lhe. Ele não aguentou, saiu a correr e disse que ia saltar da ponte. Segurámo-lo, mas ele foi mais forte, correu, tirou a roupa e atirou-se’, descreve o primo de Leandro, Ricardo Nunes, de 14 anos.
DISCURSO DIRECTO
‘O BULLYING VEICULA MEDO E SILÊNCIO’,
Tânia Paias, Psicóloga e Investigadora na Área do Bullying
Correio da Manhã – Existe um perfil-tipo da vítima?
Tânia Paias – São crianças ou jovens mais tímidos ou que têm alguma particularidade que pode ser alvo de brincadeira por parte dos colegas.
– Quais os sinais a que os pais devem estar atentos?
– O bullying veicula o silêncio e o medo. Um olhar menos atento não percebe o que se passa. Sinais como perda de apetite, irritabilidade, dores de cabeça ou estômago, falta de vontade de ir à escola e isolamento são, muitas vezes, confundidos com a própria adolescência.
– Que complicações existem para a vítima?

– Algumas situações prolongam-se durante anos e isso pode ter complicações na idade adulta, como falta de confiança em si próprio ou incapacidade de se relacionar com alguém.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/sofreu-ate-se-atirar-ao-rio?act=0&est=Aberto

 

Dia Mundial de Combate ao Bullying

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Tempos diferentes estes que estamos a viver. A máscara tornou-se uma acessório fundamental e o distanciamento físico a norma, mas nenhum vírus poderá retirar a empatia, a solidariedade, a cooperação e a compaixão.

ESTAMOS DIFERENTES, NÃO INDIFERENTES

pretende mostrar exatamente isso, que alteramos comportamentos, mas que nada nos impede de ser ativo por uma causa

#nobullyever

Junta-te a nós.

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