Fogo à Peça – Bullying com Tânia Paias

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A convidada de Alexandre Honrado para esta edição é Tânia Paias que nos vem falar do Bullying e do seu livro “Tenho Medo de Ir à Escola”.

À Volta dos Livros

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Ana Daniela Soares conversa com Tânia Paias autora do livro – “Tenho medo de ir à escola”

Fonte: http://www.rtp.pt/play/p312/e144546/a-volta-dos-livros

O seu filho não quer ir à escola? Atenção porque pode ser vítima de bullying

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Radio Renascença

Bullying é descrito como uma “agressão” que acontece no âmbito escolar e junto dos mais novos, mas a realidade tem demonstrado que este fenómeno ultrapassa os muros das escolas e pode chegar às universidades.

Já ouviu o seu filho dizer que não quer ir à escola? Nota que ele anda mais revoltado e com tendências para se isolar? Então talvez deva prestar atenção, porque ele pode estar a ser vítima de bullying. Um fenómeno muitas vezes silencioso, que se espalha além do recinto escolar, e que conta com o contributo das novas tecnologias.

Fonte: Radio Renascença

Prova Oral – Bullying com Tânia Paias

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Prova Oral com Tânia Paias

Fernando Alvim convida Tânia Paias para o programa Prova Oral. O mote para esta conversa é sobre “Tenho medo de ir à escola”. A autora Tânia Paias, Psicólogo de profissão e diretora do PortalBullying escreveu este livro recorrendo a casos reais para tenta dar respostas concretas às dúvidas que assaltam pais, educadores e os próprios jovens. Afinal, o bullying é algo muito real e sérioe não podemos fechar os olhos – é preciso atuar.

Fonte: Prova Oral

Uma história de bullying com final feliz

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O vídeo que, segundo o autor, foi gravado às quatro da madrugada, mostra um rapaz comovido com o bullying de que era alvo na escola – por ser homossexual – e que relata através de uma espécie de legendas em folhas de papel. Na descrição do vídeo, no YouTube, conta como a sua história teve um final feliz

Ler mais em:http://visao.sapo.pt/

Unesco lançará orientações para governos sobre luta contra homofobia nas escolas em 2012

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Em 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) vai lançar um documento com orientações a governos de todo o mundo para o enfrentamento da homofobia em ambiente escolar. O bullying contra estudantes LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e transexuais) foi tema de uma reunião promovida pela entidade esta semana no Rio de Janeiro, com a presença de especialistas de 25 países.

Ler mais em: Globo.com

Barack Obama partilha que foi vitima de bullying na infância.

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O presidente Barack Obama, durante a conferencia realizada na Casa Branca, confessou que foi vítima de bullying durante a infância por ter “grandes orelhas” e nome incomum.

“Bullying isn’t a problem that makes headlines every day, but every day it touches the lives of people all across the country,” 

O presidente dos EUA lembrou ainda que, segundo as últimas estatísticas, um terço dos estudantes do ensino secundário reportaram casos de bullying no passado ano lectivo.

Sofreu até se atirar ao rio

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‘Ele faltou à última aula da manhã. Quando saímos, encontrámo-lo num canto. Tinham-lhe batido. Durante a hora do almoço, voltaram a bater-lhe. Ele não aguentou, saiu a correr e disse que ia saltar da ponte. Segurámo-lo, mas ele foi mais forte, correu, tirou a roupa e atirou-se’, descreve o primo de Leandro, Ricardo Nunes, de 14 anos.
DISCURSO DIRECTO
‘O BULLYING VEICULA MEDO E SILÊNCIO’,
Tânia Paias, Psicóloga e Investigadora na Área do Bullying
Correio da Manhã – Existe um perfil-tipo da vítima?
Tânia Paias – São crianças ou jovens mais tímidos ou que têm alguma particularidade que pode ser alvo de brincadeira por parte dos colegas.
– Quais os sinais a que os pais devem estar atentos?
– O bullying veicula o silêncio e o medo. Um olhar menos atento não percebe o que se passa. Sinais como perda de apetite, irritabilidade, dores de cabeça ou estômago, falta de vontade de ir à escola e isolamento são, muitas vezes, confundidos com a própria adolescência.
– Que complicações existem para a vítima?

– Algumas situações prolongam-se durante anos e isso pode ter complicações na idade adulta, como falta de confiança em si próprio ou incapacidade de se relacionar com alguém.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/sofreu-ate-se-atirar-ao-rio?act=0&est=Aberto

 

Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola

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Grupo de psicólogos lança o Portal Bullying para ajudar os alunos a romperem o silêncio e contarem as agressões de outros colegas

Entre André e Ricardo há um pacto de silêncio. O acordo entre os dois colegas da mesma escola não é formal, mas cada um cumpre a sua parte. André entrega as moedas que traz de casa e Ricardo não o persegue nem o ameaça à saída do balneário. Como a maioria das vítimas de bullying nas escolas portuguesas, André não conta a ninguém que fica aterrorizado sempre que a campainha toca e chega a hora do recreio. André e Ricardo são nomes fictícios usados para descrever um dos padrões mais comuns de bullying em meio escolar identificado por psicólogos e psiquiatras da adolescência e da infância – o segredo entre a vítima e o agressor.

Confessar aos pais ou aos professores as ameaças e humilhações de outros colegas é algo que poucas crianças conseguem, e foi por isso que a clínica de psicologia Psicronos criou o Portal Bullying. O site www.portalbullying.com.pt foi lançado esta semana e convida crianças e adolescentes a partilharem as suas experiências num chat de conversação.

Do outro lado do monitor está um psicólogo que responde em tempo real a todas as dúvidas. “Temos uma equipa de 20 técnicos que se encontram em sete cidades do país e tentam ajudar as crianças vítimas de bullying”, explica Tânia Paias, coordenadora do projecto. Além de fazerem aconselhamento, os psicólogos procuram encaminhar os alunos para os serviços sociais mais adequados na sua área de residência. Cada atendimento é feito com o máximo de sigilo para não intimidar nem afugentar quem procura ajuda: “Os psicólogos garantem a confidencialidade para que os utilizadores se sintam o menor desconforto possível ao contar as agressões que sofrem na escola.”

Por vezes o chat estará offline porque os 20 psicólogos que asseguram o funcionamento do portal não conseguem garantir fazê-lo em permanência: “Os técnicos acumulam este serviço com a sua profissão, logo a disponibilidade não será total”, avisa Tânia Paias. Nesses casos, a criança ou o adolescente deixa uma mensagem no chat e obtém a garantia de que haverá uma resposta “o mais depressa possível”.

Oferecer ajuda às vítimas de violência escolar é uma das prioridades, mas o Portal Bullying tem outros objectivos a cumprir a médio e longo prazo: “Os testemunhos recolhidos pelos nossos técnicos vão servir também para criar uma base de dados que permita avaliar a dimensão que este problema tem junto da população escolar em Portugal.” Diagnosticar o fenómeno em cada estabelecimento de ensino irá permitir aos psicólogos recolher e divulgar essa informação junto dos professores e dos directores das escolas: “Queremos usar o portal para dotar as escolas de instrumentos que permitam construir os seus próprios programas de prevenção, adaptados às características dos seus alunos”, conta Tânia Paias.

 

Catulo, K.
Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola
Bibliografia: Catulo, K. (2010). Bullying: um chat na net para denunciar a violência na escola.
i jornal, p.26.

Medidas de segurança têm de começar com os pais

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CONFAP e CNIP consideram que donos das armas devem ser responsabilizados e há que averiguar possível caso de ‘bullying’.

As associações de pais defendem que os encarregados de educação também devem ser responsabilizados por situações de violência, como a que aconteceu ontem no Externato Carvalho Araújo, em Braga.

Ler mais em: http://www.dn.pt/

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