Tenho Medo de ir à Escola? – Prevenir o Bullying e o Cyberbullying
As Aventuras da Julieta…em Casa
Episódio II
Já sabem que semanalmente trazemos novos episódios. Porque a Julieta representa o que se passa no país, reforçamos que se quiserem ver a vossa realidade aqui retratada, enviem-nos para
tania.paias@portalbullying.com.pt
Esta é uma parceria entre o portalbullying e a Editora Alfarroba, que tem as ilustrações a seu cargo.
As Aventuras da Julieta…Em CASA
Julieta é uma menina, que tal como todas as crianças, passou a estar 24 sobre 24 horas em casa. Iremos, todas as semanas, explorar a vida da Julieta e as suas peripécias, bem como abordar as vivências de quem com ela reside, sejam irmãos, pais, encarregados de educação, seja quem for. Porque a Julieta representa o que se passa no país.
Esta é uma parceria entre o portalbullying e a Editora Alfarroba, quem está encarregue das ilustrações.
Se não se virem retratados nas histórias da Julieta, contactem-nos que teremos todo o gosto em adaptar à vossa realidade.
Enviem para tania.paias@portalbullying.com.pt
Cuidem-se
As Aventuras da Julieta…em Casa
Episódio IV
Já sabem que semanalmente trazemos novos episódios. Porque a Julieta representa o que se passa no país, reforçamos que se quiserem ver a vossa realidade aqui retratada, enviem-nos para
tania.paias@portalbullying.com.pt
As Aventuras da Julieta…em Casa
Episódio III
Já sabem que semanalmente trazemos novos episódios. Porque a Julieta representa o que se passa no país, reforçamos que se quiserem ver a vossa realidade aqui retratada, enviem-nos para
tania.paias@portalbullying.com.pt
Decretada 3ª Idade ao Facebook
Qual a proximidade que temos com as redes sociais mais utilizadas pelas crianças e jovens?
Qual o conhecimento que possuímos acerca da variedade de plataformas que existem?
São os nossos filhos digitais? Será que não as utilizam de todo?
Estas são questões que se nos devem afigurar e sobre as quais devemos pensar.
Imbuídos deste espírito feliz e de exploração das emoções mais básicas que se fez sentir um pouco pelas redes sociais (dia do pai e dia da felicidade), importa trazer para a conversação o uso que os jovens fazem destas plataformas, o impacto que estas possuem nas suas vidas e a diferença entre o conhecimento de pais e filhos.
Se estes são conteúdos amplamente disseminados, não estão de todo clarificados. E para um exercício parental mais saudável e feliz, importa perceber as diferenças que existem face ao uso entre jovens e adultos.
Se é certo que existe uma utilização massiva das redes sociais por parte de crianças/jovens/adultos/seniores, o certo também é que ela difere quanto ao seu conteúdo, forma, intensidade, proliferação e obviamente plataforma utilizada.
Se há uns anos atrás, num artigo que li do professor Daniel Sampaio, com um título eloquente – A Morte do Pato Donald – referindo-se às profundas mudanças ocorridas nos últimos tempos, à quase extinção dos livros aos quadradinhos, à sua substituição pelos ecrãs – Viva o Pokémon – e ao menor investimento nas brincadeiras ao ar livre, colocando assim a tónica na alteração do paradigma familiar, hoje, passados quase dez anos, (não sei ao certo se este artigo era do ano de 2009, mas sei que escrevi acerca disso em agosto de 2009 (recuperarei em breve esse artigo)) estamos noutra era, as novas tecnologias são uma realidade na vida de qualquer criança e as redes sociais são uma realidade na vida dos jovens.
Fazendo uma analogia com o título do professora Daniel Sampaio – A morte do Pato Donald – Viva ao Pokémon, hoje podemos decretar a morte ao Facebook e celebrar a vida do Insta e do Twitter (entre outras).
O Facebook foi a primeira grande plataforma social que recolheu grande simpatia e utilizadores, mas hoje já não está seguramente na sua lista de preferências dos mais jovens. Aliás, ela até é catalogada “para os avós“, como tantas vezes ouço dizer.
Importa então saber quais as redes sociais preferidas dos mais novos, a forma como estas operam, o que lá se vai passando, e qual o grau de utilização.
O conhecimento e o diálogo em torno destas temáticas urge e se se torna difícil proibir, o que poderemos fazer é condicionar, limitar, sempre com base na comunicação, na abertura e no diálogo simples e emotivo.
Quando refiro que não estamos mais na era de proibir, quero dizer que apesar de em casa não permitirmos que os nossos filhos possuam esta ou aquela conta, esta ou aquela rede, estes podem a elas aceder na escola, na casa dos colegas, nos grupos a que pertencem, no meio onde passam mais tempo do seu dia-a-dia.
Portanto, melhor do que fazer de conta que elas não existem, é perceber quais são, o que permitem e como funcionam.
Perguntem aos vossos filhos as diversidades de plataformas sociais que existem, as profissões que estes almejam e como estes vêem o futuro.
Provavelmente surpreender-se-ão !
AOS PROFESSORES E AOS PAIS/PROFESSORES
Porque não são só os alunos que estão de parabéns!
Aos docentes e aos pais/encarregados de educação, que também estiveram debaixo de provação emocional.
Deixamo-vos aqui um forte agradecimento, mas também uma chamada de atenção.
Analisem as vossas emoções e recordem as competências que foram, ao longo destes meses, pondo em prática e ativem-nas todos os dias.
Se sentirem que os recursos foram todos usados e que as baterias estão completamente descarregadas, não hesitem em pedir ajuda. Cuidar de vós é agora uma prioridade, se não se puderam dar a devida atenção nestes últimos tempos, aproveitem esta fase de um maior abrandamento nas exigências externas, e dediquem-se aos vossos recursos internos.
As Aventuras da Julieta..em Casa
Episódio V
Estes pequenos textos convidam a momentos de reflexão familiar e ao treino da gestão emocional em tempos de pandemia.























