Dia escolar da não-violência e da educação pela paz

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Hoje comemora-se o Dia Escolar da Não-Violência e da Educação.

Esta data visa alertar para a necessidade de sensibilizar para uma educação para a PAZ, SOLIDARIEDADE E RESPEITO MÚTUO.

Este dia foi escolhido por ter sido a data em que Mahatma Gandhi foi assassinado.

Do seu legado, podemos hoje recordar:

“Não existe um caminho para a Paz. A Paz é o caminho”

Neste dia é importante sensibilizar as nossas crianças e jovens, e toda a comunidade em geral, para a Solidariedade, Compaixão, Diferença, Amizade,…

É um dia especial, mas teremos que fazer deste dia uma realidade nas nossas vidas, no que a estas realidades toca, todos os dias devem ser dias especiais.

É importante ativar consciências, é preciso ativar o associativismo, é preciso unir estes jovens e não deixar que o papel passivo dos observadores, a sua dificuldade em se colocarem no lugar do outro, validem, ou sirvam de argumento para agredir.

A explosão de raiva que por vezes emerge no efeito grupo deve levar a uma profunda análise do contexto social e do nosso papel enquanto educadores e cidadãos.

 

 

Compreender que a raiva, a agressividade e a zanga existe, mas canalizá-las para outros fins, que não sejam a sua gratuita expressão, é fundamental e aí o desporto escolar, os clubes, as associações desportivos e os centros de treinos, poderão ter um papel fundamental.

Ativar empatia, compaixão e capacidade reflexiva torna-se cada vez mais urgente.

Educarmos para a cidadania, para a solidariedade e para um adequado uso das redes sociais é imperioso.

Serão estas as premissas que irão promover uma sociedade mais justa, mais capaz e mais interventiva.

É fundamental, portanto, que se trabalhe desde cedo, prevenindo, evitando, consciencializando e amparando os nossos jovens.

Municípios, apostem na prevenção.
Agrupamentos, criem condições.
Pais e encarregados de educação, participem.

Juntos faremos a diferença

Vencedores do concurso

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Vencedor Bullying

Vencedores do concurso
“Outubro mês da prevenção ao Bullying”

No mês de Outubro lançamos um desafio às escolas sobre prevenção ao Bullying e, foi com enorme satisfação que recebemos de todo o país as várias propostas nas diferentes categorias (Vídeo, Fotografia/ilustração, Frases e Poema).

Hoje deixamos a lista dos vencedores do concurso

 

Categoria Vídeo

Categoria Fotografia/ilustração

Categoria Frases

Categoria Poema

Parabéns a todos!

Sintomas de Bullying, Filhos e Cadilhos – Tânia Paias

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Tânia Paias, Directora do PortalBullying foi convidada do programa Filhos & Cadilhos no Porto Canal. Sintomas de Bullying foi o tema em análise.

Unesco lançará orientações para governos sobre luta contra homofobia nas escolas em 2012

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Em 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) vai lançar um documento com orientações a governos de todo o mundo para o enfrentamento da homofobia em ambiente escolar. O bullying contra estudantes LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais) foi tema de uma reunião promovida pela entidade esta semana no Rio de Janeiro, com a presença de especialistas de 25 países.

Ler mais em: Globo.com

Vítimas de bullying não denunciam

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Vítimas de bullying

Vítimas de bullying não denunciam violência por medo de retaliação

Apesar de no último ano lectivo as escolas terem apoiado 166 vítimas de violência escolar, a maioria não a denuncia «por medo de retaliacões», explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias. Em resposta a este fenómeno, o Governo aprovou a sua criminalização.

Irritabilidade extrema, dores de cabeça e barriga, falta de vontade de ir à escola, apatia e desinteresse pelas actividades de que habitualmente se gostava são alguns sintomas que podem denunciar situacões de bullying e a que os pais devem estar atentos, explica ao Destak a psicóloga Tânia Paias.

Em termos gerais, bullying é «todo o acto intencional e continuado que pretenda humilhar, denegrir e intimidar colegas, produzindo um desequilíbrio de poder entre agressor e vítima», acrescenta a especialista, que sublinha que o tipo de ‘violência’ mais frequente é a ameaça física.

Apesar de no último ano lectivo as escolas terem acompanhado 166 vítimas de bullying, a maioria das crianças não denuncia «por medo de retaliacões». «O receio de sofrerem novas ameacas e humilhacões, aliado ao medo da exposição, reforça a ideia de que não vale a pena denunciar.» A psicóloga lembra o que lhe disse um aluno: «Prefiro continuar a ser vítima do que todos saberem que já fui vítima de bullying

Não podemos esquecer que esta violência deixa graves sequelas nas vítimas ao afectar a sua relacão com terceiros e reduzir o sentimento de confiança. No entanto, também é importante intervir na vertente dos agressores, sendo preciso «consciencializá-los e responsabilizá-los». De salientar que o canal Nickelodeon tem uma campanha de alerta contra o bullying que disponibiliza um número de apoio gratuito para as crianças: 116 111.

Jovens preferem manter-se como vítimas do que expor a sua situação

Fonte: Destak 29-10-2010

Autora: PATRÍCIA SUSANO FERREIRA

Destak_29-Outubro-2010.pdf (111 descarregamentos)

Material de Prevenção e Combate ao Bullying

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Num mês dedicado à prevenção, e quase quase a chegar o dia Mundial de Combate ao Bullying, reunimos uma série de material para impressão.

Sensibilizar os jovens, é fazer-lhes chegar informação, é ajudá-los a pensar, é mobilizá-los por uma causa.

Este material pode ser usado nas escolas, mas nas casas particulares também, no quarto dos jovens….

No quarto? poderão pensar!

Sim…, se nos quartos existe espaço para o poster do ídolo, da pessoa ou imagem que de alguma forma é uma fonte de inspiração, de veneração para o jovem, porque não também colocar um cartaz desta índole, com algo que lhes sirva de inspiração, uma onda motivadora, para que, a cada dia, a cada hora, recorde o que ainda pode fazer para ser melhor pessoa (para si e para os outros). Uma pequena chamada de atenção para como se deve comportar, o que pode e deve fazer, mas também o que não pode e não ver realizar, e acima de tudo, como se deve proteger.

Amanhã, 20 de Outubro – Dia Mundial de Combate ao Bullying, deixamos-lhe este desafio. Imprima estes cartazes e sensibilize para esta causa:

Descarregue-os em O TEU ESPAÇO

 

 

Feliz ano 2018

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bdr

Saídos de um cenário buliçoso, eis que chegamos a 2018, um ano em que está tudo em branco, em que podemos reescrever a nossa história, pelo menos é nisto que a maioria das pessoas quer acreditar.

Nesta transição de ano fazem-se balanços, contas à vida, conta às passas, aos desejos que se querem pedir, às 12 badaladas e à sua cadência, para que a cada uma delas mastiguemos uma passa e peçamos um desejo. Para além destes pedidos também se fazem resoluções de ano novo, de estilos novos de vida, de deixar para trás algo que não se gosta, de melhorar algo que acabámos por não fazer, seja o de comer menos, (sim, porque até o nosso corpo, nesta altura do ano, já reclama), de iniciar ginásio, de deixar de fumar, de fazer isto ou aquilo, … um sem fim de coisas que prometemos que vamos fazer e umas outras tantas que prometemos deixar de fazer.

Mas até a questão das resoluções de ano novo são polémicas, há quem acredite, quem considere que não faz sentido nenhum, quem diga que não servem para nada…

Mas a verdade é esta, se só ficarmos pelo simbolismo da coisas, se não nos envolvermos a fundo para mudar aquilo que queremos ver alterado, de facto nada vai mudar. De que nos serve comer 12 passas e pedir desejos e depois não fazer nada para que estes aconteçam? Já lá vai o tempo em que se acreditava que se pedíssemos um desejo à estrela cadente, esta o concretizaria.

Nunca devemos deixar de sonhar, de acreditar e de alimentar o poder do imaginário, mas devemos igualmente encaminhar a nossa ação para a concretização dos nossos objetivos/sonhos.

Esta quadra natalícia faz-me lembrar um pouco as notícias sobre bullying, durante esta altura do ano estamos mais próximos uns dos outros, sentimo-nos mais solidários, atentos. As ruas estão bonitas, as cidades encantadoras, os mercados de natal respiram vida, boa disposição. Lembramo-nos deste e daquele, daquela prendinha especial, daquele miminho, e mesmo que não conheçamos muito bem as pessoas, somos igualmente atentos, disponíveis e carinhosos.

É O ESPÍRITO DO NATAL

Mas e a partir daqui? Quando as cidades voltam ao seu tom mais cinzento, menos buliçoso, menos apelativo?

E quando nas nossas casas desmontamos a árvore de natal e guardamos os enfeites, as luzes,…quando empacotamos tudo e guardamos na cave, roupeiro, sótão, despensa….

O que fazemos com o espírito da natal? É também ele guardado? Ou devemos alimentar a solidariedade, a entreajuda e o cuidado com o próximo…

Quando há uma notícia de bullying ,na comunicação social, tudo se agita, especialistas são convidados a falar (eu inclusive), debatem-se medidas, conhecem-se números, as pessoas revoltam-se, ficam mais atentas, mobilizam-se,…. mas e depois?

O que acontece depois?

A vida rotineira faz com que rapidamente nos esqueçamos, não porque queiramos, mas porque o dia-a-dia já nos desviou para outros assuntos. A velocidade a com que a informação nos chega, faz-nos dispersar…

Por isso, para 2018 desejo que não percamos o foco daquilo que é essencial e que o espírito do natal resida sempre em nós.

O futuro não é o lugar onde estamos indo, mas um lagar que estamos criando. O caminho para ele não é encontrado, mas construído e o ato de fazê-lo, muda tanto o realizador quando o destino. .

 

 

 

Não Me Calo

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Hoje, no Dia Mundial de Combate ao Bullying divulgamos uma das histórias que integra um projeto que dois jovens decidiram levar a cabo:

O Projeto NÃO ME CALO

Esta é a história do João.

Para o João, a palavra gay nunca foi uma ofensa. Habituou-se a ouvi-la desde tenra idade, aquela em que ainda não é suposto ter-se contacto com a maldade das pessoas. Encarava esta palavra pacificamente porque a sua mãe o educou bem. Contudo, os colegas e conterrâneos do João tentavam rebaixá-lo repetidamente com injúrias como paneleiro, bicha, MARICAS ou mariconço.

Não foram raros os casos de assédio verbal, de empurrões nos intervalos e de material escolar roubado ou danificado. Também não foram raras as vezes em que o João chegava a casa e, por vergonha ou receio de represálias, se calava e fingia que estava tudo bem.

Mais grave ainda, aquele ambiente de opressão e ódio parecia ser completamente aceite por alguns professores e funcionários da sua escola, no Sardoal. Virava-se a cara e fechava-se um olho “porque era filho deste, filho daquela”. Perpetuava-se, assim, a desculpabilização e normalização daquele tipo de comportamentos ofensivos. Atualmente, muitos desses professores e funcionários ainda trabalham na escola antiga do João, mas ele tem esperança de que ela agora seja habitada por uma geração de alunos muito diferente daquela com a qual ele se cruzou na época.

A exposição a este tipo de ódio e maldade nos seus anos formativos mais importantes explica muitas das complicações que o João transportou para a vida adulta. Ele era um jovem altamente ansioso e dependente das expetativas dos outros; era acanhado, envergonhado e calado. Era-o porque o ambiente a que esteve exposto o ensinou a ser desconfiado, a procurar a maldade em cada gesto.

Hoje, o João conseguiu ver-se livre desses complexos e dessas companhias. Deixou florescer uma pessoa que ele acredita que sempre foi: aberta, dinâmica, interessada, (demasiado) faladora e que aprende, um pouco todos os dias, a ver a bondade antes da maldade.

Durante muito tempo, o João aceitou a negatividade que vinha daquelas ofensas. A superação desse ódio, que ele acredita ser fruto da ignorância típica de quem não teve uma boa educação, vem com o ignorar ou dar a cara por isso. Quando se aceita a ofensa com um sorriso e só se devolve educação e postura desarma-se o agressor: E DAÍ? Vem daí.

Mães foram as que mais ligaram para a linha de apoio

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Young Lady Phone Female African Woman Black

A linha criada há um ano pela Associação Nacional de Professores (ANP) para apoiar vítimas de bullying (violência sobre alunos praticada pelos colegas) recebeu maioritariamente chamadas de mães e do distrito de Lisboa.

Ler mais em: http://www.rtp.pt/

É tempo de refletir

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Terminada a fase de votação do público, é agora altura de analisar cada trabalho, cada mensagem e todo o empenho colocado nesta causa.

De facto foram meses intensos, de trabalho e de união, juntámos Portugal de uma ponta à outra em prol desta missão.

Resta-nos agradecer todos os trabalhos enviados, bem como a pronta resposta à nossa solicitação.

Estamos gratos pela diversidade e qualidade dos trabalhos, e como puderam ver pelos trabalhos, até os mais pequenos podem dar o seu contributo.

O nosso muito obrigado.

Em breve teremos novidades.

 

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