Marcelo Rebelo de Sousa recomenda “Tenho medo de ir à Escola”

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Marcelo Rebelo de Sousa Recomenda livro, "Tenho medo de ir à escola"

Marcelo Rebelo de Sousa recomenda o livro de Tânia Paias “Tenho medo de ir à Escola

Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola

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Grupo de psicólogos lança o Portal Bullying para ajudar os alunos a romperem o silêncio e contarem as agressões de outros colegas

Entre André e Ricardo há um pacto de silêncio. O acordo entre os dois colegas da mesma escola não é formal, mas cada um cumpre a sua parte. André entrega as moedas que traz de casa e Ricardo não o persegue nem o ameaça à saída do balneário. Como a maioria das vítimas de bullying nas escolas portuguesas, André não conta a ninguém que fica aterrorizado sempre que a campainha toca e chega a hora do recreio. André e Ricardo são nomes fictícios usados para descrever um dos padrões mais comuns de bullying em meio escolar identificado por psicólogos e psiquiatras da adolescência e da infância – o segredo entre a vítima e o agressor.

Confessar aos pais ou aos professores as ameaças e humilhações de outros colegas é algo que poucas crianças conseguem, e foi por isso que a clínica de psicologia Psicronos criou o Portal Bullying. O site www.portalbullying.com.pt foi lançado esta semana e convida crianças e adolescentes a partilharem as suas experiências num chat de conversação.

Do outro lado do monitor está um psicólogo que responde em tempo real a todas as dúvidas. “Temos uma equipa de 20 técnicos que se encontram em sete cidades do país e tentam ajudar as crianças vítimas de bullying”, explica Tânia Paias, coordenadora do projecto. Além de fazerem aconselhamento, os psicólogos procuram encaminhar os alunos para os serviços sociais mais adequados na sua área de residência. Cada atendimento é feito com o máximo de sigilo para não intimidar nem afugentar quem procura ajuda: “Os psicólogos garantem a confidencialidade para que os utilizadores se sintam o menor desconforto possível ao contar as agressões que sofrem na escola.”

Por vezes o chat estará offline porque os 20 psicólogos que asseguram o funcionamento do portal não conseguem garantir fazê-lo em permanência: “Os técnicos acumulam este serviço com a sua profissão, logo a disponibilidade não será total”, avisa Tânia Paias. Nesses casos, a criança ou o adolescente deixa uma mensagem no chat e obtém a garantia de que haverá uma resposta “o mais depressa possível”.

Oferecer ajuda às vítimas de violência escolar é uma das prioridades, mas o Portal Bullying tem outros objectivos a cumprir a médio e longo prazo: “Os testemunhos recolhidos pelos nossos técnicos vão servir também para criar uma base de dados que permita avaliar a dimensão que este problema tem junto da população escolar em Portugal.” Diagnosticar o fenómeno em cada estabelecimento de ensino irá permitir aos psicólogos recolher e divulgar essa informação junto dos professores e dos directores das escolas: “Queremos usar o portal para dotar as escolas de instrumentos que permitam construir os seus próprios programas de prevenção, adaptados às características dos seus alunos”, conta Tânia Paias.

 

Catulo, K.
Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola
Bibliografia: Catulo, K. (2010). Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola.
i jornal, p.26.

Escolas deviam poder denunciar casos de bullying

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Vítimas de bullying

Escolas deviam poder denunciar casos de bullying, defende coordenador de tribunal de menores

O coordenador do Tribunal de Família e Menores de Lisboa defendeu, esta quinta-feira, que o bullying devia ser considerado um crime público, podendo as escolas denunciar os casos de perseguição e humilhação continuada ao Ministério Público.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

Vida de adolescente

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Muito do meu trabalho é passado a escutar jovens. Esses seres  que muitas vezes são apelidados de mal educados, de inúteis, e de tantos outros adjectivos que não abonam a seu favor, passam um mau bocado, ai isso passam.

Uma família com um adolescente em casa é uma família que necessita de se reinventar. A infância já passou, e levou consigo todo o encantamento da vida, e surgiu uma fase mais escura, negra, que expôs uma série de realidades mais complexas e difíceis. Esta é uma fase delicada na vida da família.

Não é simples para quem a vive na 1ª pessoa e também não é simples para quem a vive na 3ª pessoa, pois em qualquer das posições existem danos colaterais, mas estes seres em crescimento são os que estão mais expostos e menos preparados.

Muitas famílias se queixam de dificuldades na comunicação, de entendimento, de diferenças tão grandes entre cada um dos membros, que complica qualquer diálogo.

Mas para podermos estar em posição de perceber o que se passa temos inevitavelmente que ouvir a problemática dos jovens, temos que descortinar os seus pensamentos, que os orientar nesse seu mundo interno e temos que os guiar para que não sucumbam ao mundo externo.

Digo-vos, não é pêra doce, mas é de uma riqueza inestimável.

O adulto frequentemente se esquece de como foi ser adolescente, muitos até querem esquecer esse período da vida, tal não foi o reboliço que causou, mas é importante que o lembremos, que o tragamos para o presente, para mais facilmente nos elucidar dos comportamentos que os adolescentes assumem.

Primeiro que tudo importa perceber o quão diferentes os jovens podem ser, apesar de por vezes parecerem tão iguais, um “rebanho” como outro dia alguém os apelidou. Em segundo, que a cada dia passam por provas complexas, tão complexas, que escapam ao olhar mais desatento.

O que por vezes parece tão simples para o comum dos mortais adultos, ou até para outro qualquer jovem, que se sinta adaptado, seguro e confiante, para aquele que  sente que todos os dias é posto à prova, que todos os dias mergulha em angústias, que todos os dias sente níveis de ansiedade dilacerantes, o simples acto de ter que se dirigir a um estranho, olhá-lo nos olhos e falar, é uma tarefa árdua, extremamente árdua.

Estes jovens vivem amargurados, incompreendidos e sentem-se sempre prestes a explodir.

Normalmente são apelidados de mal educados, os pais sentem vergonha porque quando chegam ao pé dos seus amigos não falam, não olham, e naturalmente estes pensarão o que os amigos estarão a achar da educação que lhes estão a dar, mas se aprofundarmos mais estas questões, perceberemos que muitos jovens sentem uma ansiedade tão grande, que este exercício tão simples, é uma verdadeira prova de “vida”, e não, não são mal educados, sentem-se ou estão desadaptados, e isto é grave, muito grave.

Jovens que se sentem distantes de tudo e de todos, jovens que não se sentem seguros em lado nenhum, que não gostam de dar nas vistas (o que não é de todo mau), mas quando para eles o dar nas vistas é ter que falar, isso sim, é grave.

Isto mostra o sofrimento em que estes jovens estão…

Júri do Concurso Bullying

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Júri do Concurso “Outubro mês de prevenção ao Bullying”.

Caros participantes, o júri do concurso – “Outubro mês de prevenção ao Bullying” é composto pelos seguintes elementos:

Dr.ª Tânia Paias – Psicóloga Clínica e responsável do Portalbullying.
Brian Claudino – Ilustrador/Designer.
Hugo Soares – Professor de Design e Comunicação – (ISMAT, EPGE).

Violência nas escolas retratada no teatro

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Violência nas escolas retratada em peça de teatro ‘Bullying’

A peça ‘Bullying’, inserida no Programa de Teatro para a Educação, num projecto desenvolvido pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, estreia amanhã na Escola Secundária de Tavira, num espectáculo que terá duas sessões, às 10h00 e às 14h00.

Ler mais em:http://www.cmjornal.pt/

Casos de violência juvenil repetem-se ao longo dos anos

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O caso do adolescente agredido na Figueira da Foz está longe de ser caso único. Nos últimos anos foram noticiados vários episódios de violência juvenil. Os últimos números do Ministério da Educação referem-se ao ano lectivo de 2012/2013, período em que foram reportados 726 atos contra a liberdade e a integridade física.

Ler mais: RTP

Sofreu até se atirar ao rio

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‘Ele faltou à última aula da manhã. Quando saímos, encontrámo-lo num canto. Tinham-lhe batido. Durante a hora do almoço, voltaram a bater-lhe. Ele não aguentou, saiu a correr e disse que ia saltar da ponte. Segurámo-lo, mas ele foi mais forte, correu, tirou a roupa e atirou-se’, descreve o primo de Leandro, Ricardo Nunes, de 14 anos.
DISCURSO DIRECTO
‘O BULLYING VEICULA MEDO E SILÊNCIO’,
Tânia Paias, Psicóloga e Investigadora na Área do Bullying
Correio da Manhã – Existe um perfil-tipo da vítima?
Tânia Paias – São crianças ou jovens mais tímidos ou que têm alguma particularidade que pode ser alvo de brincadeira por parte dos colegas.
– Quais os sinais a que os pais devem estar atentos?
– O bullying veicula o silêncio e o medo. Um olhar menos atento não percebe o que se passa. Sinais como perda de apetite, irritabilidade, dores de cabeça ou estômago, falta de vontade de ir à escola e isolamento são, muitas vezes, confundidos com a própria adolescência.
– Que complicações existem para a vítima?

– Algumas situações prolongam-se durante anos e isso pode ter complicações na idade adulta, como falta de confiança em si próprio ou incapacidade de se relacionar com alguém.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/sofreu-ate-se-atirar-ao-rio?act=0&est=Aberto

 

É tempo de refletir

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Terminada a fase de votação do público, é agora altura de analisar cada trabalho, cada mensagem e todo o empenho colocado nesta causa.

De facto foram meses intensos, de trabalho e de união, juntámos Portugal de uma ponta à outra em prol desta missão.

Resta-nos agradecer todos os trabalhos enviados, bem como a pronta resposta à nossa solicitação.

Estamos gratos pela diversidade e qualidade dos trabalhos, e como puderam ver pelos trabalhos, até os mais pequenos podem dar o seu contributo.

O nosso muito obrigado.

Em breve teremos novidades.

 

Superprotecção dos jovens faz aumentar casos de bullying

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Superprotecção dos jovens faz aumentar casos de bullying, alerta psicóloga

Margarida Gaspar de Matos, professora da Faculdade de Motricidade Humana, disse, esta quarta-feira, à TSF, que o fenómeno do bullying aumenta devido à superprotecção dos mais novos.

Ler mais em: http://www.tsf.pt/

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