Num mês dedicado à prevenção, e quase quase a chegar o dia Mundial de Combate ao Bullying, reunimos uma série de material para impressão.
Sensibilizar os jovens, é fazer-lhes chegar informação, é ajudá-los a pensar, é mobilizá-los por uma causa.
Este material pode ser usado nas escolas, mas nas casas particulares também, no quarto dos jovens….
No quarto? poderão pensar!
Sim…, se nos quartos existe espaço para o poster do ídolo, da pessoa ou imagem que de alguma forma é uma fonte de inspiração, de veneração para o jovem, porque não também colocar um cartaz desta índole, com algo que lhes sirva de inspiração, uma onda motivadora, para que, a cada dia, a cada hora, recorde o que ainda pode fazer para ser melhor pessoa (para si e para os outros). Uma pequena chamada de atenção para como se deve comportar, o que pode e deve fazer, mas também o que não pode e não ver realizar, e acima de tudo, como se deve proteger.
Amanhã, 20 de Outubro – Dia Mundial de Combate ao Bullying, deixamos-lhe este desafio. Imprima estes cartazes e sensibilize para esta causa:
Constança e Marta põem-se em posição de ataque. Marta conta até três e começa a esbofetear um rapaz que está encostado a uma parede. Os amigos riem-se da sua falta de força e Constança decide mostrar como se faz. Fecha a mão em punho e diz: “Isto é que é força.” A partir daí, as duas vão trocando a posição de comando, perante o incentivo de um grupo de colegas. Mais murros, mais bofetadas e até joelhadas nos órgãos genitais. São 13 minutos de agressões transformadas em filme e que foram divulgadas nas redes sociais na noite de terça-feira. Antes de ser eliminado do YouTube, site que proíbe conteúdo concebido para “assediar, intimidar ou ameaçar”, contava com mais de 1,5 milhões de visualizações. As reacções de indignação não se fizeram esperar e o jovem agredido ganhou nome e até uma página de apoio no Facebook. “Todos pelo Jorge Oliveira” contava ontem à noite com mais de 8 mil likes e centenas de mensagens de apoio ao estudante da Escola Secundária Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz.
Agressão no feminino Apesar de o vídeo ter sido divulgado esta semana, a agressão aconteceu em Junho do ano passado e teve lugar numa zona residencial da cidade e não dentro da escola, como as primeiras notícias sobre o caso davam a entender. Com duas raparigas a liderar, o grupo fica completo com, pelo menos, mais seis adolescentes, identificados pela PSP, que vão surgindo durante o vídeo a incentivar a agressão.
Para a coordenadora do Portal Bullying, Tânia Paias, este tipo de comportamento vem contrariar o que é comum entre raparigas: a exclusão e a violência verbal. “O sexo feminino não é tão dado à violência física como os rapazes, mas cada vez mais vemos caso de raparigas como agressoras”, esclarece a psicóloga, adiantando que este comportamento mostra uma forma distorcida de “afirmação perante o sexo oposto”.
Em 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) vai lançar um documento com orientações a governos de todo o mundo para o enfrentamento da homofobia em ambiente escolar. O bullying contra estudantes LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais) foi tema de uma reunião promovida pela entidade esta semana no Rio de Janeiro, com a presença de especialistas de 25 países.
Caros participantes, está oficialmente aberto o período de votações para o concurso decorrido – Outubro mês da prevenção ao Bullying.
Para que o teu trabalho seja seleccionado, o mesmo deve conter o máximo de comentários.
Avisa os teus pais, amigos, colegas e professores para participarem neste evento que visa sensibilizar e educar as pessoas para a temática da prevenção ao Bullying.
CONFAP e CNIP consideram que donos das armas devem ser responsabilizados e há que averiguar possível caso de ‘bullying’.
As associações de pais defendem que os encarregados de educação também devem ser responsabilizados por situações de violência, como a que aconteceu ontem no Externato Carvalho Araújo, em Braga.
Júri do Concurso “Outubro mês de prevenção ao Bullying”.
Caros participantes, o júri do concurso – “Outubro mês de prevenção ao Bullying” é composto pelos seguintes elementos:
Dr.ª Tânia Paias – Psicóloga Clínica e responsável do Portalbullying.
Brian Claudino – Ilustrador/Designer.
Hugo Soares – Professor de Design e Comunicação – (ISMAT, EPGE).
A linha criada há um ano pela Associação Nacional de Professores (ANP) para apoiar vítimas de bullying (violência sobre alunos praticada pelos colegas) recebeu maioritariamente chamadas de mães e do distrito de Lisboa.
Vítimas de bullying não denunciam violência por medo de retaliação
Apesar de no último ano lectivo as escolas terem apoiado 166 vítimas de violência escolar, a maioria não a denuncia «por medo de retaliacões», explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias. Em resposta a este fenómeno, o Governo aprovou a sua criminalização.
Irritabilidade extrema, dores de cabeça e barriga, falta de vontade de ir à escola, apatia e desinteresse pelas actividades de que habitualmente se gostava são alguns sintomas que podem denunciar situacões de bullying e a que os pais devem estar atentos, explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias.
Em termos gerais, bullying é «todo o acto intencional e continuado que pretenda humilhar, denegrir e intimidar colegas, produzindo um desequilíbrio de poder entre agressor e vítima», acrescenta a especialista, que sublinha que o tipo de ‘violência’ mais frequente é a ameaça física.
Apesar de no último ano lectivo as escolas terem acompanhado 166 vítimas de bullying, a maioria das crianças não denuncia «por medo de retaliacões». «O receio de sofrerem novas ameacas e humilhacões, aliado ao medo da exposição, reforça a ideia de que não vale a pena denunciar.» A psicóloga lembra o que lhe disse um aluno: «Prefiro continuar a ser vítima do que todos saberem que já fui vítima de bullying.»
Não podemos esquecer que esta violência deixa graves sequelas nas vítimas ao afectar a sua relacão com terceiros e reduzir o sentimento de confiança. No entanto, também é importante intervir na vertente dos agressores, sendo preciso «consciencializá-los e responsabilizá-los». De salientar que o canal Nickelodeon tem uma campanha de alerta contra o bullying que disponibiliza um número de apoio gratuito para as crianças: 116 111.
Jovens preferem manter-se como vítimas do que expor a sua situação
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